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domingo, 28 de abril de 2019

Andorra Ultra Trail VallNord - Ronda dels Cims 2019 - S02E08







Amar
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.
Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita,
E o beijo tácito, e a sede infinita.
  • Carlos Drummond de Andrade


É isso mesmo: amar! Sem amor não se consegue treinar para uma prova destas.
Sobretudo é necessário muito, muito amor: amor pela brisa no rosto, pelo coração que bate, pelo entardecer na Serra, pelo Sol e pela Chuva, pelo suor no rosto e sangue na boca, pelo som dos pássaros, pela humidade do nevoeiro, pelas arestas cortantes das pedras, pelo macio duro da rocha, pelas raízes e pelos troncos das árvores, pelo vento que sopra nas copas, e o pó que se liberta do chão. Muito, muito, muito amor...




6º Mesociclo

(13ª, 14ª, 15ª e 16ª semanas de 2019 - 25/03 a 21/04



Mais um bom Mesociclo, se bem que menos intenso do que os anteriores, virtude de constrangimentos na minha vida pessoal e profissional.


Pelo menos, o sono parece ter regularizado.




Já o peso, está difícil voltar a baixar. Vai ser complicado levar estes 7kg extra pela montanha acima, mas hei-de conseguir.




Mesociclos semanais:


total mensal:


total anual:



O perímetro da Terra, no Equador, são 40.075 km. Mais um ano e devo conseguir completar uma volta inteira. Do nível do mar ao alto do Everest são 8.842 m. Mais um ano e devo conseguir completar 100 subidas e descidas.




A minha medida de treino, desde que comecei a treinar regularmente, em 2008:

km-effort = distância (km) + 10 x desnível (km)




Comparação homóloga dos Mesociclos (mesociclo = 4 semanas de treino).

A linha azul clarinha é a do corrente ano de 2019. Coloco todos os mesociclos desde o ano em que fiz a minha primeira prova de 100 milhas (2012)

Aqui está a lista completa:





Um mês bom, são 400 km



Subir, subir, subir... descer, descer, descer...

É a Altimetria Estúpido!

O 2º e o 3º mesociclos deste ano de 2019 foram fantásticos.




Agora, há-que não esmorecer e continuar a treinar com força e método.

A prova de teste, o EGT - Estrela Grande Trail - 80K/5KD+, está à porta!






domingo, 14 de abril de 2019

Andorra Ultra Trail VallNord - Ronda dels Cims 2019 - S02E07





























Recomeça....
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.


E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...


Miguel Torga





5º Mesociclo

(9ª, 10ª, 11ª e 12ª semanas de 2019 - 25/02 a 24/03)


Mais um bom Mesociclo, apesar de ter sido um mês de trabalho muito intenso, na frente profissional.

No espaço de tempo de uma única vida, tento conseguir o milagre de encaixar quatro vidas muito intensas: o trabalho muito exigente, de um Engenheiro de Telecomunicações (ah! sou eu...); a gestão da casa e da família (os meus mais-do-que-tudo); o meu hobby desportivo, que me toma o tempo de um atleta semi-profissional (mas, infelizmente, sem os mesmos resultados); e a satisfação da minha curiosidade intelectual, que também chegava para ocupar uma vida inteira.

A meio de Fevereiro, tive instalação de Release de Software do meu principal produto/serviço. Na minha função, entre outras coisas, dou suporte a serviços de telecomunicações de grandes empresas, incluindo Centros Hospitalares, Bombeiros, Serviços Camarários, Ministérios, etc. É uma função com grande responsabilidade e a correspondente dose de stress. E quando algo corre menos bem, é certo que se vai ter que dar o litro para resolver.

Para o bom evoluir dos meus treinos, a recuperação é essencial, e essa recuperação passa por dormir horas de sono regulares, no meu caso a rondar as 8 horas por noite.

Ora isso não tem sido de todo possível desde meados de Fevereiro, embora felizmente tenha vindo a recuperar, e se comece agora, finalmente, a aproximar do valor ideal:






Outro indicador que sofre com a falta de sono é o controle do peso. Quando andamos sob stress e não dormimos, temos tendência a ingerir com frequência alimentos muito calóricos, fruto de uma desregulação hormonal.

De acordo com o planeado, o meu peso estava a diminuir paulatinamente. Com o stress, voltou a subir. Agora vou ter que fazer um esforço redobrado para conseguir chegar ao objetivo, ainda antes da grande prova de 100 milhas, em Julho.






