domingo, 19 de agosto de 2012

Treino Hamarmilak no Jamor

Foto de José Carlos Melo


Mais uma excelente manhã de domingo se passou na companhia de um grupo de pessoas divertidas, desempoeiradas e saudáveis. O encontro foi organizado pelo afável e expedito Miguel Serradas Duarte e, teve como pretexto, de acordo com as suas próprias palavras:

«Em vez de 100 milhas são só 10, como pretexto para comemorar a participação portuguesa no Ehunmilak deste ano. No Jamor porque consigo um percurso giro e variado de trilhos, e porque quem não quiser correr tanto ou de todo tem onde ficar à vontade. O mesmo se aplica a familiares que não correm e se calhar gostavam de vir.»


Foto de José Carlos Melo


Assim, conseguiu-se (ou melhor, conseguiu o Miguel!) reunir um animado grupo com algumas dezenas de participantes, entre membros do clube Run 4 Fun e amigos.

Às 10h15, depois do briefing inicial do Miguel, arrancámos para umas voltas divertidas pelos trilhos do Jamor.

Tivemos direito a uma bela volta, que o Jamor tem excelentes condições para fazer um treino interessante e variado (desde o alto na Erminda da Boa Viagem até à pista de cross).


Foto de José Carlos Melo


Depois de 16,8 quilómetros de muita galhofa, cortesia dos animadores do costume (assim de repente vêm-me à cabeça os nomes do César Moreira e do Nuno Tempera, porque será?), preparámo-nos para o que verdadeiramente nos tinha levado até ali: o banquete disfarçado de pic-nic! ;)

Estenderam-se as mantas e pousaram-se os pitéus e as minis. Mais uma vez a malta excedeu-se, e houve fartura de comida, em quantidade e qualidade. Sem desmerecer as restantes iguarias, que estavam ótimas, a Paula Magalhães levou um bacalhau com broa que estava divinal!


Foto de Luís Matos Ferreira


A companhia foi muito agradável e a conversa interessante. Cerca de duas horas a correr, para hora e meia a comer, parece-me um equilíbrio razoável entre corrida e abastecimento...  :)

Enfim, estou a tornar-me adepto destes treinos na natureza com final gastronómico. Aliás, não apenas nestes convívios. O meu plano de reforma, depois de ser obrigado a trabalhar até aos 75 anos pelo Estado Associal que se avizinha, e não receber daí um tostão, passa por participar no maior número de Trails possível, e alimentar-me alarvemente nos abastecimentos (resta saber quanto melão, banana e marmelada consigo ingerir). ;)

Mais uma vez os meus agradecimentos ao Miguel e aos restantes amigos por uma manhã muito bem passada, em excelente companhia.

sábado, 18 de agosto de 2012

40º Treino Lunar

Foto de Paulo Fernandes


Ontem, dia 17/08, participei pela primeira vez num dos famosos Treinos Lunares, o 40º, concebidos pelo popular Paulo Pires, atleta da margem sul e reconhecido bloguista.

Parti de Lisboa na companhia de companheiros do Run 4 Fun, o João Ralha, a Luísa Ralha, o Gerardo Atienza e a Manuela Cruz, habituais presenças nestes treinos noturnos.


Foto de Paulo Fernandes


Encontrámo-nos com os restantes atletas (várias dezenas!) cerca das 20h30, na praia da Costa da Caparica e, após algumas indicações do Paulo, lá partimos pela areia fora, já o sol declinava e a noite se avizinhava. Fui de conversa com o Guilherme Hora e nem senti passar a meia hora feita no sentido sul. A regra que está estabelecida é que meia-hora após o início os atletas regressam para o ponto de partida, para que desta forma cada um possa ir ao seu ritmo. O trajeto foi todo feito sobre areia dura, com o frontal a alumiar o caminho, e portanto não apresentou dificuldades de maior.


