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Publicação em destaque

Equipamento e nutrição no ultra trail: o que calçamos, carregamos e comemos

Post da série História do Trail Running em Portugal: a evolução material do ultra trail — calçado específico, bastões, material obrigatório de segurança, copo reutilizável, géis e sais, relógio e dados. Contada pela evolução dos regulamentos das provas e pelo arco de 15 anos de um praticante. Lacunas de mercado e retalho declaradas.

A investigação académica sobre o trail português: o que a ciência já sabe — e quem a faz

Post da série História do Trail Running em Portugal: a investigação académica sobre a modalidade — quem a estuda, o que a ciência já sabe (lesões, treino, psicologia, território) e as pontes entre academia e prática, da pós-graduação de Melgaço ao seleccionador nacional. Mapa por amostragem, lacunas declaradas.

Treino e treinadores: do autodidacta ao coaching estruturado

Post da série História do Trail Running em Portugal: treino e treinadores — da cultura autodidacta ao coaching estruturado, pelo caso melhor documentado (o treinador Paulo Pires, ligado a Carlos Sá e à beAPT) e pela memória de quem foi seu atleta. Lacunas declaradas e proximidade do autor.

Histórias do meio da tabela

Companheiro do Dossiê 44: se os números medem o pelotão, estas dez crónicas contam-no. Histórias reais de quem corre no meio e no fundo da tabela — a primeira ultra, a transformação do sedentário, o joelho operado, o DNF sem remorso, o cut-off vivido —, recolhidas de blogues públicos, com citação verbatim e privacidade respeitada.

Atletas de pelotão: a maioria silenciosa que sustenta o trail

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Post da série História do Trail Running em Portugal: os atletas de pelotão — a maioria silenciosa para quem terminar já é vencer. Com dados de 570 mil classificações portuguesas, mostra-se que a modalidade não está no pódio, está no meio da tabela: quem é, quanto pesa e porque paga a festa o pelotão.

Organizadores profissionais vs. associativos: uma linha de fractura no trail

Post da série História do Trail Running em Portugal: organizadores profissionais vs. associativos — do modelo voluntário de clubes e confrarias às empresas de eventos e franquias internacionais. Um espectro, não um binário, com lacunas declaradas e proximidade do autor.

A ATRP por dentro: história institucional completa (2012–2026)

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Post da série História do Trail Running em Portugal: história institucional completa da ATRP (2012–2026) — o trabalho, as vicissitudes, as conquistas e as polémicas, com base em documentação interna e em fontes públicas. Parcialidade do autor declarada.

Conflitos institucionais: ATRP, FPA e o montanhismo federado

Post da série História do Trail Running em Portugal: os conflitos institucionais da modalidade entre o atletismo federado (FPA), o montanhismo federado (FCMP/FPME) e a associação sectorial (ATRP) — com a proximidade do autor declarada e as lacunas assumidas.

The Inversion, Confirmed: What Two Months Did to The Great Inversion

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Series Navigation The Great Inversion  |  Fifty Years of Paradigm Shifts  |  The Unreliable Agent  |  The Burning Question  |  The Physical App Store  |  Current: The Inversion, Confirmed A Two-Month Follow-Up The Inversion, Confirmed What two months did to The Great Inversion — and the one rung of the ladder I never saw coming. By Luís Matos Ferreira · June 2026 · Licensed CC BY 4.0 Cover image for this follow-up essay. On the evening of 12 June 2026, the best model I had access to stopped working for me — because of where I was born. I had spent three days with Claude Fable 5. It launched on the 9th as Anthropic's most capable public system, and for those three days it was the sharpest collaborator I had ever put in front of a specification. Then, at 5:21pm Eastern, the US Commerce Department handed Anthrop...