Das corridas de montanha da FPME em 1998 à consagração internacional em dois Campeonatos do Mundo
"Ver 2000 pessoas a correr 170 km sem parar foi o primeiro passo para começar a olhar para o Trail Running de outra forma. Sentir a liberdade, descobrir novos…"
"Ver 2000 pessoas a correr 170 km sem parar foi o primeiro passo para começar a olhar para o Trail Running de outra forma. Sentir a liberdade, descobrir novos trilhos e paisagens; tentar ir mais longe, para lá do limite." - Carlos Sá
Memória amadora · Versão v2 · Maio 2026
Trail Running em Portugal: Uma História de Montanha, Resistência e Comunidade
Das corridas de montanha da FPME em 1998 à consagração internacional em dois Campeonatos do Mundo — uma síntese pessoal sobre a evolução da modalidade em Portugal.
🏔 Portugal · 1995–2026📖 Memória de praticante📊 17 secções
O que este texto é, e o que não é. Este documento é uma memória amadora, escrita por um praticante e ex-dirigente da modalidade. Não é um estudo histórico académico, não tem revisão por pares, não foi sustentado em pesquisa primária sistemática (entrevistas formais, arquivos institucionais, fundos privados) e contém o viés inevitável de quem escreve a partir de dentro. Vale como ponto de partida e como contributo para uma história mais rigorosa que outros, em devido tempo, terão de fazer.
Sou cofundador e associado n.º 2 da Associação de Trail Running de Portugal (ATRP), praticante de trail running desde 2010, finisher de oito provas de 100 milhas, autor do blog dorsal1967 citado no próprio texto, e participante regular nos circuitos nacionais ao longo de mais de uma década. Vários dos protagonistas mencionados neste documento são pessoas com quem trabalhei, treinei, organizei circuitos ou tenho relações de amizade. Sinto-me, aliás, um privilegiado por ter começado a praticar trail numa altura em que a modalidade começava a crescer em Portugal — foi isso que me deu a oportunidade de conhecer tantos dos seus protagonistas. É também, antes de tudo, uma paixão: poucas coisas me dão maior sentido de liberdade e de comunhão com a natureza.
A esta experiência de dentro soma-se uma credencial de outro domínio: durante quatro anos fiz investigação em história da ciência, no quadro de uma tese de doutoramento. É daí que vem alguma familiaridade com o método historiográfico — a crítica de fontes, a distinção entre fonte primária e secundária, a declaração de incerteza — que procuro aplicar nesta série. Familiaridade não é o mesmo que prática profissional: este texto continua a ser trabalho amador, feito sem o tempo, a distância e a revisão por pares que uma investigação formal exigiria. Mas explica por que razão o aparato metodológico desta série é o que é.
Esta proximidade torna possível este texto — pelo acesso a memória, contactos e contexto — e, ao mesmo tempo, condiciona-o. O leitor deve assumir que a narrativa institucional, em particular tudo o que diz respeito à ATRP e ao processo de integração com a Federação Portuguesa de Atletismo, é contada de uma posição interna, e não a partir de uma observação neutra. Os capítulos sobre conflitos institucionais, política federativa e relação com a FPME, a FCMP e a FPA são, por isso, deliberadamente sumários: tratá-los a fundo exigiria um trabalho que não estou em posição de fazer com a distância necessária.
Tentei ser leal aos factos onde os conheço e cauteloso onde não os conheço. Sublinho cada estimativa como tal, sinalizo cada fonte que não consegui verificar, e prefiro deixar buracos visíveis a tapá-los com afirmações que não consigo sustentar.
Nota Metodológica
A história do trail running em Portugal não nasce de um único momento fundador. Para evitar uma leitura simplista, este documento distingue três genealogias que se sobrepõem no tempo:
Quando este documento usa os termos "primeiro", "pioneiro", "fundador" ou "mais antigo", esses qualificativos aplicam-se sempre a uma das categorias acima, nunca de forma absoluta. O trail português não nasceu de um único dia; resultou da convergência de múltiplas tradições e projectos.
Sobre as fontes. A bibliografia consultada está organizada por categoria temática e referenciada no texto pelo sistema [R1]–[R44]. Sempre que uma afirmação se apoia em estimativa, fonte indisponível à data de redacção ou memória pessoal, é assinalada como tal — com a marca est ao lado de valores aproximados, com itálico cinzento em parágrafos com fonte fragilizada, e em caixas próprias quando a fragilidade é central ao argumento. Reconheço que muitas das fontes mobilizadas são da própria comunidade do trail (blogs, sítios de provas, arquivos digitais mantidos por voluntários) — o que é coerente com o estatuto amador deste texto, mas significa também que a triangulação com fontes independentes é, em vários pontos, insuficiente.
⚠ Ausência de historiografia prévia
Esta é uma constatação que vale a pena fazer logo aqui, porque condiciona tudo o que se segue. Não existe, tanto quanto consegui apurar, historiografia académica sobre o trail running em Portugal. Não há nenhuma tese, monografia ou artigo de história do desporto que tome como objecto a evolução da modalidade, os seus fundadores, as suas instituições, os seus conflitos.
O que existe — e que mobilizo nos capítulos seguintes — é literatura académica em ciências do desporto, geografia e turismo que usa o trail running português como amostra para estudar fisiologia, psicologia, lesões, motivação, perfil dos praticantes ou impacto territorial. É útil, e está sub-representada na v1 deste documento; mas não é história, e não substitui o trabalho historiográfico que está por fazer. O presente texto, com as suas limitações de amador, é portanto, tanto quanto sei, dos primeiros esforços de sistematização — facto que torna o cuidado metodológico mais importante (porque o texto pode ser citado por outros como referência), mas não substitui a história rigorosa que outros, em devido tempo, terão de escrever.
Critério editorial para "primeira prova"
"Corridas de montanha" designa o percurso federado e competitivo que antecede o trail moderno. "Provas com DNA de trail" designa eventos em terreno natural que antecipam a linguagem actual. "Trail moderno" designa provas desenhadas com a cultura, distância, autonomia, tecnicidade e experiência territorial que passaram a caracterizar a modalidade na década de 2000.
Fontes audiovisuais e memória visual
Os vídeos associados a este artigo não são meros elementos decorativos. Foram seleccionados quando ajudam a documentar uma fase, uma prova, um território ou uma voz da modalidade. Alguns aproximam-se do testemunho documental, como Os Filhos da Freita; outros são peças promocionais de organizações, úteis pela sua força visual mas condicionadas pelo seu objectivo comunicacional.
Por isso, estas fontes audiovisuais são tratadas com valor desigual: ajudam a compreender a cultura visual do trail, a relação com o território, a escala dos eventos e a memória interna das organizações, mas não substituem resultados oficiais, arquivos, entrevistas, documentação institucional e fontes independentes.
Questões em disputaHá zonas onde a memória comunitária, as fontes institucionais e os critérios de classificação nem sempre coincidem: a definição de "primeira prova", a fronteira entre corrida de montanha e trail running, a relação ATRP/FPA/FPME, os números de associados, a evolução real da participação feminina, a profissionalização económica da modalidade e o peso do voluntariado. Este texto prefere deixar essas zonas visíveis a resolvê-las por autoridade.
Nota Introdutória
Este documento é uma síntese sobre a evolução do trail running em Portugal — desde as corridas em montanha dos anos 1990 até à modalidade hoje organizada em circuitos federativos. Aborda os seus protagonistas, as provas que marcaram cada época, as estruturas associativas e federativas, e tenta tocar — com a brevidade e a cautela que o estatuto amador impõem — alguns aspectos científicos, culturais e sociológicos.
O leitor encontrará um documento desigual: capítulos onde sou testemunha directa têm densidade de detalhe que outros não têm; capítulos onde dependo de literatura externa (fisiologia, psicologia, comparação internacional) são inevitavelmente mais sumários. Onde a desigualdade for escândalo, esforço-me por dizê-lo.
O trail running é também uma comunidade humana construída por pessoas que raramente apareceram nas capas: organizadores voluntários, arquivistas digitais, treinadores amadores, bloguers, fotógrafos, famílias e corredores de todas as condições físicas. Procuro mencioná-los — sem fingir que esgoto a tarefa.
1. Contexto Global: As Origens do Trail Running no Mundo
1.1. Raízes Ancestrais
A corrida em terreno natural é o gesto atlético mais antigo da humanidade. As culturas do pastoreio nas serras da Península Ibérica, os mensageiros de civilizações pré-colombianas, e os Tarahumara do México (popularizados internacionalmente pelo livro Born to Run de Christopher McDougall, 2009) são alguns testemunhos desta vocação. Na Europa, as primeiras corridas organizadas em terreno acidentado surgem no século XIX em Inglaterra e Escócia sob a forma do fell running — corridas em montanha sem percurso totalmente marcado.
1.2. O Trail Running Moderno
O trail running como modalidade organizada tem origem contemporânea nos Estados Unidos, com provas como a Western States Endurance Run (1974) e a Leadville Trail 100 (1983). Em 1996 foi fundada a American Trail Running Association (ATRA). Na Europa, foi o Ultra Trail du Mont Blanc (UTMB), criado em 2003 por Michel e Catherine Poletti, que projectou a modalidade para escala global. A International Trail Running Association (ITRA) foi fundada em 2013 e, em 2015, a World Athletics reconheceu oficialmente o trail running como disciplina do atletismo. [R1][R2]
Marcos globais do trail running moderno
Fonte: ITRA, World Athletics [R1][R2]
Lacuna assumidaO contexto comparativo ibérico — sobretudo a história do trail em Espanha (FEDME, Salomon Spain Series, La Sportiva Mountain Running Cup) — está fora do alcance deste texto. Uma análise séria do caso português exigiria essa comparação, e fica como uma das principais lacunas que reconheço.
2. Raízes Portuguesas: Da Montanha à Corrida
2.1. A Tradição de Andar na Montanha
Em Portugal, a relação com a montanha tem raízes profundas. As comunidades serranas do Minho, Trás-os-Montes, Beiras e Alentejo utilizaram historicamente os trilhos como vias de comunicação. Romarias, marchas de peregrinação e festas em santuários de altura criaram uma cultura de deslocação pedestre em terreno natural que, sem carácter competitivo, antecedeu a modalidade actual. [R3]
A Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), criada em 1945 como Federação Portuguesa de Campismo e que incorporou o montanhismo em 1991, foi a primeira estrutura federativa a organizar actividades em montanha. [R3]
2.2. Os Clubes de Montanha
Décadas antes do trail running, vários clubes de montanhismo foram guardiões dos trilhos: o Clube de Montanha do Funchal (Madeira), os Amigos da Montanha de Barcelos, o Clube Celtas do Minho, entre outros. Muitos dos primeiros trail runners portugueses tinham raízes nestas comunidades. Em Julho de 2002, foi fundada a Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada (FPME), com missão autónoma de promover e regulamentar as actividades de montanha. [R4]
2.3. O Pedestrianismo
O pedestrianismo organizado — marchas em trilhos marcados — multiplicou-se nas décadas de 1980 e 1990, criando uma cultura de acesso e respeito pelos trilhos que aproximou populações urbanas de territórios rurais.