Mas eis aqui os dados do meu treino:




























Muito embora o treino tenha estado controlado durante este 5º mesociclo, no mesociclo seguinte, o 6º, que já vai a três quartos, a coisa parece estar mais descontrolada. A carga de treino tem vindo a sofrer significativamente e a minha forma física tem baixado. Vou ter que voltar a colocar carga, pois já só faltam 4 semanas para o objetivo intermédio, os 80K / 5.000mD+ do  EGT - Estrela Grande Trail.







Portanto já chega de estar aqui à volta do PC, vou mas é para a Serra correr!


 


domingo, 30 de dezembro de 2018

Andorra Ultra Trail VallNord - Ronda dels Cims 2019 - S02E04







"All of the sons of Adam are part of one single body.
They are of the same essence.
When time afflicts us with pain
In one part of that body
All the other parts feel it too.
If you fail to feel the pain of others
You do not deserve the name of man."

Persian poet Saadi Shirazi (Persian: سعدی) ‎(1184 - 1283/1291?)



Penso que o que de mais fundamental a corrida nos proporciona é precisamente aquilo que está espelhado no poema de Saadi Shirazi: o sentido de irmandade que se atinge através do esforço e da alegria de superação partilhadas.
Correr faz-me sentir parte de uma corrente humana, de solidariedade, compreensão mútua e empatia.

E a vertente do Trail Running é aquela onde esse sentimento é mais forte e acentuado.

Quantos amigos já fiz em corrida pelas montanhas? Muitos. Mas, sobretudo, a qualidade dos laços que se forjam é única. Ultrapassar grandes dificuldades em conjunto deixa marcas para a vida. Num único (longo) evento, parece que se vive tanto quanto em meses de vida. Em intensidade, profundidade, alegria, dor, tristeza, exultação, sofrimento, euforia, abatimento, entusiasmo, desespero, júbilo, desalento, regozijo, desânimo, glória.

Para o Trail Runners, não há proveniência, estrato social, profissão, raça, etnia, nacionalidade, idade, género, orientação, pois o que se vê é uma pessoa com a mesma paixão (e para fazer Trail de forma sustentada é necessária paixão) e o que se sente é a irmandade dos elementos desta tribo.

É esta a principal razão que me mantém no Trail.

E por isso mesmo é que os últimos dois anos, em que pratiquei muito pouco esta minha paixão, me custaram muito mais do que poderiam ter custado. O Trail ameniza e relativiza tudo. Não há nada como estar na Serra ou na Montanha e sentir a brisa no rosto, o coração a pulsar, os pulmões a inflar e as pernas a moverem-se ritmadamente.

E a vertente competitiva também é significativa. O que há de mais natural nos seres vivos é serem competitivos. Está inscrito na matriz genética. Penso que todos nós necessitamos de nos medir contra uma referência qualquer, e essa referência pode ser o nosso próprio progresso, mas invariavelmente também será as marcas dos nossos pares, digamos o que dissermos. As pessoas passam demasiado tempo a negar a sua própria natureza. É uma perda de tempo. O que se deve fazer é abraçar essa natureza e orientá-la para fins úteis e produtivos.

Pode parecer que a prática da corrida não obedece a nenhum fim útil, mas isso é um grande equívoco. É extremamente útil, não só ao melhorar a nossa saúde física e sobretudo mental, mas também pelas externalidades positivas que traz para a vida em sociedade. Os grupos de corrida são redes sociais de partilha e apoio mútuo extremamente benéficos.

Na nossa sociedade de hoje, parece que todas as atividades têm necessariamente que ter um objetivo económico. Pessoalmente, sinto como fundamental precisamente este sentido de libertação que uma atividade sem qualquer objetivo monetário, para quem a pratica, nos proporciona.

Eu diria, portanto, que o mais fundamental que correr nos trás são o sentido de pertença e de liberdade.









Mas voltemos ao tema do título desta crónica.

Desde que a 15 de Novembro me inscrevi novamente nos míticos 170 km de Ronda dels Cims, tive que delinear novamente um plano de treinos ambicioso para que não venha a sofrer da mesma desilusão de 2017.

O plano está relatado neste post: S02E02 e neste: S02E03.

Trata-se de cumprir 8 Mesociclos, compostos por 4 Microciclos de uma semana, cada um.

Os dois primeiros Mesociclos estão cumpridos, um pouco ad-hoc e sem grande planeamento, exceto pela vontade de fazer quilómetros e sobretudo desnível, que é o que verdadeiramente conta numa prova com 13500 mD+.

A fórmula que gosto de usar para aferir do volume do meu treino é aquela que foi definida pela ITRA e que conjuga a distância percorrida com o desnível subido: km-effort = Km + (mD+)/100

No seguinte gráfico vê-se a progressão de treino desde que comecei a treinar de forma sistemática. Em resumo, vê-se uma progressão razoavelmente constante desde o final de 2009 até Novembro de 2016 (embora se note já alguma quebra desde o UTMB, em Agosto de 2015). Depois há um grande hiato até Agosto de 2018, apenas interrompido por 3 meses de treino para Ronda dels Cims em Abril, Maio e Junho de 2017.