Foto de Paulo Fernandes


Uma hora depois da partida, reunimo-nos no local do pic-nic noturno. Mais ainda do que pelo próprio treino em si, que é muito giro, estes treinos diferenciam-se pelo animado convívio que se realiza após o seu término. Corri cerca de 10 km e depois tive direito ao melhor “abastecimento” de toda a minha ainda curta “carreira desportiva”. Os participantes organizam-se expontaneamente e cada um trás os seus petiscos para partilhar com os restantes. E que petiscos! Até bacalhau com grão, pasteis de nata e vinho tinto havia! Recuperei todas as calorias que tinha gasto e ainda deu para armazenar mais uma boa quantidade delas.


Foto de João Veiga


Enfim, são as coisas simples, como a solidariedade patente nestes convívios, em que as pessoas oferecem as dádivas da sua generosidade, boa disposição e alegria, que me fazem acreditar que este nosso pequeno país perdurará sobre todas as dificuldades.



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Novo macrociclo, novos objetivos!



Se assumir que os dois anos e meio que decorreram desde a minha primeira participação numa maratona (Lisboa, Dez/2009) foram uma longa preparação para a minha primeira participação numa prova de montanha com 100 milhas de distância (Beasain, Jul/2012), então o volume de treinos efectuado por mesociclo (período de 4 semanas) até à data do Ehunmilak (168 km) foi aquele que está  traçado no seguinte gráfico:




Do gráfico é patente que ainda mais significativo do que o aumento da quantidade de quilómetros mensais foi o aumento do Desnível positivo (D+) que fui acumulando. Se existe algum, será esse o segredo para completar com sucesso, em menos de 48 horas, uma dura prova de montanha com 11000 m D+.

Encerrado este importante capítulo do meu desenvolvimento desportivo, foi tempo de dar um pouco de repouso ao corpo e ao espírito. No mesociclo que encerrou a minha época desportiva de 2011/2012, e que terminou no passado domingo, dia 12/08, aliviei muito o volume de treino, como se pode constatar pelo gráfico:




Pelo meio ainda participei numa Ultra de 50 km, o UTNLO, mas estava claramente fora de forma, o que seria de esperar após o violento esforço que foi necessário empreender para vencer o Ehunmilak.

Após um breve interlúdio de uma semana, em que não treinei, retomei ontem os treinos com uma ida ao Jamor. Já estava com saudades. Pude constatar que voltei das “férias” mais lento e menos resistente e que vou ter que ir aumentando gradualmente a carga para voltar aos níveis anteriores de forma física.




Ultra Trail do Monte Branco

Percurso do UTMB
Altimetria do UTMB

O meu objectivo principal para a época de 2012/2013 será a participação no 10º Ultra Trail do Monte Branco (UTMB), de 168 km, caso seja sorteado, uma vez que os 7 pontos de qualificação já eu tenho. Se não tiver a alegria de ser um dos felizardos no sorteio (as probabilidades jogam contra mim, uma vez que se esperam 2 candidatos para cada vaga e os candidatos repetentes beneficiam de um factor de ponderação que lhes multiplica a probabilidade por 2) então terei de encontrar um desafio semelhante, como plano B.

Recordo que o UTMB é a prova rainha do Trail Europeu, quiçá internacional (como diria o João Pinto, “somos dos melhores do mundo, quiçá da Europa!”). A edição deste ano, 2012, irá ter início às 18h30 de dia 31/08. Cerca de 2300 atletas alinharão à partida (entre eles o meu colega de equipa Run 4 Fun e amigo, Paulo Jorge Rodrigues), prontos para percorrer os 168 km com 9600 m D+, alguns dos quais os levarão acima dos 2500 m de altitude, e ao longo dos quais terão que enfrentar sucessivamente condições meteorológicas correspondentes às 4 estações do ano.