3. As Corridas de Montanha: O Elo de Ligação (1995–2005)
3.1. O Campeonato Nacional de Corridas de Montanha
Em 1998 realizou-se a 1.ª edição do Campeonato Nacional de Corridas de Montanha, organizado sob a égide da FPME (então ainda integrada na FCMP). Foi a primeira prova competitiva nacional concebida especificamente para correr em terreno de montanha. [R5][R6]
Os resultados da 1.ª edição revelaram talentos como Vitorina Mourato (campeã feminina) e Vítor Cordeiro (vice-campeão masculino), ambos do Atletismo Clube de Portalegre — clube que seria pioneiro também nas primeiras provas de trail. Vitorina Mourato representa uma geração que correu antes de existir a palavra "trail" em Portugal.
3.2. As Primeiras Provas com DNA de Trail
O Atletismo Clube de Portalegre organizou, em Abril de 1999, o que pode ser considerado um dos primeiros trails com DNA moderno em Portugal continental: percurso de 11 km na Serra de São Mamede, com desnível, trilhos e terreno natural. Em 2000, o mesmo clube organizou uma das jornadas do 3.º Campeonato Nacional de Montanha da FPME, na Serra da Penha. [R6]
No mesmo período, a Confraria Trotamontes ensaiava os primeiros passos em direcção à Ultra Trail da Geira Romana, encontrando na Via Nova Romana o percurso para uma prova que uniria desafio físico, história e paisagem.
3.3. A FPME como Estrutura Organizadora
A FPME, autonomizada em 2002, assumiu a tutela das corridas de montanha. O seu Circuito Nacional de Montanha tornou-se a espinha dorsal competitiva das corridas em terreno natural em Portugal e formou a primeira geração de atletas portugueses experientes em terreno de montanha. Quando o trail moderno chegou, encontrou já uma cultura competitiva estabelecida pronta a adoptar a nova linguagem. [R5]
4. A Primeira Vaga: O Trail Running Chega a Portugal (2005–2012)
4.1. O Despertar — Os Primeiros Ultra Trails
A segunda metade da década de 2000 marcou uma inflexão. Atletas portugueses que tinham participado nas primeiras edições do UTMB ou em corridas como o Grand Raid des Pyrénées regressaram com um conceito diferente: o trail europeu era mais longo, mais técnico e mais sedutor do que as corridas de montanha praticadas em Portugal.
Entre os pioneiros, Carlos Sá ocupa um lugar de destaque. Natural de Vilar do Monte (Barcelos), iniciou-se no montanhismo antes de descobrir o ultra trail. Em 2008, estreou-se na Ultra Trail da Geira (45 km) com um 2.º lugar; em 2009 venceu a mesma prova; em 2010 conquistou o Grand Raid des Pyrénées (160 km, 10.000 m de desnível), colocando Portugal no mapa internacional do ultra trail. [R7][R8]
"Ver 2000 pessoas a correr 170 km sem parar foi o primeiro passo para começar a olhar para o Trail Running de outra forma. Sentir a liberdade, descobrir novos trilhos e paisagens; tentar ir mais longe, para lá do limite."
— Carlos Sá, em entrevista a CorrerPorPrazer [R9]
4.2. A Ultra Trail da Serra da Freita
A Ultra Trail da Serra da Freita (UTSF) é, segundo a Confraria Trotamontes e a memória da comunidade, a primeira prova em Portugal continental concebida e organizada com a linguagem do trail moderno memória comunitária. A sua origem está em Verdon (sudeste de França), onde José Moutinho — Grão Mestre da Confraria, sediada em Gueifães (Maia) — participou numa prova que classificou como referência. Nos quatro anos seguintes, percorreu provas em França para aprender o conceito. Juntamente com Sálvio Nora — companheiro de fundação, falecido entretanto, a quem a prova é hoje dedicada — descobriu a Serra da Freita. Em 2006 realizou-se a 1.ª edição: 50 km na Serra da Freita. A logística ficou desde sempre nas mãos de Flor Madureira, que se tornou a coluna vertebral operacional da Confraria ao longo de quase duas décadas.
Os percursos de Moutinho ficaram conhecidos pelas suas "moutinhadas" — secções de extrema dificuldade morfológica: o "portal do inferno", os "aztecas", a subida das "escadas do martírio". A filosofia era clara: trail não é correr depressa, é ler o terreno.
"A própria confraria começou a agir como se isso fosse uma missão, não olhávamos só para o nosso umbigo. Achámos que o método seria criar células em todo o país com organizações e criar provas para se começar a dinamizar esta modalidade de trail."
— José Moutinho, em testemunho recolhido pela Confraria Trotamontes
4.3. A Ultra Trail da Geira Romana
Percorrendo a Via Nova Romana — estrada construída pelos romanos no século I d.C. que atravessa o Parque Nacional da Peneda-Gerês — a Ultra Trail da Geira Romana é uma das provas mais singulares do calendário. Os corredores passam por miliários romanos e atravessam ribeiras até às cumeadas do Gerês, percorrendo caminhos pisados há dois mil anos. [R10]
4.4. O Nascimento do MIUT
O Madeira Island Ultra Trail (MIUT) teve a 1.ª edição em 2008 e tornou-se rapidamente a mais ambiciosa prova de trail running em solo português. Na sua génese esteve um grupo de membros do Clube de Montanha do Funchal que desde 2004 tentavam atravessar a ilha em menos de 24 horas. A 1.ª edição contou com 141 participantes na ligação Ponta do Pargo–Machico. O percurso principal, hoje com cerca de 115 km e mais de 6.000 metros de desnível, atravessa a laurissilva classificada como Património Mundial da UNESCO e é considerado um dos mais tecnicamente exigentes do circuito europeu. [R11][R12]
4.5. A Comunidade Online — Fóruns e Blogs
Antes das redes sociais, o fórum "O Mundo da Corrida", mantido por Eduardo Santos, foi o espaço onde a comunidade de trail runners portugueses se encontrava. Foi aí que a primeira edição do Ultra Trail de São Mamede foi anunciada e os futuros participantes consultados sobre distâncias e datas — um exemplo pioneiro de co-criação de eventos. A plataforma Portugal Running, criada em Março de 2010 com o grupo de Facebook "Marginal à Noite", sucedeu-lhe como ponto de encontro principal. [R13]
5. A Explosão do Trail Running em Portugal (2010–2016)
5.1. Os Catalisadores do Boom
Entre 2010 e 2016, o trail running em Portugal registou um crescimento sem precedentes. Segundo o calendário compilado por Carlos Fonseca [R14], o número de provas multiplicou-se aproximadamente nove vezes entre 2009 e meados da década est. Em 2012 contavam-se cerca de 45 provas agendadas; em 2015, várias centenas.
Três factores convergiram. Primeiro, os feitos internacionais de Carlos Sá — a vitória na Badwater 2013 (217 km no Vale da Morte, primeiro português a vencer), o recorde no Aconcágua (6.962 m em 15h42m) e os top-10 no UTMB e na Marathon des Sables — geraram visibilidade mediática inédita. Segundo, as redes sociais permitiram a formação rápida de grupos de corrida, a partilha de percursos e a criação de uma identidade visual: uma fotografia ao amanhecer na Serra da Estrela valia mais do que qualquer campanha publicitária. Terceiro, num contexto de crise económica (2010–2014), a corrida tornou-se uma resposta democrática e o trail acrescentou natureza e aventura à equação.
🏆 Feitos Internacionais
Carlos Sá: Badwater 2013, Aconcágua 2013, top-4 UTMB. Visibilidade mediática inédita para a modalidade em Portugal.
📱 Redes Sociais
Facebook, Instagram, Strava e WhatsApp permitiram grupos de corrida instantâneos, partilha de percursos e identidade visual apelativa.
❤️ Saúde & Bem-estar
Crise económica 2010–2014: a corrida como resposta democrática. O trail adicionou natureza, aventura e profundidade emocional.
5.2. A Fundação da ATRP (2012)
Em Novembro de 2012 é fundada a Associação de Trail Running de Portugal (ATRP). A direcção fundadora foi composta por seis atletas: José Bomtempo, José Guimarães, José Carlos Santos (presidente), Luís Matos Ferreira (autor deste texto), Paulo Jorge e Pedro Neiva. Em 2013, João Mota juntou-se à direcção. [R15]
José Carlos Santos — atleta de trail desde 1995 e primeiro presidente (2012–2015) — foi figura central. Após participar na 1.ª Conferência Internacional de Trail Running em Courmayeur, regressou convicto de que Portugal precisava de uma entidade própria. A sua dimensão internacional — cofundador e director executivo da ITRA, seleccionador nacional entre 2015 e 2024 — conferiu desde o início à ATRP uma orientação global.
Em 2013, poucos meses após a fundação da associação, a ATRP lançou o seu primeiro Circuito Nacional de Trail, com um conjunto inicial de provas seleccionadas. Em 2014, a estrutura competitiva foi aprofundada e alargada, com circuitos por distância, incluindo Trail e Ultra Trail. Em Maio de 2014, a ATRP foi também aceite como associado extraordinário da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA). No final de 2013 contava com cerca de 900 associados; em 2020 superava os 11.000 est, fonte original [R16] indisponível à data — valor citado em comunicação interna ATRP/imprensa, a confirmar. A partir de 2023, com a integração no sistema de filiação da FPA, os atletas que pretendam participar nos circuitos e campeonatos nacionais passaram a filiar-se directamente na Federação. [R15][R16][R17][R35][R36][R37]
Aviso de proximidadeO autor deste texto faz parte da direcção fundadora citada acima. Tudo o que se segue sobre a ATRP é narrado a partir de uma posição interna. Uma história institucional independente — incluindo as fricções, divergências e debates internos que naturalmente acompanham qualquer construção associativa — está por fazer e não cabe neste documento.
