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Pequenos conselhos práticos - Solo Duro
Imagem do Blogue de Maria Tadeu Esta rúbrica é dirigida aos Trail Runners que se estão a iniciar na modalidade e que ainda não têm prática de uma vertente muito interessante das corridas em trilhos: o "solo duro". O que é o solo duro? "Solo duro" é a expressão que indica o pavilhão gimnodesportivo, ou outras instalações semelhantes, disponibilizado pela organização, para que os atletas possam ter um local onde pernoitar antes e depois de uma prova. É solo duro, porque não inclui camas. Na melhor das hipóteses conseguem-se umas esteiras usadas na prática da ginástica e que se encontram disponíveis no pavilhão. Quanto a mim, trata-se de uma excelente opção para pernoitar, por várias razões. A saber: é gratuito; conveniente; normalmente encontra-se perto da linha de partida; e propicia o convívio. Claro que tem inconvenientes, sobretudo para os mais sensíveis. São locais agitados e barulhentos: há malta (como eu, por exemplo) que, ao ressonar, debit...
ITRA Performance Index - Everything You Always Wanted to Know But Were Afraid to Ask
The International Trail Running Association (ITRA) Performance Index is a ranking system designed to evaluate and compare trail runners globally. It provides a standardized measure of an athlete's performance based on their results in official trail running events recognized by ITRA. This system helps runners, coaches, and race organizers assess an athlete's skill level and is also used for entry qualifications in prestigious races like the UTMB® (Ultra-Trail du Mont-Blanc).
The Ministry of Doubt
In a world drowning in contradictions, doubt has become the only constant. Verena Solis, a journalist searching for truth, stumbles into a system designed not to silence, but to smother. Here, certainty is never banned — it is buried beneath noise, questions, and endless multiplication of versions. As protests collapse into paradox, as science is reframed into spectacle, she must decide whether truth can still survive when every fact is met with a thousand doubts. Atmospheric, unsettling, and urgently relevant, The Ministry of Doubt asks: what if ignorance wasn’t an accident, but the most powerful weapon of all?
Le Grand Raid des Pyrénées
Como se ultrapassa a adversidade? Onde vamos buscar as forças para persistir quando todas as fibras do nosso corpo nos ordenam que é altura de desistir? Dizem que a fadiga é uma ficção que o cérebro engendra para ordenar ao corpo que é altura de parar, antes que algo irreparável o pare definitivamente. Talvez a realidade seja toda ela uma ficção criada pela nossa mente. Ou então é um enredo que o nosso cérebro constroi, dinâmica e interactivamente, para se conseguir orientar num mundo complexo e desprovido de um propósito independente da nossa vontade. Há investigadores que dizem que temos um cérebro “social” composto por módulos, com diferentes funções. A comandar esses módulos (ou ser comandado por eles) poderá, ou não, existir uma identidade denominada o “eu”, o “self”, a “consciência”, ou o que lhe queiramos chamar. A razão porque construimos percursos e prosseguimos objectivos é porque necessitamos de um ou vários propósitos que nos orientem nesta vida. Como não so...
The Great Inversion: How AI Broke the Software Development Model We Spent 50 Years Building
Fifty Years of Paradigm Shifts: A Longer History of Breaking What Worked
O Ministério da Dúvida
Num mundo a afogar-se em contradições, a dúvida tornou-se a única constante. Verena Solis, uma jornalista em busca da verdade, tropeça num sistema criado não para silenciar, mas para sufocar. Aqui, a certeza nunca é proibida — é enterrada sob ruído, perguntas e uma multiplicação interminável de versões.
De Vela até aos Açores
MIUT - Madeira Island Ultra Trail
Primeiros 100 km da prova, até a bateria do Garmin morrer, que o corpo esse continuou... Link para o Strava (carregar na imagem): Lector in fabula Sempre preferi os loucos… Abro os olhos sobressaltado! Onde estou eu? Como vim aqui parar? Olho lentamente em redor… aos poucos as imagens vão-se fixando e a memória vai retornando... Estou na Ilha da Madeira, a subir vagarosamente para o Pico Ruivo. Devo ter cerrado os olhos momentaneamente e passado instantaneamente pelas brasas. Que horas são? Olho para o Garmin. São 11h40. Ainda só estou a subir há 20 minutos. Tocados pelo fogo. O truque é nunca parar. Custe o que custar, continuar sempre a colocar um pé adiante do outro. Subir degrau a degrau. É como andar de bicicleta. Se pararmos caímos. “Os que levam a vida inteira como alcoólicos e neuróticos são mais interessantes, as pessoas falam deles e contam as suas anedotas, enquanto os tranquilos só fazem o seu trabalho.” - Joyce Carol Oates E...
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