Portanto, de acordo com histórico dos 5 anos em que completei provas com mais de 160K / 10KD+ (2012, 2013, 2014, 2015, 2016), eu diria que, para ser bem sucedido, terei que fazer volumes de km-effort de cerca de 500 km por Mesociclo.





Decompondo em Kms e altimetria, dará cerca de 400 km e 10 KD+ por Mesociclo.






Um factor fundamental, para conseguir completar estas cargas de treino, é o peso, que terá que baixar para os níveis de 2013. Isso significa perder cerca de 2 kg por mês até o início de Maio, quando participarei nos 80K / 5KD+ do Estrela Grande Trail, que encaro como uma prova de preparação para Ronda dels Cims.






Resumo do GARMIN








“Uma vez que nos espera uma longa vida, mais vale viver esse tempo cheio de vitalidade, com objectivos bem claros em mente e perseguindo com firmeza as nossas metas, do que atravessar os anos que nos esperam no meio do nevoeiro. Nessa perspectiva, julgo que correr constitui uma verdadeira ajuda. A essência da corrida consiste em nos obrigar a dar tudo por tudo, dentro dos nossos limites. E isso funciona como uma metáfora da própria vida (…)”
 

- Haruki Murakami, "Auto-retrato do escritor enquanto corredor de fundo."









domingo, 18 de novembro de 2012

Fim de época - Início do defeso



Após 10 meses de atividade deportiva intensa, é chegada a hora de baixar o ritmo e preparar o novo ano que se avizinha.

A 18 de Janeiro já saberei se a minha pre-inscrição no UTMB terá sido aceite e poderei preparar-me com esse grande objetivo em mente ou para uma alternativa igualmente gratificante.

Entretanto, para registo, aqui fica a tabelinha com todas as provas concluídas em 2012:


Provas 2012
   

Gosto muito de participar em provas de Trail, mas embora a alma se alimente destes eventos enriquecedores, infelizmente o corpo não aguenta tudo o que esta lhe impõe. Em 2013 tenciono fazer uma gestão diferente do calendário e completar menos provas a fim de dar mais tempo ao corpo para descansar, e assim poder usufruir melhor das provas em que me inscrever.  


domingo, 4 de novembro de 2012

3º Mesociclo 2012/2013





Nas 4 semanas que decorreram entre 08/10 e 04/11, completei o meu terceiro mesociclo da presente época desportiva, cujo grande objetivo é correr o Ultra Trail du Mont Blanc (UTMB), em Agosto de 2013.

Ao todo, corri 330 km com 5600 m D+.

Volume de treino desde o início de 2010


Este macrociclo teve em vista os 82 km do Ultra Trail das Aldeias do Xisto, que terá lugar a 10 de Novembro na Lousã, uma prova que promete revelar-se muito dura, dado o seu grande desnível positivo (5000 m) e o terreno muito técnico que teremos que percorrer, em condições meteorológicas imprevisíveis.

Infelizmente, não consegui completar o volume de treino a que me propus, pois por vezes não é fácil cumprir um plano de treinos rigoroso, dada a vida agitada que hoje em dia todos temos. Quantas vezes não fazemos tudo "a correr" e até a própria corrida é feita "a correr", para despachar mais uns tantos quilómetros num qualquer intervalo entre dois afazeres que nos absorvem o tempo.

Isso leva-me a questionar-me o que é o tempo e para que serve? É talvez a pergunta mais fundamental que o ser humano pode colocar a si próprio pois a resposta que encontrar poderá ser determinante para as suas escolhas de vida. Uma coisa é certa: todos recebemos como dádiva uma certa quantidade de tempo, imprevisivel mas necessariamente limitada. Logo é bom que o usemos com algum critério.

Eu tenho escolhido passar mais tempo na natureza, na companhia da minha família. Esta minha paixão pelo Trail Running tem-me proporcionado muito boas amizades e momentos de grande partilha, em locais de grande beleza natural.

Ainda recentemente participei no Trail Running Camp da Serra da Lousã, onde tive o prazer de ouvir e dialogar com alguns renomeados especialistas na modalidade e de conviver com excelentes atletas e seres humanos de grande valor.

Possa o meu tempo continuar a ser preenchido desta forma saudável e muito recompensadora!



domingo, 21 de outubro de 2012

2º Mesociclo 2012/2013

Partida do GTSA 2012


Nas 4 semanas que decorreram entre 10/09 e 07/10, completei o meu segundo mesociclo da nova época desportiva, cujo grande objetivo é correr o Ultra Trail du Mont Blanc (UTMB), em Agosto de 2013.