Portugueses na edição de 2012 do UTMB


Do site oficial retiro o seguinte trecho:
"It's a real outpouring of granite peaks, of high crystalline summits, where erosion of an exceptional intensity has cut out, sawn, sliced up, broken, smashed the imposing upheaval of ancient rocks, revealing a landscape of exceptional beauty." (Roger Frison-Roche, guide-writer.)




Mal posso esperar pela abertura das incrições em Dezembro e pelo anúncio dos resultados do sorteio a 18 de Janeiro de 2013 às 9h de Lisboa.

Mas até à minha hipotética participação ainda decorrerão vários meses, portanto necessito estabelecer outros objectivos intermédios. Até Novembro já estou inscrito nas seguintes provas:

Setembro: Meia Maratona de S. João das Lampas (21,1 km)
Outubro: GTSA (42 km)
Novembro: UTAX (82 km)

Em Dezembro provavelmente correrei a Maratona de Lisboa, que é aqui mesmo “à porta de casa” e assim aproveito para completar a minha 10ª maratona.

Em 2013 logo se verá, mas felizmente o que não faltam são interessantes provas de trail por este Portugal fora, por vezes o difícil é escolher.

Agora há que iniciar a preparação, com denodo e alegria, um objectivo de cada vez, até conquistar o objectivo final! Esse horizonte radiante deixa-me muito entusiasmado!


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

IV Trail Noturno da Lagoa de Óbidos




Hesitei bastante antes de me resolver a participar nos 50 km do Ultra Trail Noturno Lagoa de Óbidos (UTNLO). Por um lado, as excelentes recordações que esta mesma prova, na sua versão de 2010, ainda na sua 2ª edição e com “apenas” 42 km, me tinha legado, acicatavam-me o desejo de voltar a correr o percurso magnífico, traçado pelas mãos conhecedoras dos associados do Clube de Atletismo de Óbidos.

Por outro lado, sentia alguma apreensão face à perspectiva de correr uma prova nocturna de 50 km, três semanas apenas após ter concluído os 168 km do Ehunmilak, e com um cansaço acumulado de vários meses de preparação para esse enorme desafio, que incluiram a participação em diversas Ultras. Para além disso, desde o Ehunmilak reduzira muito o volume de treino, o que, conjugado com o cansaço, levou a uma necessária redução da forma física.

No entanto, como me parecia uma excelente maneira de acabar a época desportiva, e como tenho uma enorme dificuldade em passar um mês inteiro sem participar em qualquer prova, lá me decidi pela positiva. Mal sabia eu das agruras que me aguardavam.


Percurso


Assim, no sábado dia 4 de Agosto, já depois das 18 horas, juntei-me à extensa excursão laranja do meu Clube Desportivo, os sempre animados Run 4 Fun. Chegámos a Óbidos, levantámos os dorsais no Pavilhão e dirigimo-nos para o largo do “Jogo da Bola”, onde teria início a corrida.



Run 4 Fun

Com Jorge Serrazina no largo do "Jogo da Bola"




Pela quantidade crescente de participantes, é nítido que as corridas na natureza estão em franca expansão. Entre as duas provas que iriam decorrer, o UTNLO de 50 km e o TNLO de 27 km, estariam incritos cerca de 400 atletas, mercê da singularidade desta estival prova nocturna e também da popularidade de vários membros do CAOB.

É sempre um momento agradável, o reencontro com a malta conhecida e amiga, antes do início das corridas, durante o seu decorrer e após o seu término. Para me sentir bem necessito de participar regularmente nestas competições, pelo ambiente, pelo convívio, pela amizade e pela adrenalina.

Às 21 horas os atletas tiveram ordem de saída para uma marcha lenta pela principal artéria da Vila, e perante os rostos admirados de quem tinha vindo expressamente para assistir ao festival medieval que decorria por estas semanas na Vila. Lá fomos, em fila estreita pela rua apertada, ante as ovações e os gritos de incitamento dos populares presentes, os quais devem ter ficado muito supreendidos por depararem com um troupe de atletas nocturnos, munidos de frontais luminosos, lenços na cabeça, mochilas de hidratação, meias de compressão e toda a extensa parafrenália associada a esta singular actividade, quando tudo quanto esperavam era um ambiente medieval, com mascarados a condizer.


