Covid-19 the Sequel

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At least I'm not pregnant



Haja algo positivo na minha vida!!!








Este é o meu segundo encontro com o Covid.

O primeiro foi em Março de 2020 conforme está relatado aqui no meu blog.

Da primeira vez apanhei uma estirpe pre-alpha, e desta foi a Omicron. Estou a tentar o bingo do Covid!

 

 

 

Na 4ª feira dia 15/06/2022 fui buscar o meu sobrinho e a namorada ao aeroporto. Ou apanhei o vírus logo nesta ocasião ou então foi quando jantei com eles no domingo dia 19.

Fomos jantar à marina de Oeiras e como estava um pouco fresco nos dias seguintes pensei que tinha ficado constipado. Esse é um mito comum, que nos foi incutido pelos nossos avós, e eu próprio tenho dificuldade em evitá-lo. Não é o frio que provoca uma constipação e sim a exposição a um vírus.

Seja como for, na segunda-feira comecei a ter ligeiros sintomas, com garganta arranhada. No dia seguinte, no aniversário da minha irmã, a garganta estava pior. Nesse dia soubemos que a Rebecca, namorada do Tiago estava positiva. 

 

 

 

 

Portanto quando chegou a 5ª de feira de manhã e eu me sentia muito pior, resolvi fazer um auto-teste, o qual deu positivo.

Avisei os meus colegas de trabalho e no dia seguinte de manhã liguei para o SNS24, percorrendo os passos habituais marcação de teste em laboratório para o próprio dia. Aliás, recebi o sms do SNS e dirigi-me logo para o laboratório, onde não tive que aguardar porque era a única pessoa à espera de ser atendida. 

Uma hora depois recebi por email o resultado positivo do teste confirmatório e acedi ao site do SNS para validar a Declaração de Isolamento.

O meu período de isolamento tinha início na 6ª feira dia 24/06 e término na 5ª feira dia 30/06.

Inicialmente pensei que estava em condições para fazer trabalho remoto e preenchi o workflow correspondente.

No entanto durante o fim-de-semana os meus sintomas pioraram bastante. No sábado à noite tinha a garganta muito inflamada, com dificuldade em engolir e alguma falta de ar. Nessa altura confesso que apanhei um pequeno susto.

Domingo estava ligeiramente melhor, mas resolvi ligar para o médico da Médis. Receitou-me ibrufeno, paracetamol e um corticóide (prednisolona).

Ao fim do dia resolvi que não estaria em condições para trabalhar. Enviei uma mensagem para o meu chefe, a pedir-lhe para rejeitar o CAS do Trabalho Remoto, e enviei uma mensagem para os Recursos Humanos a informar que iria estar de baixa 5 dias úteis.

 



Ainda não mencionei que este ano, tenho estado a participar num programa de reskilling da Vodafone, a fim de mudar de funções dentro da empresa. O programa começou em Setembro de 2021, e implica uma carga horária diária pesada, para além das horas normais de trabalho. 

Logo por azar, o projeto final do programa calhou nas duas semanas em que estive sintomático com covid. O projeto final foi ambicioso e deu muito trabalho. Tratava-se de montar a estrutura básica uma loja de e-commerce em apenas duas semanas. Na primeira semana ainda consegui trabalhar com um bom ritmo. Quando os sintomas se instalaram-se, sobretudo o enorme cansaço e as dores de cabeça dos últimos dias, tornou-se tudo muito mais difícil.

Para além do mais, há apenas 3 meses coloquei um aparelho dentário, e na 4ª feira dia 22 fui à consulta para colocar os brackets que faltavam e ajustar a tensão dos arames. Isso causa sempre um incomodo grande durante alguns dias, mas para piorar o arame soltou-se no último molar e ficou a perfurar um belo buraco na minha bochecha. Como na 6ª feira entrei em isolamento, tive que esperar por dia 1 de Julho para resolver o problema. 

Enfim, as últimas duas semanas foram bastante desafiantes, mas consegui levar tudo a bom termo.

No meu caso os sintomas principais do covid foram um grande cansaço, uma forte inflamação na garganta, alguma tosse seca, e agora no final começaram as dores de cabeça, que ainda continuam.


No dia 1 já trabalhei, e no sábado dia 2, retomei os treinos na Serra de Sintra, na companhia do camarada Rui Faria.

Não foi um treino fácil. ao fim de 5 kms comecei a ter dificuldade em respirar e a sentir a cabeça zonza. O que vale é que o Rui adaptou o seu ritmo ao meu. A partir daí praticamente andámos o tempo todo, com alguns intervalos para trotar um pouco.

A certa altura cruzámos-nos com uns amigos, o Miguel, o António, que referiram que até recuperarem plenamente do covid, ainda demorou uns bons 2 meses, que aliás é também a experiência do Rui.

Mas, covid ou não covid, soube incrivelmente bem estar na Serra, com um bom amigo, o tempo todo no beca-beca.

No fim umas minis para rematar uma excelente manhã. Não há Covid que nos pare!

 

 


 



 

 


 



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