ATRP — Crescimento de associados (2012–2020)
5.3. A Primeira Selecção Nacional (Annecy, 2015)
Um marco da consolidação institucional foi a presença portuguesa no Campeonato do Mundo de Trail Running de 2015, em Annecy, França — a primeira vez que uma selecção nacional participou numa prova mundial da especialidade. Oito atletas foram seleccionados a partir dos circuitos nacionais de 2013 e 2014: Carlos Sá, Nuno Silva, Luís Mota e Hélder Ferreira (masculinos); Ester Alves, Júlia Conceição, Lucinda Sousa e Susana Simões (femininas). O estágio preparatório decorreu no Vale do Rossim, Serra da Estrela, organizado pela ATRP em parceria com Armando Teixeira e o Estrela Grande Trail. [R18][R19]
5.4. Os Campeonatos do Mundo em Solo Português
A consagração de Portugal como destino de trail veio com dois Campeonatos do Mundo realizados em solo nacional: em 2016, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, e em 2019, em Miranda do Corvo e na região das Aldeias do Xisto. Estes eventos atraíram atletas de dezenas de países e geraram cobertura mediática internacional. O MIUT consolidou-se neste período: em 2015 foi aceite no Ultra Trail World Tour; em 2016 registou 2.041 participantes de 41 países; em 2017 atingiu 2.490 participantes de 45 nacionalidades. [R11]
6. Crescimento, Demografias e Dados dos Praticantes
6.1. A Evolução do Número de Provas
O crescimento do número de provas é um dos indicadores mais expressivos da popularidade da modalidade. Em 2012 contavam-se cerca de 45 provas agendadas. Os dados de Carlos Fonseca apontam um crescimento de aproximadamente nove vezes entre 2009 e meados da década de 2010 est. [R14] Em 2015, a dissertação de mestrado da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril sistematizou a evolução dos participantes entre 2006 e 2015 e o perfil dos praticantes — tornando-se a fonte académica de base para compreender a primeira década de crescimento. Em 2018, o estudo de Julião, Valente e Mendes (CICS.NOVA/UNL) registou 68 corridas em 35 eventos no calendário oficial do continente. [R20][R21][R14]
6.2. Membros da ATRP
Ao fim do primeiro ano de existência (Novembro de 2013), a ATRP contava com cerca de 1.000 est, comunicação institucional ATRP, não auditado associados em representação de mais de 90 clubes. Em Maio de 2014 tinha 1.500 est, comunicação institucional ATRP, não auditado associados e representava mais de 120 associações. Em 2020, o número ultrapassava os 11.000 est, valor de comunicação institucional, não auditado. [R15][R16]
6.3. Filiados na Federação Portuguesa de Atletismo
Em 2016, a FPA registava 14.542 atletas filiados. A modalidade cresceu de forma consistente, atingindo 19.439 em 2019. A pandemia interrompeu a trajectória: 2021 registou 17.396. A retoma foi vigorosa: 20.273 em 2022, 21.875 em 2023 e 23.835 em 2024, um crescimento de 61% face a 2016. Em 2024, dez associações regionais bateram recordes históricos, com Lisboa (3.504), Porto (2.792) e Madeira (2.137) à cabeça. [R22][R23]
Filiados FPA 2016–2024
Fonte: FPA — Relatório de Actividade e Contas 2024 [R23]
Distribuição regional 2024 (top-5)
6.4. Perfil dos Praticantes
Os estudos disponíveis traçam um perfil aproximado: predominantemente masculino (apesar de a participação feminina ter crescido significativamente nos anos recentes — segundo a ATRP, de cerca de 15% no início para próximo de 30% em 2025 est); com idade média entre os 35 e os 50 anos; com habilitações literárias acima da média nacional; com profissões de classe média e média-alta. Esta sociologia tem implicações importantes para qualquer afirmação sobre o trail como modalidade "democrática" — voltarei ao tema mais à frente. [R20][R21]
7. As Provas Icónicas — Geografia do Trail Português
O trail português distribui-se geograficamente por todo o território, com concentrações regionais que reflectem a topografia, a tradição associativa e a capacidade das comunidades locais para transformar caminhos em eventos. Os exemplos seguintes não esgotam a geografia da modalidade nem definem uma hierarquia de valor; funcionam antes como núcleos históricos e territoriais que ajudam a ler a sua evolução.
7.1. MIUT — Madeira Island Ultra Trail
O MIUT é, desde 2008, a prova-bandeira do trail português a nível internacional. A travessia da ilha da Madeira de Porto Moniz a Machico, com cerca de 115 km e mais de 6.000 metros de desnível, atravessa a laurissilva e oferece um percurso tecnicamente exigente. A entrada no Ultra Trail World Tour em 2015 elevou a sua dimensão internacional. [R11][R12]
7.2. UTSF — Ultra Trail Serra da Freita
A UTSF é a prova matricial do trail moderno em Portugal continental, organizada pela Confraria Trotamontes desde 2006. Apesar das dimensões modestas em comparação com o MIUT, o seu peso simbólico na comunidade é considerável: foi a primeira a importar o vocabulário e a lógica do trail europeu. As "moutinhadas" — secções de extrema dificuldade desenhadas por José Moutinho — tornaram-se referência cultural.
7.3. UTSM — Ultra Trail Serra de São Mamede
Organizado pelo Atletismo Clube de Portalegre desde 2012, o UTSM tem uma genealogia especial: o ACP foi também o organizador do primeiro trail com DNA moderno (1999) e de jornadas do Campeonato Nacional de Corridas de Montanha. Vitorina Mourato, primeira campeã nacional de corridas de montanha em 1998, foi cofundadora. A prova foi interrompida e regressou em 2025. [R6][R24]
7.4. UTAX / AXtrail — Aldeias do Xisto
O AXtrail/UTAX, nas Aldeias do Xisto, é exemplo de prova que se enraíza num projecto territorial: as próprias Aldeias do Xisto são uma rede de cooperação intermunicipal de desenvolvimento rural. A prova destrói-se e reconstrói-se ao longo dos anos com os incêndios e as recuperações dos trilhos. A sua história cruza trail running, desenvolvimento rural, aldeias, voluntariado e inclusão — incluindo o AX Trail da Inclusão, referência pioneira das joelettes em Portugal. [R25]
7.5. Trilhos dos Abutres — da prova comunitária ao palco mundial
Os Trilhos dos Abutres, em Miranda do Corvo e na Serra da Lousã, representam a capacidade de uma prova nascida de uma comunidade local ganhar escala nacional e internacional sem perder uma identidade própria. O Mundial de Trail de 2019 deu visibilidade global a esse trabalho, mas não o criou do nada: tornou visível uma maturidade organizativa construída ao longo de vários anos, entre trilhos técnicos, Aldeias do Xisto, voluntariado, público e forte cultura local.
7.6. Ultra Trail da Geira Romana
Organizada pela Confraria Trotamontes na Peneda-Gerês, segue a Via Nova Romana e cruza um dos cenários arqueológicos mais relevantes da Península Ibérica. Mais do que uma prova, é um exercício de arqueologia em movimento.
7.7. Açores — a dimensão atlântica do trail português
Os Açores merecem ser lidos como uma geografia própria dentro do trail português, e não apenas como extensão insular do calendário continental. No Faial, no Pico, em São Jorge, em São Miguel ou nas Flores, a modalidade ganha outra gramática: vulcões, fajãs, lama, vento, humidade atlântica, trilhos costeiros e travessias entre ilhas. O Azores Trail Run, fundado em 2012, e eventos como o Triangle Adventure e o Golden Trail Championship 2020 colocaram o arquipélago no mapa internacional da modalidade e mostraram como o trail pode funcionar simultaneamente como desporto, narrativa territorial e promoção das ilhas.
Com base em contributos de leitores e organizadores, importa explicitar provas com forte peso histórico regional que não estavam nomeadas na versão inicial desta secção: Louzan1000 (Serra da Lousã), o eixo Manteigas / Penhas Douradas na Serra da Estrela, Ultra Trilhos dos Reis (Portalegre) e Cross da Laminha (Santo Tirso). A inclusão destes exemplos não encerra o mapa; corrige apenas uma omissão de representatividade.
Lacuna assumida
Esta lista é parcial e marcada pela geografia onde o autor pratica e organiza. Provas igualmente importantes ficam sem o espaço que mereceriam. Uma lista mais representativa incluiria, entre muitas outras:
Norte:
Ultra Trail do Marão (Amarante), TransPeneda-Gerês (Parque Nacional da Peneda-Gerês / Montalegre e Terras de Bouro), Trail Amigos da Montanha (Barcelos), Grande Trail Fisgas de Ermelo (Mondim de Basto / Serra do Alvão).
Centro:
Estrela Grande Trail (Manteigas), Oh Meu Deus by UTMB / Ultra Trail Centro Portugal (Seia, Serra da Estrela, Açor e Lousã), EstrelAçor Trail Ultra Endurance (Penhas da Saúde, Covilhã), Louzantrail (Serra da Lousã), Góis Trail — Entre a Serra e o Ceira (Góis), Trilhos dos Abutres (Miranda do Corvo — palco do Mundial de Trail de 2019).
Centro Interior e Centro-Sul:
Ultra Trilhos da Gardunha (Louriçal do Campo / Castelo Branco), Trail da Cereja (Fundão / Serra da Gardunha), Trail de Marvão (Marvão / Serra de São Mamede), Proença Cross Trail (Proença-a-Nova).
Lisboa, Tejo e Setúbal:
Sintra Trail — Monte da Lua e Cruz Alta (Sintra), Trilhos de Almourol (Entroncamento / Castelo de Almourol / Médio Tejo), Trail do Almonda (Pedrógão, Torres Novas / Serra d'Aire), Trilhos do Javali (Setúbal / Arrábida).
Sul:
Trail da Costa Vicentina (Porto Covo / Santiago do Cacém), Algarviana Ultra Trail — ALUT (interior algarvio), Algarve Xtreme Trail (Querença / Serra do Caldeirão), Trail Entre os Moinhos do Guadiana ou Trail do Falcão Real (Baixo Guadiana / Alcoutim).
Ilhas:
Ultra Blue Island by Azores Trail Run (Faial), Triangle Adventure by Azores Trail Run (Pico, São Jorge e Faial), Trail dos Morcegos (São Miguel), Trail do Queijo da Fajãzinha (Flores), MIUT — Madeira Island Ultra-Trail (Madeira).
Esta enumeração é ela própria incompleta. O calendário nacional conta centenas de provas anuais — um inventário rigoroso exigiria trabalho sistemático que este texto não fez.
Para responder a esta limitação, este projecto passa a manter um dossiê complementar de inventário vivo: Atlas das Provas de Trail em Portugal (Inventário Vivo), actualizado por critérios explícitos e com convite aberto a correcções documentadas.
8. Atletas e Protagonistas
Esta selecção é representativa, não exaustiva. Reflecte uma escolha pessoal e está enviesada para atletas próximos da geografia onde o autor praticou. Para um inventário mais alargado, ver os arquivos de João Lima [R26] e Carlos Fonseca [R14].
