The International Trail Running Association (ITRA) Performance Index is a ranking system designed to evaluate and compare trail runners globally. It provides a standardized measure of an athlete's performance based on their results in official trail running events recognized by ITRA. This system helps runners, coaches, and race organizers assess an athlete's skill level and is also used for entry qualifications in prestigious races like the UTMB® (Ultra-Trail du Mont-Blanc).
- What’s your secret? - I am just gonna keep running… Cliff Young I will write this post in English. Actually, I will mostly just re-print information from several sources, but I will show all references, in order not to incur in plagiarism. This is the story of an ordinary man who performs extraordinary feats. His name was Cliff Young, and he was the least likely hero that any Nation could come up with. "Albert Ernest Clifford "Cliff" Young , OAM (8 February 1922 [1] – 2 November 2003 [2] ) was an Australian potato farmer [2] and athlete from Beech Forest, Victoria . Born the eldest son and the third of seven children of Mary and Albert Ernest Young on 8 February 1922, Albert Ernest Clifford Young grew up on a farm in Beech Forest in southwestern Victoria. [1] " https://en.wikipedia.org/wiki/Cliff_Young_(athlete) ...
Bénéteau First 24, La Licorne Bénéteau First 24, La Licorne. Horta, Faial A sanidade mental é uma defesa orquestrada pela mente para sobreviver à condição humana
Em duas décadas, o trail português passou de uma prova mais longa que mal chegava aos 100 km para um pelotão de ultras «XL»: as 100 milhas normalizadas, um teto contínuo nos 300 km (a ALUT, no Algarve) e o backyard, que já nem fixa a distância à partida. Este dossiê traça a timeline datada de «a mais longa de Portugal» e mede a escalada com o arquivo de classificações do autor — corrigindo, logo à cabeça, a ideia de que «a Freita foi a mais longa».
Post da série História do Trail Running em Portugal: história institucional completa da ATRP (2012–2026) — o trabalho, as vicissitudes, as conquistas e as polémicas, com base em documentação interna e em fontes públicas. Parcialidade do autor declarada.
Entre a cultura de montanha que já existia (Dossiê 61) e o trail moderno que chegaria depois, houve uma disciplina intermédia: as corridas de montanha competitivas dos anos 90 e 2000. Este dossiê é o seu panorama nacional — e mostra que ela não correu numa casa federativa única, mas em duas linhagens paralelas, a do atletismo (com campeão nacional já em 1996) e a do montanhismo (a FPME, de 2002). Foi essa dualidade que o trail herdou.
O trail running português não se entende sem o pano de fundo mundial que importou: o fell running britânico do séc. XIX, o ultra norte-americano (Western States 1974, Leadville 1983), o UTMB (2003), o skyrunning, e a institucionalização (ITRA 2013, World Athletics 2015). Este é o capítulo-referência da série — e o relógio contra o qual Portugal se lê, chegando por volta de 2005–2008, uma geração depois dos acontecimentos fundadores.
Entre o atleta e a prova há uma camada que quase ninguém olha: a plataforma de inscrição. Acorrer, Lap2Go, Stop and Go e All4Running concentram o tráfego e embutem o custo no preço — invisível. A RaceFinder, a única com entidade legal pública, documenta e cobra uma taxa de serviço ao atleta. Uma assimetria de transparência — e o Estado federativo a centralizar o que era associativo.
In a world drowning in contradictions, doubt has become the only constant. Verena Solis, a journalist searching for truth, stumbles into a system designed not to silence, but to smother. Here, certainty is never banned — it is buried beneath noise, questions, and endless multiplication of versions. As protests collapse into paradox, as science is reframed into spectacle, she must decide whether truth can still survive when every fact is met with a thousand doubts. Atmospheric, unsettling, and urgently relevant, The Ministry of Doubt asks: what if ignorance wasn’t an accident, but the most powerful weapon of all?
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