Partida - Foto de Eduardo Santos

Após a marcha inicial, reunimo-nos à saída da vila, onde se deu a partida real, cerca das 21h15. Como é seu cariz habitual, os atletas partiram animados, lançando comentários divertidos, como o do fulano que dizia: “em lugar de estar em frente à televisão, com uma cerveja geladinha na mão, a ver os outros correrem, estou eu aqui; não tenho juizo nenhum!”

A partida foi algo confusa, com os atletas em magote, a tentarem não se atropelar nem serem atropelados, nas vias estreitas e empoeiradas que nos levaram para longe do castelo e em direcção à Lagoa. Como as duas corridas tiveram partida simultânea, os cerca de 18 km iniciais foram feitos sempre na companhia de muita gente, até ao ponto de bifurcação. Mas lá chegaremos. Nestes primeiros quilómetros fui levado a manter um ritmo (cerca de 5’30’’/km) superior ao que tinha em mente como razoável (cerca de 6’/km) devido ao natural vigor dos participantes na prova mais curta.

O percurso ora passava por bosques densamente arborizadas, onde tinhamos que saltitar para a esquerda e para a direita para nos desviarmos das árvores, ora mudava para estradões. Acompanhei o Francisco Mira Gaio durante algum tempo, e aproveitámos para ir um pouco na conversa. Neste fase da corrida ele ainda seguia num ritmo conservador, o que me permitiu acompanhá-lo. Um pouco mais tarde, quando eu já tinha gasto o combustível, ele passou por mim que nem uma seta, e ainda me gritou, “anda Luís!”, mas eu é que já só consegui reponder: “força Francisco!”

Por mim passou também o Nuno Dias de Almeida e pouco depois o Orlando Ferreira, ambos em grande forma. A seguir foi a vez do companheiro Arlindo Deus me alcançar e aproveitei a sua boleia, uma vez que vinha a um ritmo semelhante ao meu. Recordo-me de o Arlindo me dizer - só tenho receio de nos perdermos - e eu responder - Arlindo, estamos perdidos! Voltámos atrás, retomámos o caminho e um pouco mais adiante, corríamos afanosamente, quando nos deparámos com um grande grupo de pirilampos gigantes que se encaminhava rapidamente na nossa direcção. “Diabo! Hoje nem sequer bebi”, pensei eu... Afinal era um grande grupo de atletas que se tinha perdido e regressava pelo mesmo caminho a fim de reencontrar as fitas. É o costume nestes eventos: como é muito cansativo mantermo-nos constantemente alerta, a certa altura baixamos a concentração, confiamos em que os atletas que vão à frente sabem o caminho e damos connosco perdidos!

O desvio correcto levou-nos para dentro de uns canaviais e para uns troços onde era necessário molhar os pézinhos na lama e no lodo. Em breve as sapatilhas pareciam umas botifarras carregadas de barro e limos. Por vezes enterrávamo-nos  até aos tornozelos. Enfim, uma animação para quem gosta de desafios variados! Fez-me recordar a alegria que tinha quando era miúdo ao enterrar os sapatinhos em todas as poças a caminho da escola. Se quisesse monotonia tinha mas é ido fazer uma prova de estrada, que diabo!

A certa altura fui ultrapassado pelo Jorge Mimoso, o qual me reconheceu e ainda estivémos algum tempo na conversa até ele arrancar novamente. Dizia-me ele que se deveria reformar do trail, logo a seguir à sua 2ª participação nos 330 km do Tor des Geants, no final de Agosto, e pensava eu, “chiça, como os quilómetros que o Mimoso já tem nas pernas, deve dar direito a reforma por inteiro com bonificação acrescida e menção especial!”