8.1. Carlos Sá
Carlos Sá é, em qualquer leitura, a figura central do trail português. Os feitos internacionais entre 2010 e 2017 colocaram Portugal no mapa mundial da modalidade. A vitória na Badwater 2013 (217 km no Vale da Morte, em 24h38m) é especialmente significativa: foi o primeiro português a vencer a prova. [R7][R8][R27]
Carlos Sá — palmarés internacional (selecção)
Ano
Prova
Resultado
2010
Grand Raid des Pyrénées (160 km / 10.000 mD+)
1.º absoluto
2011
UTMB (170 km)
5.º geral — 22h48m
2012
UTMB (170 km)
4.º geral
2012
Marathon des Sables (250 km)
4.º / melhor europeu
2013
MIUT — 1.º Campeão Nacional Ultra Trail
1.º absoluto
2013
Aconcágua — recorde mundial ascensão+descida
15h42m
2013
Badwater Ultramarathon (217 km, Vale da Morte)
1.º absoluto — 24h38m
2014
Marathon des Sables
4.º lugar
2017
Tor des Géants (330 km, Itália)
4.º lugar
Fontes: site oficial de Carlos Sá [R8] (à data inacessível), Wikipédia PT [R27], AdventureCORPS [R28]
8.2. Armando Teixeira
Armando Teixeira começou a correr aos 33 anos. Ex-técnico de alta tensão, deixou a profissão para se dedicar ao desporto e à formação académica. Capitão de equipa em dois Campeonatos do Mundo (2016 e 2018), foi nomeado Seleccionador Nacional de Trail Running em 2024 (sucedendo a José Carlos Santos). Coorganiza o Estrela Grande Trail em Manteigas. biografia segundo testemunho directo e cobertura jornalística — datas exactas a confirmar contra fonte primária
8.3. As Atletas Femininas — uma história por escrever
Aqui devo ser sincero: este capítulo está mal feito. Posso enumerar nomes — Ana Carolina Oliveira, Ana Duarte, Ana Quinta, Cármen Henriques, Célia Azenha, Cristina Moura, Ester Alves-Santos, Fátima Buchas, Flor Madureira, Glória Serrazina, Inês Marques, Mariana Ballester, Margarida Bagão, Paula Soares, Raquel Campos, Sofia Roquete; e, na geração das corridas de montanha, Vitorina Mourato — mas o que cada uma destas atletas representa, organizou, criou, perdeu e venceu não cabe nas linhas de que disponho. Vitorina Mourato, campeã feminina do 1.º Campeonato Nacional de Corridas de Montanha em 1998 e cofundadora do UTSM, é a primeira heroína desportiva desta genealogia, mas a sua história — como a das outras — exige um trabalho de recolha que este texto não fez. Flor Madureira é a organizadora que tornou a UTSF possível durante quase duas décadas. O capítulo das mulheres no trail português está por escrever, e é a maior lacuna deste documento.
8.4. Os Veteranos: Jorge Serrazina e Outros
O trail português tem uma cultura veterana invulgarmente forte. Jorge Serrazina, natural de Óbidos, começou a correr aos 47 anos por convite de um vizinho. Nos anos seguintes escalou sistematicamente as distâncias: Everest Trail Race no Nepal, Grand Raid des Pyrénées, Marathon des Sables, múltiplas participações no Tor des Géants. Vítor Cordeiro, vice-campeão masculino em 1998, mantinha-se em competição em 2025 com 60+ anos. Teodoro Trindade, actualmente na categoria M65 mas com percurso de longa data, acumulou mais de 50 provas de ultra distância e milhares de quilómetros. Estes percursos são dimensão real e pouco estudada da modalidade.
8.5. Organizadores e Bastidores
A história não se conta só pelos atletas. José Moutinho representa a matriz fundadora do trail moderno em Portugal. Flor Madureira representa o trabalho logístico sem o qual as grandes provas não sobrevivem. Vitorino Coragem (1952–2020), figura muito reconhecida e querida do meio, representa os criadores de percurso. Tiago Araújo e a Associação Abútrica representam a capacidade de uma comunidade local construir um evento de dimensão mundial (Mundial 2019). João Lima e Carlos Fonseca representam a preservação da memória estatística. Eduardo Santos e Margarida Henriques representam a comunidade digital antes das redes sociais — Eduardo Santos como criador do fórum «O Mundo da Corrida», Margarida Henriques como figura associada à sua dinamização. Para o papel dos treinadores, ver 8.6.
8.6. Treinadores e a Evolução do Treino
O trail português foi, durante a primeira década, inteiramente autodidata. A figura que mais claramente representa a viragem para uma abordagem estruturada é Paulo Pires (FADEUP) — formado em alto rendimento, entrou no universo das ultradistâncias por convite de Carlos Sá, orientou a «Armada Portuguesa do Trail» (Carlos Sá, Armando Teixeira, Natércia Silvestre, Leonardo Diogo, entre outros) e em 2016 apresentou a plataforma beAPT, uma das primeiras tentativas portuguesas de sistematizar o coaching de trail em formato digital. Armando Teixeira (ver 8.2) representa o modelo complementar do atleta-treinador, tendo orientado o estágio da selecção nacional para o Mundial de Annecy 2015.
Lacuna assumidaA história do treino de trail em Portugal está por documentar. Além de Paulo Pires (FADEUP), existem certamente outros treinadores relevantes — mas não foi possível fazêr um levantamento com rigor. Um levantamento sistemático está por fazer.
9. Corpo, Mente, Nutrição e Equipamento
Nota de cautelaEste capítulo trata aspectos científicos da modalidade. Sou amador, não fisiologista nem nutricionista. As afirmações aqui apresentadas são gerais, baseadas em literatura de divulgação e em conhecimento de praticante. Para decisões de treino, alimentação ou saúde, o leitor deve recorrer a profissionais qualificados e à literatura científica peer-reviewed indicada nas referências [R29][R30][R31].
9.1. O Corpo
O trail running impõe ao organismo exigências fisiológicas diferentes das corridas de estrada. As mudanças constantes de ritmo e inclinação activam padrões musculares complexos. O quadricípite, os isquiotibiais e os peroneais sofrem cargas excêntricas intensas nas descidas. Em ultra trails acrescenta-se fadiga metabólica cumulativa, depleção de glicogénio, risco de hiponatremia (diluição perigosa do sódio no sangue por ingestão excessiva de água) e degradação cognitiva por privação de sono. Gerir estas variáveis é tão determinante como a capacidade física pura. [R29]
Em Portugal há produção académica relevante: a tese de doutoramento da Universidade do Porto "The Portuguese Trail Runner" (perfil músculo-esquelético, fisiológico e neuromuscular) [R29] e o estudo de Matos et al. (2019, Frontiers in Physiology) sobre carga de treino, capacidade aeróbia e bem-estar em atletas dos campeonatos nacionais portugueses, conduzido no Politécnico de Viana do Castelo em colaboração com investigadores suíços [R38]. Estes trabalhos são porta de entrada para quem quiser aprofundar o tema com base científica.
Principais riscos fisiológicos no ultra trail
9.2. A Mente
A busca de contacto com a natureza é a motivação mais citada pelos trail runners, seguida do desafio pessoal, da melhoria da saúde e da escapatória ao stress. A expressão "completar é vencer" é reveladora: o trail tende a colocar o processo acima do resultado. As provas longas criam estados psicológicos descritos pelos próprios praticantes como "meditação em movimento" — descrições que pertencem ao registo da experiência subjectiva e que devem ser distinguidas de afirmações científicas estabelecidas, que requerem investigação peer-reviewed. descrição experiencial, não validação clínica
A psicologia do trail running com amostras portuguesas tem produção académica recente. Coelho et al. (2015) aplicaram a Sport Motivation Scale a 103 participantes de uma prova nacional, concluindo que a motivação intrínseca para a estimulação é o factor mais valorizado pelos praticantes [R40]. Gameiro et al. (2023, Perceptual and Motor Skills), do Politécnico de Leiria e do CIDESD, analisaram mental toughness e resiliência em 307 trail runners portugueses, mostrando associação significativa entre estas variáveis e a performance [R39].
9.3. Alimentação
A nutrição para trail evoluiu muito nos últimos quinze anos. Nos primeiros tempos, os atletas improvisavam com sopas, fruta e pão dos abastecimentos. Com o crescimento da modalidade, a nutrição tornou-se mais especializada — mas os números exactos (gramas de hidratos por hora, miligramas de sódio) variam por atleta, contexto e duração da prova, e devem ser planeados com profissionais. Um aspecto culturalmente rico das provas portuguesas: os abastecimentos com caldo verde quente a meio da noite, canja, batata com sal, queijos da Estrela. É uma embaixada improvisada da cultura alimentar das regiões atravessadas.
9.4. Equipamento
A história do equipamento de trail running é, em larga medida, a história do calçado. Marcas como Salomon, Hoka, Inov-8, La Sportiva e Merrell desenvolveram modelos progressivamente mais leves e específicos. O relógio GPS democratizou-se, passando de luxo profissional a equipamento standard. Plataformas como Strava, Garmin Connect e Wikiloc criaram um ecossistema de dados que transformou os padrões de treino: antes do GPS, treinava-se "a olho"; depois, com dados.
9.5. Profissionalização — uma transição inacabada
O trail português foi inteiramente construído por voluntários nos primeiros anos. Algumas provas atingiram entretanto escala que exigiu profissionalização: equipas técnicas, orçamentos consideráveis, estruturas de segurança com médicos e helicópteros. Carlos Sá foi o primeiro atleta português a conseguir patrocínio (Berg Outdoor) que lhe permitisse dedicar-se à modalidade a tempo inteiro. A integração do trail na FPA em 2023 foi um marco institucional não isento de tensões — parte da comunidade, que valorizava a informalidade e a independência, viu com reserva esta "atletização". Tratar a fundo essa transição exigiria entrevistas com posições críticas que este texto não fez. [R17]
Tema em abertoO modelo económico real do trail português — receitas das provas, custos de organização, dependência do voluntariado, peso dos patrocínios, viabilidade dos pequenos eventos, papel das plataformas comerciais como o UTMB World Series — está por estudar. Este texto não consegue oferecer mais do que uma vista sumária. É terreno fértil para um trabalho académico ou jornalístico próprio.
