Mensagens

Publicação em destaque

Portugueses lá fora: do pelotão às grandes provas internacionais

Portugueses lá fora: do primeiro finisher português do UTMB (2004) aos ~200 sorteados por ano; os contingentes de pelotão nas grandes ultras internacionais, a arqueologia do termo «armada», partidas, finishers e desistências, e as viagens em grupo.

Portugal e a ITRA / UTMB: a régua, as pedras e os dois caminhos

Portugal e a ITRA / UTMB World Series: um português entre os 14 fundadores da ITRA, o MIUT no Ultra-Trail World Tour e no World Trail Majors, o Oh Meu Deus como primeira prova portuguesa «by UTMB» — e o ranking ITRA no apuramento dos campeonatos nacionais.

Anatomia do ultra — o que decide uma prova de 40 a 57 horas

O que decide uma prova de 40 a 57 horas? Este post fecha o tríptico do pelotão integrando os seis dossiês do Acervo de Endurance num só arco: da origem clínica de 2008 aos quase 50 mil km de treino, do muro do UTMB medido posto a posto à tabela dos desfechos que o VO2max não explica — com o preço incluído e os limites declarados.

Do sofá de praia à linha de partida (2008–2010)

Imagem
Abril de 2008: 40 anos, ~90 kg, hipertensão, colesterol alto, sedentarismo — e uma fotografia numa espreguiçadeira de praia. Maio de 2010: a linha de partida do primeiro ultra trail. O prequel de toda a série: os dois anos de transformação, documentados com datas e pesagens — e sem receitas.

O que leva ao sucesso numa ultra de mais de 160 km

Imagem
Que características levam ao sucesso numa prova de trail com mais de 160 km — físicas, mentais e as outras? O modelo clássico da performance, a teia de fatores do ultra-trail e a ciência dos limites mentais, testados contra uma década de 100 milhas — com os abandonos incluídos, porque são os que mais ensinam.

Circuito Nacional de Trail: hierarquia, legitimação e impacto

Imagem
Post da série História do Trail Running em Portugal: o Circuito Nacional de Trail como mecanismo de hierarquização e legitimação das provas — e porque compor o circuito era, na prática, exercer poder sobre a modalidade. Proximidade do autor declarada; lacunas assumidas.

Como é fazer uma Ultra de 100 milhas

Imagem
Como é, por dentro, fazer uma prova de 100 milhas em montanha — o que o corpo, a noite e a cabeça fazem ao longo de 40 a 57 horas, e o lado prático que fui documentando: material, mais de 20.000 kcal, sacos de muda, ritmo e recuperação. Oito provas de 100 milhas por dentro, na primeira pessoa.

O que os meus dados de treino dizem sobre a preparação para ultras

Imagem
O lado normalmente invisível do acervo, agora em versão expandida: 48 mil km de treino em dezassete anos, o peso (de 90 kg a 67,5 kg), a frequência cardíaca das ultras (108 bpm em 57 horas), o muro do UTMB medido posto a posto — e a lesão de 2025 visível nos dados.

Segurança e doping: os temas desconfortáveis do trail português

Post da série História do Trail Running em Portugal: segurança e doping, os temas desconfortáveis. A institucionalização silenciosa da segurança — material obrigatório, enfermeiros e bombeiros nos postos, busca e resgate em montanha, seguro, homologação — e o doping como vazio documental: nem casos, nem estatísticas de controlo, apenas uma reivindicação interna de 2015. O vazio tratado como pergunta, não como veredicto.

A Armada Portuguesa do Trail (APT): o projecto que levou o trail português ao palco internacional

Post da série História do Trail Running em Portugal: a Armada Portuguesa do Trail (APT), o projecto de treino de Paulo Pires — o nome documentado, o núcleo de atletas, os estágios, o plano de 2014 em ficheiros datados e o palmarés internacional que lhe deu visibilidade.

Aspectos comerciais e económicos: quem paga, quem recebe, quanto custa uma prova?

Post da série História do Trail Running em Portugal: os aspectos comerciais e económicos. Quem paga, quem recebe, quanto custa uma prova? As três torneiras da receita, a série de preços 2012–2025, o voluntariado como subsídio invisível, as plataformas e franquias, o impacto territorial e a licença federativa. Volume de negócio e viabilidade ficam declarados como lacuna.

Profissionalização real dos atletas: quem, em Portugal, vive do trail?

Post da série História do Trail Running em Portugal: a profissionalização real dos atletas. Quem, em Portugal, vive do trail? Um caso claro (Carlos Sá / Berg Outdoor), um patrocínio institucional (Prozis / ATRP) e o contraponto sociológico — do amador puro ao profissional a tempo inteiro. O escalão apoiado e os montantes reais ficam declarados como lacuna.