O trail running português não se entende sem o pano de fundo mundial que importou: o fell running britânico do séc. XIX, o ultra norte-americano (Western States 1974, Leadville 1983), o UTMB (2003), o skyrunning, e a institucionalização (ITRA 2013, World Athletics 2015). Este é o capítulo-referência da série — e o relógio contra o qual Portugal se lê, chegando por volta de 2005–2008, uma geração depois dos acontecimentos fundadores.
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