10. Cultura, Território e Impacto Social
10.1. Trail e Desenvolvimento Local
Uma das dimensões mais significativas do trail running em Portugal é o impacto no desenvolvimento dos territórios de baixa densidade. Provas em concelhos do interior — Marvão, Miranda do Corvo, Mondim de Basto, Vila Pouca de Aguiar, Terras de Bouro — atraem visitantes que noutras circunstâncias dificilmente lá chegariam. O impacto económico (dormidas, refeições, comércio local) é real, embora carente de quantificação rigorosa. Quando essa quantificação existir, valerá mais do que dezenas de declarações entusiásticas como esta. [R20][R21]
10.2. Trail e Sustentabilidade Ambiental
O crescimento massivo do trail colocou questões sérias sobre impacto ambiental. Julião, Valente e Mendes (CICS.NOVA/UNL, 2018), num dos poucos trabalhos académicos portugueses dedicados directamente à modalidade, analisaram a pressão das provas sobre áreas protegidas e a sua não-inclusão entre as actividades formalmente reconhecidas no turismo de natureza, alertando para os impactos cumulativos da concentração de participantes em zonas sensíveis [R21]. Outros estudos têm documentado, em zonas como Sintra, a Serra da Lousã ou a Serra d'Arga, erosão de trilhos, compactação do solo e perturbação da fauna. A resposta do sector tem sido a adopção progressiva de códigos de boas práticas: limitação de participantes, certificação de percursos, copo reutilizável obrigatório, proibição de lixo nos percursos, e iniciativas de compensação ambiental por parte de várias organizações. [R32]
10.3. Trail e Arqueologia
Portugal tem uma das mais ricas concentrações de património arqueológico da Península Ibérica e o trail nacional atravessa-o frequentemente: a Via Nova Romana (Geira), os arredores de Conímbriga, antas megalíticas do Alentejo, castros do noroeste, levadas da Madeira. O Trail de Conímbriga atravessa literalmente o maior sítio arqueológico romano de Portugal.
10.4. Inclusão
O trail português tem dimensão de inclusão crescente. A criação do AXtrail da Inclusão — primeira corrida de joelettes em Portugal — demonstrou que o modelo pode incorporar pessoas com mobilidade reduzida. Provas com distâncias curtas e caminhadas em paralelo permitem participação de pessoas de condições físicas variadas. Provas Kids para crianças e categorias veteranas para atletas acima dos 60 e 70 anos criam eventos onde avós e netos partilham a linha de chegada.
10.5. O lado menos confortável
Há uma narrativa habitual sobre o trail português como modalidade democrática, da qual eu próprio fui partícipe. Vale a pena resistir-lhe. Os estudos de perfil sociológico [R20][R21] indicam praticantes maioritariamente urbanos, de classe média e média-alta, com habilitações superiores acima da média nacional. As inscrições, o equipamento, as deslocações para provas no interior, as estadias e a alimentação somam custos que excluem muitos. A modalidade tem dimensões de abertura genuínas — voluntariado, cultura de inclusão dentro de cada prova, hospitalidade rural — mas afirmar a sua "democratização" sem contraponto é generosidade que a sociologia não confirma.
11. Os Voluntários — Reconhecimento Sem Substituto para Pesquisa Própria
Nenhuma prova de trail acontece sem voluntários. Esta frase não é cortesia — é uma verdade estrutural.
Um evento como o MIUT mobiliza centenas de pessoas que trabalham 24–48 horas seguidas: montam abastecimentos em lugares inacessíveis de madrugada, marcam e retiram quilómetros de trilho, servem comida quente, comunicam com equipas de resgate, confirmam dorsais, acompanham atletas em crise, limpam o percurso no dia seguinte. Alguns fazem-no há mais de uma década. Não aparecem nas classificações nem nos documentos históricos.
11.1. Quem São
A sociologia do voluntariado no trail é mais complexa do que parece. Há ex-atletas que, por lesão ou problema de saúde, deixaram de poder correr e encontraram aqui o seu lugar. Há familiares de atletas que acompanharam cônjuges ou filhos a provas durante anos e passaram a fazer parte activa do evento. Há pessoas que nunca correram um trail mas se identificam com os valores da comunidade.
11.2. O Voluntariado como Subsídio Invisível
Se as horas de todos os voluntários de uma prova de média dimensão fossem remuneradas ao salário mínimo, o custo de organização seria várias vezes superior ao actual est, ordem de grandeza, sem estudo formal. O voluntariado funciona como subsídio invisível à viabilidade do trail de pequena e média dimensão em Portugal — e por extensão, à acessibilidade da modalidade. À medida que o trail se profissionaliza e as provas crescem, a pressão sobre este modelo aumenta. Reconhecer esta tensão é o primeiro passo para a gerir. Quantificá-la com seriedade é trabalho ainda por fazer.
⚠ Capítulo deficitário
O capítulo dos voluntários é, na minha leitura, a maior dívida deste texto. Não fiz entrevistas formais, não recolhi testemunhos transcritos, não identifiquei voluntários com 10+ anos de participação ininterrupta. Reconhecer a sua centralidade sem fazer o trabalho de a documentar não chega. É lacuna que assumo, não problema que resolvo.
12. Ecossistema Amador, Blogosfera e Memória Digital
O trail running português cresceu de baixo para cima. Antes das marcas, dos circuitos internacionais e das redes sociais, existiu um ecossistema amador que fez quase tudo: registou resultados, criou calendários, escreveu crónicas, fotografou provas, organizou treinos. Sem este ecossistema, o boom de 2012–2016 não teria tido a escala que atingiu.
12.1. Arquivos Históricos: João Lima e Carlos Fonseca
João Lima criou e mantém o mais completo arquivo de resultados de provas portuguesas, com classificações desde 1910 até aos anos recentes. Para o trail, é fonte de memória preciosa. Carlos Fonseca mantém o portal de atletismo e trail mais referenciado pela comunidade, com sistema de categorização adoptado pela ATRP e o calendário que permitiu documentar o crescimento da modalidade. [R26][R14]
12.2. A Blogosfera
Os blogs foram a literatura espontânea do trail. dorsal1967 (Luís Matos Ferreira, autor deste texto) cruzou trail, ultra endurance e reflexão. CorrerPorPrazer (Vítor Dias), fundado em 2008, tornou-se o site de corrida mais visitado de Portugal, com calendários e mais de 100 grupos de corrida listados. Corremais (Paulo Pires) registou os Treinos Lunares — corridas nocturnas em torno da lua cheia. RunPortugal (Eduardo Santos) sucedeu ao fórum "O Mundo da Corrida" como newsroom informal da modalidade.
Esta blogosfera não foi só comentário. Foi pedagogia, memória e identidade: muitos atletas aprenderam a preparar a sua primeira prova longa lendo crónicas de pessoas que tinham sofrido antes deles.
12.3. Clubes e Grupos de Treino
Os clubes foram a infraestrutura social da modalidade. O Monsanto Running Team, fundado em 2011, tornou-se um dos maiores clubes de trail de Lisboa, com a icónica "Hora do Esquilo" — treinos diários antes de a família acordar. Os Porto Runners tiveram protagonismo no AXtrail. Os Amigos da Montanha de Barcelos, com ligação a Carlos Sá, organizaram em 2010 o inaugural Ultra Trail Amigos da Montanha. O Trail da Salamandra de Sintra foi espaço formativo de muitos atletas. O RUN 4 FUN, com núcleos em Lisboa e Almada, é exemplo dos clubes amadores que deram massa crítica e identidade social ao trail. [R33][R34]
12.4. Investigação Académica — o que existe, e o que não existe
Convém distinguir duas coisas que se tendem a confundir. O que não existe é historiografia académica do trail running em Portugal: nenhuma tese, monografia ou artigo de história do desporto que tome a modalidade como objecto principal e construa, com aparato crítico, a narrativa da sua evolução, dos seus protagonistas e das suas instituições. O que existe é um corpus crescente de investigação em ciências do desporto, geografia, turismo e educação física que utiliza o trail running português como amostra ou como caso de estudo para responder a outras perguntas.
Esse corpus, a que recorri sempre que possível, inclui pelo menos sete linhas de trabalho:
Fisiologia, lesões e treino. A tese de doutoramento da FADEUP "The Portuguese Trail Runner" sobre lesões músculo-esqueléticas, perfil morfológico e neuromuscular [R29]. O estudo de Matos et al. (2019) sobre carga de treino e capacidade aeróbia em atletas dos campeonatos nacionais, publicado em Frontiers in Physiology [R38]. A dissertação de mestrado da FMH/Universidade de Lisboa sobre planeamento e metodologia de treino para o UTMB [R43].
Psicologia do desporto. Coelho et al. (2015) sobre motivação autodeterminada (Sport Motivation Scale) [R40]. Gameiro et al. (2023) sobre mental toughness e resiliência em 307 trail runners portugueses [R39].
Geografia, território, turismo. A dissertação da ESHT Estoril sobre potencial territorial e perfil dos praticantes [R20]. Os trabalhos de Julião, Valente e Mendes (CICS.NOVA/UNL, 2018) sobre espaços naturais e áreas protegidas [R21]. A dissertação de mestrado em SIG e Ordenamento do Território (FLUP, 2021) de Ângela Cota da Silva sobre a vulnerabilidade dos atletas de trail ao risco de incêndio, tendo como caso o Elite Trail Serra da Freita 100 km [R41].
Análise comparada ibérica. Trabalho da NOVA com análise comparada de praticantes em contexto ibérico [R42] — uma das raras incursões académicas que cruzam Portugal com Espanha, e fonte privilegiada para colmatar a lacuna comparativa que assumi noutro lugar deste texto.
Educação física e desporto escolar. Pelo menos uma dissertação que estuda aptidão física em alunos que praticam trail vs. outras modalidades no Desporto Escolar [R44].
Saúde pública e prevalência. Pereira et al. (2021, PLOS ONE) sobre prevalência da corrida recreativa em Portugal — não específico ao trail, mas com base populacional sólida que enquadra a discussão [R30].
Esta literatura é base útil para muitos capítulos deste documento, mas não dispensa o trabalho que ela própria não faz: documentar a história institucional, biográfica e social da modalidade. É essa a fronteira entre o que aqui se reúne e a história rigorosa que continua por escrever.
13. Os Incêndios de 2017 e o Trail Running
Os incêndios florestais de Junho (Pedrógão Grande e concelhos vizinhos) e Outubro de 2017 foram a maior catástrofe florestal da história portuguesa moderna, destruindo mais de 500.000 hectares e causando mais de 100 mortes. Para a comunidade do trail, atingiram territórios que eram simultaneamente cenários de prova, espaços de treino e paisagens de identidade. O dano documentado sobre trilhos concentra-se na Serra da Lousã (fogo de Outubro de 2017) e na rede de percursos das Aldeias do Xisto (fogo de Junho de 2017 — Caminhos do Xisto danificados e cerca de 150 km de percursos de BTT destruídos). A Serra da Freita e a UTSF, que uma versão anterior deste capítulo incluía aqui, foram atingidas pelo grande incêndio de Arouca de Agosto de 2016, não pelos de 2017 — a correcção e o inventário completo estão no Dossiê 17 da série.
13.1. Impacto Imediato
Ao contrário do que uma versão anterior deste texto afirmava, não foi possível documentar uma única prova de trail cancelada por causa dos incêndios de 2017. O caso mais visível aponta no sentido inverso: a AXtrail realizou-se na Serra da Lousã a 21 de Outubro de 2017, poucos dias depois do fogo, correndo sobre a paisagem queimada. Onde houve dano imediato, foi sobretudo à rede de trilhos, e não ao calendário — o levantamento fica no Dossiê 17.