Ao fim de 25 km, sempre na companhia reconfortante do Arlindo, lá chegámos ao abastecimento da praia, com cerca de 2h35 de prova feitos. Aproveitei para encher a barriga com marmelada, fruta, bolachas e lá partimos para a parte mais dura da prova, mas também uma das mais interessantes: as dunas de areia.

Lá fomos gerindo estes cerca de 6 km, o melhor que podíamos. Se as subidas nas dunas custavam, as descidas nas arribas também não eram fáceis, pois a luz do frontal não me chegava para distínguir bem onde colocar o pé sem correr o risco de o torcer ou evitar por vezes, fruto da distância mal calculada, um ou outro impacto mais duro no solo. Essa foi, aliás, uma dificuldade constante até ao fim e acabei a prova com as plantas dos pés muito massacradas.

Após 3h40 de prova, lá chegámos ao abastecimento dos 32 km. Ou seja, estes últimos 7 km tinham demorado uma hora a percorrer! Depois deste ponto, vi-me forçado a baixar ainda mais o ritmo e o perdi o Arlindo de vista. A partir daqui corri sempre isolado e fui sendo sucessivamente ultrapassado por diversos atletas.

A páginas tantas passou por mim o Carlos Henriques, fresco como uma alface e cheio de força. Ficámos mais um pouco na conversa e depois também ele arrancou em direcção a Óbidos. Por esta altura esta Ultra de 50 km já me parecia mais uma reunião social, do tipo speed dating. Conversa aqui, conversa ali, sempre a rock ‘n rollar. Eu é que já mal me aguentava nas canetas e os pés, então, estavam destroçados por todas aquelas descidas cheias de regos da chuva, endurecidos pelo sol estival.

Aproveito para agradecer aos vários amigos que tiveram a amabilidade de abrandar para trocar dois dedos de conversa comigo. Sem o seu apoio teria sido muito mais difícil para mim concluir a prova.

Quando o meu Garmin marcou os 42 km, com 5h15 de prova percorridas, lembrei-me que em 2010 tinha demorado praticamente menos uma hora para fazer a mesma distância. Mas já só faltavam 8 km para a tortura acabar. Pouco depois, num estradão, deparei-me com a placa dos 20 km da corrida mais curta. Ou seja, já só faltavam 6,5 km para a meta. As subidas fazia-as todas a caminhar, nas rectas e descidas aproveitava para correr.

Por fim avistei as muralhas do castelo. O ânimo ao sentir a meta já tão perto permitiu-me acelerar o andamento, de caracol para tartaruga. A 2 km do fim, resolvi finalmente que era hora de colocar um pouco de ritmo no meu andamento e a partir daí consegui fazer o percurso final todo a correr até ultrapassar a porta da muralha e chegar finalmente à meta, 6h22 depois do tiro de partida.


Meta - Foto de Eduardo Santos


Esta não foi, garantidamente, a prova de trail mais dura em que já participei, mas, apesar do seu pequeno desnível, tem algumas (boas) surpresas para quem se atreva a alinhar na linha de partida. A minha conclusão é que não importa se são 10 km, 50 km ou 170 km. Tudo depende do tipo de terreno que se pisa e sobretudo da preparação com que se chega a uma prova.

Seja como for, custou-me bastante a fazer, sobretudo a partir do início da segunda metade. A dificuldade com que progredi no terreno levou a que não conseguisse apreciar a prova como ela mereceria. Poderia ter feito a prova mais curta, mas nessa eventualidade não teria percorrido aqueles que considero os troços mais interessantes do percurso. De futuro tentarei chegar mais bem preparado às provas em que participar. Foi mais uma lição que aprendi.

Por fim, uma palavra de apreço para a organização do CAOB, que julgo ter estado impecável. A parceria com o Mundo da Corrida também resultou feliz.

É uma prova diferente, que vale a pena fazer e tem boas surpresas para os neófitos do trail.