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Como é fazer uma Ultra de 100 milhas

Como é, por dentro, fazer uma prova de 100 milhas em montanha — o que o corpo, a noite e a cabeça fazem ao longo de 40 a 57 horas, e o lado prático que fui documentando: material, mais de 20.000 kcal, sacos de muda, ritmo e recuperação. Oito provas de 100 milhas por dentro, na primeira pessoa.

O que os meus dados de treino dizem sobre a preparação para ultras

O lado normalmente invisível do acervo, agora em versão expandida: 48 mil km de treino em dezassete anos, o peso (de 90 kg a 67,5 kg), a frequência cardíaca das ultras (108 bpm em 57 horas), o muro do UTMB medido posto a posto — e a lesão de 2025 visível nos dados.

Segurança e doping: os temas desconfortáveis do trail português

Post da série História do Trail Running em Portugal: segurança e doping, os temas desconfortáveis. A institucionalização silenciosa da segurança — material obrigatório, enfermeiros e bombeiros nos postos, busca e resgate em montanha, seguro, homologação — e o doping como vazio documental: nem casos, nem estatísticas de controlo, apenas uma reivindicação interna de 2015. O vazio tratado como pergunta, não como veredicto.

A «Armada Portuguesa»: o trail português no palco internacional

Post da série História do Trail Running em Portugal: a «Armada Portuguesa». O colectivo de atletas que levou Portugal a Badwater, UTMB, Tor des Géants e aos Mundiais entre 2010 e 2020 — com palmarés verificado (Carlos Sá, Armando Teixeira, Lucinda Sousa) e a desambiguação honesta do nome: projecto de treino de Paulo Pires (APT/beAPT) vs. metáfora nacional. Origem e fronteiras do rótulo declaradas como lacuna.

Aspectos comerciais e económicos: quem paga, quem recebe, quanto custa uma prova?

Post da série História do Trail Running em Portugal: os aspectos comerciais e económicos. Quem paga, quem recebe, quanto custa uma prova? As três torneiras da receita, a série de preços 2012–2025, o voluntariado como subsídio invisível, as plataformas e franquias, o impacto territorial e a licença federativa. Volume de negócio e viabilidade ficam declarados como lacuna.

Profissionalização real dos atletas: quem, em Portugal, vive do trail?

Post da série História do Trail Running em Portugal: a profissionalização real dos atletas. Quem, em Portugal, vive do trail? Um caso claro (Carlos Sá / Berg Outdoor), um patrocínio institucional (Prozis / ATRP) e o contraponto sociológico — do amador puro ao profissional a tempo inteiro. O escalão apoiado e os montantes reais ficam declarados como lacuna.

Equipamento e nutrição no ultra trail: o que calçamos, carregamos e comemos

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Post da série História do Trail Running em Portugal: a evolução material do ultra trail — calçado específico, bastões, material obrigatório de segurança, copo reutilizável, géis e sais, relógio e dados. Contada pela evolução dos regulamentos das provas e pelo arco de 15 anos de um praticante. Lacunas de mercado e retalho declaradas.

A investigação académica sobre o trail português: o que a ciência já sabe — e quem a faz

Post da série História do Trail Running em Portugal: a investigação académica sobre a modalidade — quem a estuda, o que a ciência já sabe (lesões, treino, psicologia, território) e as pontes entre academia e prática, da pós-graduação de Melgaço ao seleccionador nacional. Mapa por amostragem, lacunas declaradas.

Treino e treinadores: do autodidacta ao coaching estruturado

Post da série História do Trail Running em Portugal: treino e treinadores — da cultura autodidacta ao coaching estruturado, pelo caso melhor documentado (o treinador Paulo Pires, ligado a Carlos Sá e à beAPT) e pela memória de quem foi seu atleta. Lacunas declaradas e proximidade do autor.

Histórias do meio da tabela

Companheiro do Dossiê 44: se os números medem o pelotão, estas dez crónicas contam-no. Histórias reais de quem corre no meio e no fundo da tabela — a primeira ultra, a transformação do sedentário, o joelho operado, o DNF sem remorso, o cut-off vivido —, recolhidas de blogues públicos, com citação verbatim e privacidade respeitada.

Atletas de pelotão: a maioria silenciosa que sustenta o trail

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Post da série História do Trail Running em Portugal: os atletas de pelotão — a maioria silenciosa para quem terminar já é vencer. Com dados de 570 mil classificações portuguesas, mostra-se que a modalidade não está no pódio, está no meio da tabela: quem é, quanto pesa e porque paga a festa o pelotão.

Organizadores profissionais vs. associativos: uma linha de fractura no trail

Post da série História do Trail Running em Portugal: organizadores profissionais vs. associativos — do modelo voluntário de clubes e confrarias às empresas de eventos e franquias internacionais. Um espectro, não um binário, com lacunas declaradas e proximidade do autor.