13.2. Resposta da Comunidade
A resposta mais documentada foi de reparação. Em Outubro de 2017, a AXtrail converteu as lembranças de presença em cerca de 4.000 árvores plantadas na Serra da Lousã; anos depois, a Louzantrail reflorestou área ardida em 2017, com a Câmara Municipal da Lousã. Convém, porém, não anexar ao trail todo o esforço ambiental do país: o movimento «Terra de Esperança» (Fundação Galp/ANEFA) não tem ligação documentada à modalidade, e a acção dos Amigos da Montanha, em Barcelos, embora de um clube de montanha e trail, não está ligada aos incêndios de 2017. A distinção entre resposta do trail e voluntariado ambiental geral — tal como a consciência, real, de que a modalidade depende da saúde dos territórios — é tratada no Dossiê 17.
13.3. O Eucalipto e a Política Florestal
Os incêndios reabriram o debate sobre o modelo florestal português, marcado pela monocultura de eucalipto. A comunidade do trail, sem ter sido formada para essa discussão, foi nela apanhada — porque os trilhos atravessam essas plantações, e porque a sua destruição afecta directamente a modalidade. Não cabe a este texto resolver o tema, mas ignorá-lo seria desonesto.
Capítulo desenvolvido no Dossiê 17As linhas acima eram, na v2, síntese impressionista — e continham erros de calendário e de atribuição, agora corrigidos. O inventário documentado (danos por quilómetro na rede das Aldeias do Xisto, a reflorestação da AXtrail e da Louzantrail, a correcção do fogo da Serra da Freita para 2016, a resposta legislativa via SGIFR) está no Dossiê 17 da série, que mobiliza a dissertação de Ângela Cota da Silva sobre a vulnerabilidade dos atletas ao risco de incêndio no Elite Trail Serra da Freita 100 km [R41] — onde se corrige também o número frequentemente mal citado: os «44 %» referem-se aos atletas em vulnerabilidade elevada à hora de maior calor, não a 44 % do percurso.
Actualização 06/07/2026: corrigido o capítulo 13 — título e conclusões da referência [R41] (autora Ângela Cota da Silva, FLUP 2021); calendário do fogo da Serra da Freita (Agosto de 2016, não 2017); remoção da afirmação não documentada de provas canceladas; e correcção das atribuições de reflorestação. Ver Dossiê 17.
14. Cronologia
1945
Fundação da Federação Portuguesa de Campismo (futura FCMP).
1991
FCMP incorpora o montanhismo.
1998
1.ª edição do Campeonato Nacional de Corridas de Montanha (FPME). Vitorina Mourato e Vítor Cordeiro entre os primeiros vencedores.
1999
ACP organiza prova de 11 km na Serra de São Mamede com DNA de trail.
2002
Fundação autónoma da FPME.
2003
Criação do UTMB.
2006
1.ª edição da Ultra Trail Serra da Freita (UTSF). Início do trail moderno em Portugal continental.
2008
1.ª edição do MIUT (141 participantes).
2010
Carlos Sá vence o Grand Raid des Pyrénées. Plataforma Portugal Running.
2012
Fundação da ATRP (Novembro). 1.º UTSM em Portalegre (Maio). Cerca de 45 provas no calendário nacional. Nos Açores, o Azores Trail Run inicia a construção de uma gramática atlântica da modalidade.
2013
Primeiro Circuito Nacional de Trail da ATRP, com um conjunto inicial de provas seleccionadas para estruturar a competição nacional. Carlos Sá vence Badwater. ATRP cresce para ~900 associados.
2014
ATRP aceite como associado extraordinário da FPA. ITRA já fundada (2013).
2015
1.ª selecção nacional de trail (Annecy). MIUT entra no UTWT. World Athletics reconhece o trail.
2016
Campeonato do Mundo no Gerês.
2017
Incêndios destroem trilhos no centro do país.
2019
Campeonato do Mundo em Miranda do Corvo / Aldeias do Xisto. MIUT atinge 2.724 atletas, 52 países.
Integração plena do trail na FPA: filiação directa.
2024
FPA atinge 23.835 filiados (recorde).
2025
UTSM regressa.
15. Estatísticas-chave
15.1. Arquivo João Lima — escala
Indicador
Valor
Nota
Provas registadas (1910–2020)
2.783
Não exclusivo a trail
Vencedores registados
12.741
Masculino e feminino
Classificações em PDF
10.376
Arquivo histórico de resultados
Fonte: João Lima · joaolima.net [R26]
15.2. MIUT — Crescimento Documentado
Ano
Participantes
Nota histórica
2008
141
1.ª edição — Ponta do Pargo a Machico
2009
82
2.ª edição — partida passa para Porto Moniz
2010
Não realizado
Incêndios florestais na Madeira
2011
128
Retoma após interrupção
2012
303
Crescimento regional e nacional
2013
449
Campeonato de Portugal de Ultra Trail
2014
749
Consolidação
2015
1.329
Entrada no UTWT; 36 países
2016
2.041
Integrado no UTWT; 41 países
2017
2.490
45 países
2018
2.487
55 países
2019
2.724
52 países — inscrições esgotam em 17 horas
Fonte: Clube de Montanha do Funchal [R11]
Os valores de participantes são registos do arquivo da organização, não sujeitos a auditoria externa. Constituem fonte primária (Zona 2) — os dados provêm do próprio organizador. Divergências pontuais com outras fontes são possíveis.
15.3. Linha Interpretativa do Crescimento
Período
Caracterização
Marcos
1998–2005
Base inicial
Campeonatos FPME, corridas de montanha, provas pioneiras
2006–2008
Introdução do trail moderno
UTSF, MIUT, Geira, primeiros ultra trails
2009–2012
Crescimento acelerado
Carlos Sá internacional, blogs, fóruns, fundação da ATRP
2013–2015
Estruturação competitiva
Circuitos ATRP, MIUT no UTWT, 1.ª selecção nacional
16. Lacunas Reconhecidas e Caminho para uma História Mais Sólida
Este texto é um ponto de partida. Reúno em baixo os capítulos que assumo como deficitários e o tipo de trabalho que cada um exigiria para sair desse estado.
Lacuna
Estado actual
Trabalho que falta
Mulheres no trail
Lista de nomes, dois parágrafos
Entrevistas formais a fundadoras, organizadoras, atletas; cruzamento com arquivos; capítulo próprio
Voluntários
Reconhecimento retórico
Identificar voluntários com 10+ anos de actividade; testemunhos transcritos; quantificação económica
Conflitos ATRP/FPA/FPME
Síntese diplomática
Trabalho de outsider — o autor é parte interessada
Incêndios de 2017
Síntese impressionista
Inventário das provas afectadas; entrevistas com organizadores
Comparação ibérica/europeia
Praticamente ausente neste texto, embora exista trabalho académico NOVA [R42]
Mobilizar o trabalho da NOVA; estudo comparativo mais alargado com Espanha (FEDME, Salomon Spain Series), França e Itália
Açores
Introdução acrescentada, ainda insuficiente
Capítulo próprio sobre Azores Trail Run, Triangle Adventure, Golden Trail Championship 2020 e a gramática atlântica da modalidade
Aspectos comerciais e económicos
Síntese sumária
Estudo de receitas/custos; modelo UTMB World Series; patrocínios
Profissionalização real dos atletas
Anedótico
Quantos vivem da modalidade; estrutura de patrocínios
Doping e segurança
Ausente
Casos, regulamentos, fiscalização
Plataformas de inscrição
Ausente
Acorrer, Lap2Go, All4Running, Stop&Go — fundadores e modelos
Fotografia e cultura visual
Ausente
A estética que construiu a identidade visual da modalidade
Trail e classes sociais
Tocado, não desenvolvido
Análise sociológica do perfil real dos praticantes
Trail e alterações climáticas
Mencionado
Impacto nos trilhos, adaptação dos calendários
Treino e treinadores
Esboço (8.6)
Levantamento sistemático dos treinadores portugueses de trail; formações, metodologias, atletas orientados; evolução do coaching online em Portugal
16.1. Tendências em Curso (2026)
O trail running em Portugal em 2026 é uma modalidade madura, com estrutura organizativa sólida e base de praticantes alargada. As tendências em curso incluem maior integração tecnológica (análise de dados de treino com IA, navegação digital em trilhos), aprofundamento das preocupações de sustentabilidade e o crescimento sustentado da participação feminina. Os desafios incluem a gestão do impacto ambiental em áreas protegidas, o equilíbrio entre democratização e preservação do espírito de aventura, a prevenção de riscos em provas longas, e a sustentabilidade financeira de um sector com muitas provas de pequena dimensão e base voluntária. A questão climática é crescente: com Verões cada vez mais quentes, provas de Junho a Setembro enfrentam riscos de temperatura extrema.
17. Nota Final
A história do trail running em Portugal é uma história de comunidade. Começou nos anos 1990 com as corridas em montanha organizadas pela FPME, tomou forma própria com os primeiros ultra trails no início dos anos 2000, cresceu rapidamente entre 2010 e 2016, e consolidou-se ao longo da última década numa das modalidades desportivas mais visíveis do país. Atravessa serras, levadas, trilhos romanos e aldeias de xisto. Mobiliza atletas, organizadores, voluntários, famílias, comunidades locais.
Este documento, repito-o aqui no fim para não haver dúvida, é uma síntese amadora. Está enviesado pela perspectiva de quem o escreve. Tem capítulos onde cumpre razoavelmente a tarefa de informar e capítulos onde só consegue identificar o trabalho que outros terão de fazer. As suas omissões são tantas como as suas afirmações.
Espero que sirva de ponto de partida — para quem quiser conhecer a modalidade, e sobretudo para quem decidir, com mais tempo, mais distância e mais método, escrever a história que isto não é. Talvez esse alguém seja o próprio autor. A proximidade ao tema — que neste texto é declarada como limitação — pode, paradoxalmente, ser também um trunfo: o acesso a fontes vivas, a memória de dentro, os contactos que uma investigação de raiz teria de construir de zero. Apesar de tudo o que aqui foi dito sobre os riscos do viés e da falta de distância, o autor considera seriamente dedicar-se a essa tarefa com o método que ela exige.
Série · A seguir
Este artigo abre uma série.
O que se segue é mais do mesmo — no bom sentido. Cada post vai explorar um tema, um protagonista ou uma prova que aqui só ficou esboçado: mais pistas, mais perguntas, mais memória organizada. Continuam a ser capítulos de um mapeamento amador, escritos sem pesquisa primária sistemática e com os mesmos limites declarados. A história rigorosa — com fontes primárias, revisão por pares e distância institucional — continua à espera de quem a queira fazer com o método que este projecto não tem.
A série está completa
Os dossiês previstos estão todos publicados — dos últimos a fechar o roteiro: as Raízes (montanhismo e pedestrianismo), as Corridas de Montanha (1995–2005), as Provas XL e o Contexto histórico internacional. O melhor ponto de partida para os percorrer é o índice da série, mais abaixo.