Ao todo, corri 360 km com 7800 m D+, nadei 6,5 km, e pedalei 16 km. Já começo a recuperar do enorme cansaço sentido após terminar os 168 km do Ehunmilak.




Este mesociclo foi adaptado à preparação para duas provas específicas, a Meia Maratona de Portugal e o Grande Trail Serra D'Arga.

A Meia Maratona de Portugal correu-me melhor do que esperava e terminei com um tempo de chip de 01:27:16, semelhante ao tempo que tinha feito em 2011.

De resto a prova foi uma festa, com uma enorme adesão popular e com a agradável particularidade do concerto do João Gil e Luís Represas e dos Xutos e Pontapés no fim, não fora a prova fazer parte da Rock 'n' Roll Marathon Series.


Concerto dos Xutos e Pontapés


No último fim-de-semana do mesociclo, participei nos 45 km do GTSA. Essa prova mereceu uma deslocação da família inteira até Caminha, onde participámos todos, cada um na sua distância. De resto, a prova merecerá uma crónica própria, pelo que não valerá a pena alongar-me aqui.


domingo, 16 de setembro de 2012

1º Mesociclo 2012/2013

Serra da Estrela


Nas 4 semanas que decorreram entre 13/08 e 09/09, completei o meu primeiro mesociclo da nova época desportiva, cujo grande objetivo é correr o Ultra Trail du Mont Blanc (UTMB).

Ao todo, corri 412 km com 5953 m D+, nadei 5 km, e pedalei 25 km. Neste mesociclo já introduzi bastantes quilómetros e um desnível  razoável. Este ano estou decidido a introduzir mais km no meu treino e continuar a incrementar o D+. Nos 168 km do Ehunmilak apenas consegui correr ao longo dos primeiros 130, e portanto quero treinar o suficiente para estar apto a correr durante toda a prova do Monte Branco (exceto nas subidas, claro está).




No fim do ciclo participei na mítica Meia Maratona de S. João das Lampas. Este ano piorei em dois minutos o meu resultado do ano passado, mas apesar disso fiquei bastante satisfeito pois sentia-me em pior forma neste início de época. Contráriamente ao que aconteceu neste verão, no ano passado não abrandei o ritmo de treino durante o período de férias e portanto não baixei de forma. Este ano a recuperação da boa forma está a ser mais lenta do que eu gostaria, mas para ter sucesso é necessário ser capaz de ultrapassar a frustração.





A última semana do mesociclo foi passada em parte na Serra da Estrela, onde gozámos 3 dias de férias em família bem merecidas. Assentámos arraiais na excelente Casa das Penhas Douradas,  nas Penhas Douradas (1500 m de altitude), muito perto do cenário idílico do Vale do Rossim.


Em frente à Casa das Penhas Douradas


A Lena e os miúdos andaram de Kayak na barragem. Este ano a água estava fresca, mas anteriormente já lá conseguimos nadar com água a 24 ºC.


Barragem do Rossim


Aproveitámos para fazer caminhadas em família, através de uns percursos muito bem marcados e com uma descrição do percurso muito completa. Descobrimos algumas preciosidades históricas, como por exemplo a casa de "o Dr. Afonso Costa, republicano conspirador em tempos da monarquia, que, dizem as más-linguas, se refugiava nestas paragens em reuniões carbonárias e altamente conspirativas."


Casa de Afonso Costa

Ou que Álvaro Cunhal convalesceu durante uma temporada, no Hotel Pensão Montanha, "construído em 1903, para dar seguimento ao tratamento da tuberculose e outras enfermidades segundo as práticas do Sanatorium Schatzalp de Davos-Platz na Suissa"


Hotel Pensão Montanha ao fundo

As Natureza em toda a sua pujança está bem patente no inolvidável Vale das Éguas, conforme descreve o guia: "O Vale da Éguas é um vale muito suave. Belíssimo. Cheio de curiosidades. blocos de granito de formas estranhas. Afloramentos de quartzo branco e rosa. Bosques de espécies variadas. Local de pastorícia no verão. Miradouros únicos..."


Afloramento de quartzo branco e rosa, o "seixo branco"


Eu fartei-me de correr pela Serra.


Vale do Rossim em fundo


Já diz o poeta que o sonho comanda a vida e no meu caso comanda os meus treinos. Todos necessitamos  de ter um sonho para cada uma das várias áreas das nossas vidas: familiar, profissional, pessoal. São esses sonhos que  nos dão alento para continuarmos a lutar para concretizarmos os nossos objectivos.