O roteiro continua vivo: correcções, contributos e testemunhos de leitores podem abrir novos dossiês ou obrigar a rever os que já existem. E estes posts de mapeamento são também, para o autor, a preparação para o que poderá vir a ser um estudo mais formal — com fontes primárias, entrevistas sistemáticas e o rigor que esta série deliberadamente não tem.
Próximo passo editorial — contacto com os protagonistas
Este artigo-base é, por enquanto, construído a partir de fontes documentais, digitais e da memória do autor como praticante. Não passou ainda pelo crivo directo de muitos das pessoas que fizeram esta história: fundadores de provas, primeiros organizadores, atletas da geração fundadora, dirigentes associativos, treinadores e colaboradores cujos nomes aparecem nestas páginas. O autor tenciona contactar progressivamente esses protagonistas — em particular os que estão identificados como fontes primárias em falta nos dossiês da série — para obter testemunhos em primeira mão, corrigir imprecisões e enriquecer a narrativa com perspectivas que nenhum arquivo digital consegue substituir. Qualquer informação obtida directamente de participantes será integrada em versões futuras, classificada com escala de confiança A e identificada como fonte primária.
Nota sobre as fontes
Esta bibliografia foi renumerada consecutivamente em relação a versões anteriores. Está organizada em cinco categorias e mantém apenas as fontes que à data de redacção estavam acessíveis ou que, por serem fundamentais e estarem temporariamente indisponíveis, são marcadas como tal. Na presente actualização, a categoria académica foi expandida com sete novas referências (R38–R44) identificadas em pesquisa específica: trabalhos publicados em revistas indexadas (Frontiers in Physiology, Perceptual and Motor Skills, PLOS ONE), teses portuguesas (FADEUP, FMH/UL, ESHT Estoril, UP-SIG) e investigação aplicada (Politécnico de Leiria, IPVC, CICS.NOVA). Importa sublinhar que esta literatura usa o trail running português como amostra para responder a perguntas de fisiologia, psicologia, geografia ou turismo — não constitui historiografia da modalidade, que continua por escrever. Reconheço três limites mantidos: (1) a bibliografia académica internacional sobre trail/ultra continua sub-representada; (2) há pouca literatura em livro citada; (3) muitas fontes são da própria comunidade (sítios de provas, arquivos digitais), o que é coerente com o estatuto amador deste texto mas significa também que a triangulação independente é, em vários pontos, insuficiente.
I. Internacionais e Globais
[R1] ITRA — International Trail Running Association. itra.run
[R35] Rui Costa Tri — «Trilho do Almourol - 07Abril13» (Abr 2013), anunciado como prova do Circuito Nacional de Trail Running ATRP. ruicostatri.webnode.pt
[R36] Casa do Benfica em Abrantes — publicação de Julho 2013 sobre o Trail do Almonda, descrito como uma das 8 provas escolhidas pela ATRP para o circuito nacional. casabenficaabrantes38.blogspot.com
[R37] ON Centro — nota que resume o Circuito Nacional de Trail organizado pela ATRP como estrutura que elege campeões nacionais desde 2013. on-centro.pt
[R30] Pereira et al. (2021). «Running prevalence in Portugal». PLOS ONE. plosone.org
[R31] Hoffman, M. D. (vários trabalhos sobre fisiologia do ultra-endurance) — referência genérica como ponto de entrada na literatura internacional. [a aprofundar em v3]
[R38] Matos, S., Clemente, F. M., Brandão, A., Pereira, J., Rosemann, T., Nikolaidis, P. T., & Knechtle, B. (2019). «Training Load, Aerobic Capacity and Their Relationship With Wellness Status in Recreational Trail Runners». Frontiers in Physiology, 10:1189. ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6755333 · DOI: 10.3389/fphys.2019.01189. Amostra: 47 atletas masculinos do campeonato nacional português, IPVC/Melgaço.
[R39] Gameiro, N., Rodrigues, F., Antunes, R., Matos, R., Amaro, N., Jacinto, M., & Monteiro, D. (2023). «Mental Toughness and Resilience in Trail Runner's Performance». Perceptual and Motor Skills, 130(3). ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10233502 · DOI: 10.1177/00315125231165819. Amostra: 307 trail runners portugueses, Politécnico de Leiria/CIDESD.
[R40] Coelho, E., Amaro, N., Matos, R., Dias, R., & Morouço, P. (2015). «A motivação autodeterminada para a prática do trail running». ResearchGate publication 299851735. researchgate.netAmostra: 103 participantes de uma prova nacional, aplicação da Sport Motivation Scale.
[R41] Silva, Ângela Cristina Cota da (2021). «Vulnerabilidade dos atletas de trail running em áreas de risco de incêndio: o caso do Elite Trail Serra da Freita 100 km». Dissertação de mestrado em Sistemas de Informação Geográfica e Ordenamento do Território, Faculdade de Letras da Universidade do Porto; orientação de Fantina Tedim. repositorio-aberto.up.pt[PDF]
[R42] «Análise comparada dos praticantes de Trail Running em contexto Ibérico». RUN — Repositório UNL, handle 10362/65950. run.unl.pt/handle/10362/65950Trabalho académico de comparação Portugal/Espanha — fonte central para o capítulo comparativo que falta neste texto.
[R43] Dissertação de mestrado FMH/Universidade de Lisboa (2018). «Caracterização, planeamento e metodologia de treino numa ultramaratona de montanha» — estudo de caso na preparação para o UTMB. repositorio.ulisboa.pt
[R44] Dissertação «Trail running como modalidade desportiva do desporto escolar» (RCAAP, 2023). comum.rcaap.ptAmostra: 119 alunos do 5.º ao 9.º ano, comparação de aptidão física entre praticantes de trail e outras modalidades no Desporto Escolar.
Fontes citadas mas com problemas de acesso
À data de redacção desta v2, as seguintes fontes estavam total ou parcialmente inacessíveis: confrariatrotamontes.com (servidor com erro), desnivel.pt (link indisponível), Sapienta Sports (domínio sequestrado). As afirmações que delas dependiam estão sinalizadas no texto como estimativas ou memória comunitária, à espera de confirmação contra fontes alternativas em versões futuras.
Fontes da série — índice consolidado
Índice mestre aditivo das fontes citadas em toda a série, deduplicadas por URL e agrupadas por categoria (559 fontes únicas). A numeração Rn é local a cada dossiê — o mesmo número refere fontes diferentes em posts diferentes —, pelo que este índice não reutiliza tokens [Rn]: serve como mapa único de consulta, não como esquema de citação. Para a referência exacta de uma afirmação, usar a lista [Rn] do dossiê respectivo.
Institucionais e federativas (51)
ATRP — Acta n.º 15, Assembleia Geral de 31/3/2023 (dados dos circuitos de 2022) atrp.ptdossiês 07
ATRP — Acta N.º 16 da AG Ordinária (5 Abr 2024). ~5.100 sócios (2023); 211 provas homologadas; posição crítica da Direção sobre a taxa federativa e a especificidade da… atrp.ptdossiês 20
ATRP — Acta N.º 18 da Assembleia Geral Eleitoral (8/2/2025) e anexos (protestos, convocatória, parecer jurídico de Ana del Pino Alves). Fonte primária assinada pela Me… atrp.ptdossiês 19, 20
ATRP — Acta N.º 19 da AG Extraordinária (15 Mar 2025). Voto electrónico (SIBS) reprovado (46-21-2, sem os 3/4); Mesa proíbe leitura do documento «Informação aos Associ… atrp.ptdossiês 20
ATRP — apresentações de Assembleia Geral (Planos de Actividades e Orçamentos) 2019–2022. Fontes de receita, Circuitos Regionais, Campeonatos por formato e Centros de T… atrp.ptdossiês 09, 19, 20
ATRP — Campeonato Nacional de Trail Ultra 2018, Trail do Zêzere atrp.ptdossiês 07
ATRP — classificações finais de 2016 (standings via Wayback, capturas de Agosto de 2017; páginas por escalão ainda vivas) atrp.ptdossiês 21
ATRP — classificações finais de 2016 (standings via Wayback, capturas de Agosto de 2017; páginas por escalão ainda vivas) atrp.ptdossiês 21
ATRP — Comunicado «Assembleia Geral Eleitoral» (listas candidatas, 2025). Composição completa das listas «No Trilho Certo» (Rui Pinho) e «Movimento pelo Trail» (Rui Pe… atrp.ptdossiês 19, 20
ATRP — Estatutos (objecto social inclui «regulamentação») atrp.ptdossiês 19, 20
ATRP — Regulamento Geral de Competições, §15.3 (ranking ITRA ≥ 800/630 como critério de acesso aos Campeonatos Nacionais) atrp.ptdossiês 22
ATRP — «Comunicado Mesa da Assembleia Geral» (13 de Março de 2025). Demissão do Fiscal Único Manuel Maria Carapinha Correia, no contexto da crise eleitoral de 2025 atrp.ptdossiês 19, 20
ATRP — «Convocatória — Assembleia Geral Eleitoral» (16 de Janeiro de 2025). Eleição de 8/2/2025 no Jamor; voto por procuração (máx. 2 por associado) atrp.ptdossiês 19, 20
ATRP — «Demissão» (21 de Março de 2023). Diogo Simão apresenta a demissão da Direção a 16 de Março de 2023 — director eleito com Rui Pinho em 2020 sai dois anos antes … atrp.ptdossiês 19, 20
ATRP — «Relatório de Atividades e Análise Financeira 2024» (e Balanço e DRE anexo; série de Relatórios e Contas / Planos de Actividades 2018–2024) atrp.ptdossiês 19
ATRP — «Tribunal confirma atuação da Mesa da AG e rejeita providência cautelar» (5 Mai 2026). «Demissões e pressões externas»; Eng.º Mário Ferreira presidente em exerc… atrp.ptdossiês 19, 20
ATRP — «Tribunal confirma atuação da Mesa da ATRP» (Maio de 2026). Comunicação da própria ATRP a relatar a sentença do Tribunal de Valongo atrp.ptdossiês 19, 20
Federação Portuguesa de Atletismo — Campeonato Nacional de Trail 2025 atrp.ptdossiês 07
Trail-Running.pt — «Prozis e ATRP terminam parceria» (29/01/2020); ATRP — «ATRP e Prozis de novo juntas em 2017» e «Parceria com a Prozis para a época 2018/2019 renova… atrp.ptdossiês 19
Câmara Municipal de Alcochete — distinção municipal e conclusão do UTMB 2015 por Romeu Colaço cm-alcochete.ptdossiês 06
eInforma — registo da ATRP (NIPC 510379281) einforma.ptdossiês 19
FCMP — «Candidaturas Atividades Skyrunning 2025» (PDF). Calendário nacional de skyrunning 2025 (inclui Skyrace da Freita); filiação e juízes fcmportugal.comdossiês 20
FCMP — «Percursos Pedestres» e Regulamento de Homologação de Percursos Pedestres (RHPP, aprovado em AG de 18/03/2006): definição de Grande Rota e Pequena Rota, homolog… fcmportugal.comdossiês 61
FCMP — «Skyrunning» (modalidades). FCMP filiada na ISF desde fim de 2013; KM Vertical, Skyrace, Skymarathon; circuito nacional fcmportugal.comdossiês 20
Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal — «A FCMP»: Federação Portuguesa de Campismo, estatutos de 3/03/1945; antecedentes (Congresso de 1940, Clube Nacional d… fcmportugal.comdossiês 20, 61
FPA — Regulamentos dos Campeonatos Nacionais de Trail e de Trail Ultra Endurance 2026 (apuramento por ranking ATRP ou ITRA; ITRA ≥ 800 M / ≥ 630 F) fpaportalonline.blob.core.windows.netdossiês 22
Federação Portuguesa de Atletismo — Campeonato Nacional de Trail 2024 fpatletismo.ptdossiês 07
Federação Portuguesa de Atletismo — Campeonato Nacional de Trail 2025 fpatletismo.ptdossiês 07
Federação Portuguesa de Atletismo — Campeonato Nacional de Trail 2025 fpatletismo.ptdossiês 07
Federação Portuguesa de Atletismo — Campeonatos Nacionais de Trail e Trail Ultra 2026 fpatletismo.ptdossiês 07
Federação Portuguesa de Atletismo — Campeonatos Nacionais de Trail e Trail Ultra 2026 fpatletismo.ptdossiês 07
Federação Portuguesa de Atletismo — «Ercília Machado e Bruno Silva campeões nacionais de trail» (2/4/2023) fpatletismo.ptdossiês 07
Federação Portuguesa de Atletismo — «Hugo Gonçalves e Sofia Roquete vencem nacional de trail ultra endurance» (9/5/2022) fpatletismo.ptdossiês 07
FPA — Normas de Atuação Administrativa (filiação e taxas) e cobertura de imprensa (DN, Renascença) sobre a licença desportiva. Filiação anual ~25€ (2024/25); «filiação… fpatletismo.ptdossiês 19, 20
FPA — «Filiações de atletas na FPA e ATRP» (20/09/2023). Integração plena 2023/2024; filiação FPA obrigatória; regime transitório fpatletismo.ptdossiês 09, 19, 20
FPA — «Novo recorde do atletismo acima dos 23 mil filiados» (Outubro de 2024). 23.835 filiados em 2023/24 (+1.960; +8,6% face a 21.875); repartição por escalão (formaç… fpatletismo.ptdossiês 19
Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada — «História da Formação da FPME»: fundação a 20/07/2002 (Espinho); montanhismo na Federação de Campismo via SNAM desde m… fpme.orgdossiês 20, 61
FPME — Corrida em Montanha (o circuito continua sob a federação) fpme.orgdossiês 09, 18
FPME — «Acerca da FPME». Modalidades (alpinismo, escalada, canyoning, percursos) — sem corridas; tutela UIAA fpme.orgdossiês 20
GNR — Unidade de Emergência de Protecção e Socorro / GIPS, atribuições (Busca e Resgate em Montanha) gnr.ptdossiês 08
INEM — «INEM e Cruz Vermelha Portuguesa reforçam colaboração com protocolo» (17/8/2023) inem.ptdossiês 08
MyATRP (my.atrp.pt) e migração da filiação para a FPA (portal Lince) — sistema associativo de sócios/inscrições e a centralização federativa my.atrp.ptdossiês 48
MYATRP — Associação Desportiva O Mundo da Corrida my.atrp.ptdossiês 09
MyATRP — perfil público de sócio #18565. Número de sócio sequencial; #18565 corresponde a um atleta filiado em 26/10/2025 — logo, ≥ ~18.565 números atribuídos até Out … my.atrp.ptdossiês 19
Câmara Municipal de Setúbal — «Dura Trail consagra campeões nacionais» (30/10/2017) noticias.mun-setubal.ptdossiês 07
Pordata — «Evolução do salário mínimo nacional» (série oficial da RMMG; 2024 = 820€), e Governo de Portugal — comunicado de actualização do SMN para 820€ em 2024 pordata.ptdossiês 08
Pordata — «Evolução do salário mínimo nacional» (série oficial da RMMG; 2024 = 820€), e Governo de Portugal — comunicado de actualização do SMN para 820€ em 2024 portugal.gov.ptdossiês 08
Académicas (12)
Dissertação ESHTE / Estoril — _Trail Running: modelo e potencial territorial enquanto produto turístico_ (perfil sociológico dos praticantes) comum.rcaap.ptdossiês 08
Dissertação — _Eventos de Turismo Desportivo de Pequena Escala_, estudo do Trail de Conímbriga Terras de Sicó 2019 comum.rcaap.ptdossiês 07
Marchante, M. (2015) — _Voluntariado nos Grandes Eventos Desportivos: Percepção da Motivação de Voluntários Internacionais no Campeonato Mundial de Basquetebol_, disse… dspace.uevora.ptdossiês 08
Santiago, Carlos Miguel Prinas (2016) — _Trail Running: modelo e potencial territorial enquanto produto turístico_, dissertação de mestrado, ESHTE hdl.handle.netdossiês 07
Silva, Ângela Cristina Cota da (2021) — _Vulnerabilidade dos atletas de trail running em áreas de risco de incêndio: o caso do Elite Trail Serra da Freita 100 km_, dis… hdl.handle.netdossiês 17
Rocha, M. (2011) — _Motivações, envolvimento prévio, satisfação e intenção de repetir a experiência no voluntariado ocasional. O caso do Banco Alimentar Contra a Fome_… repositorio-aberto.up.ptdossiês 08
Silva, Ângela Cristina Cota da (2021) — _Vulnerabilidade dos atletas de trail running em áreas de risco de incêndio: o caso do Elite Trail Serra da Freita 100 km_, dis… repositorio-aberto.up.ptdossiês 17, 21
Teixeira, P. (2011) — «A Paixão no Desporto: Orientação motivacional e tipo de paixão em jovens atletas federados de futebol de 11 e futsal», dissertação de Mestrado e… repositorio.ipsantarem.ptdossiês 58
Universidade de Lisboa — _Perfil clínico e hábitos desportivos de atletas veteranos de trail running de longas distâncias_ repositorio.ulisboa.ptdossiês 07
Resumo em _Motricidade_ — tipologia de treino de 719 atletas portugueses de trail (529 homens, 190 mulheres) revistas.rcaap.ptdossiês 07
Julião, Valente e Mendes (2018, CICS.NOVA/UNL) — «Espaços Naturais e Trail Running em Portugal», 9.º Congresso Ibérico / IUCN-MMV run.unl.ptdossiês 08
Resultados e bases internacionais (86)
[R1b] AdventureCORPS — Base de dados oficial Badwater Ultramarathon, Carlos Sá, 2013 dbase.adventurecorps.comdossiês 01, 02
1. Verificar posicoes femininas individuais de 2016 (Sara de Brito e restantes) contra PDF oficial IAU iau-ultramarathon.orgdossiês 05, 07
2011134Pedro Manuel Marques8:45:25Glória Serrazina11:59:0911122 itra.rundossiês 03, 04
[F24] ITRA — Trail World Championships 2016, resultados por atleta itra.rundossiês 05
Ficha ITRA/UTMB de Hélder Ferreira (ID 1048795): UTMB 2004 (195.º masc., 38:15:52) e 2006 (496.º masc., 38:46:37) — **duas 100 milhas do UTMB do mesmo atleta** —, TDS … itra.rundossiês 45
Golden Trail Championship 2020 (Faial/Pico, 28 Out–1 Nov 2020; prólogo + 4 etapas, ~113 km/6 050 m D+; vencedores Przedwojewski/Mathys; Walmsley 2.º) — Wikipédia FR e … itra.rundossiês 13
ITRA — Armando Teixeira (ID 156038) itra.rundossiês 06
ITRA — AXtrail Ultra Trail Aldeias do Xisto TSL 2017 (Miranda do Corvo, 21/10/2017; 50,6 km, +2 170 m, 400 participantes) e ficha de 2024 itra.rundossiês 51
ITRA — calendário de provas, filtro por país «Portugal» (consulta directa de 5/7/2026: 836 edições listadas 2012–2027, 699 com pontos, 20 com 6 pontos; MIUT 2012 como … itra.rundossiês 22
ITRA — calendário de provas, filtro por país «Portugal» (consulta directa de 5/7/2026: 836 edições listadas 2012–2027, 699 com pontos, 20 com 6 pontos; MIUT 2012 como … itra.rundossiês 22
ITRA — Le Marathon des Sables 2015 — resultado de Carla André itra.rundossiês 06
ITRA — Le MDS 2023 — resultado de Ester Alves itra.rundossiês 06
ITRA — Le TREG Ennedi Trail 2025 — resultado de Carla André itra.rundossiês 06
ITRA — Lucinda Sousa (ID 487173) itra.rundossiês 06
ITRA — página «Organization» (via Wayback, 9/5/2019: José Carlos Santos vice-presidente e Steering Committee) e página actual (Rui Pinho vice-presidente, consulta de 5… itra.rundossiês 22
ITRA — Sahara Algeria Trail 2024 — resultado de Carla André itra.rundossiês 06
ITRA — Susana Simões (ID 191967) itra.rundossiês 06
ITRA — Ultra Mirage El Djerid 100km 2017 — resultado de Carla André itra.rundossiês 06
ITRA — UTSM (pontos ITRA, formato por etapas, distâncias e desnível da edição de 2025) itra.rundossiês 63
ITRA — WMTRC 2021 Long Trail (Tailândia) itra.rundossiês 06
ITRA — WMTRC 2023 Long Trail (Innsbruck-Stubai) itra.rundossiês 06
ITRA — WMTRC 2025 Long Trail 82K itra.rundossiês 06
ITRA — «Trail Running Report» (Agosto de 2021; PDF oficial: versão ITRA da separação do UTMB, Didier Curdy e a propriedade do índice, 1,8 M de corredores, quota de 8 €… itra.rundossiês 22
ITRA — «Trail Running Report» (Agosto de 2021; PDF oficial: versão ITRA da separação do UTMB, Didier Curdy e a propriedade do índice, 1,8 M de corredores, quota de 8 €… itra.rundossiês 22
RUN 4 FUN — «PT281+ Ultramarathon 2023…» (João Silva Antunes, 25/07/2023) + resultados ITRA | institucional / registo oficial | B / A | Três atletas do clube na PT281+… itra.rundossiês 42
SheUltra Portugal — página oficial itra.rundossiês 07
Tor des Géants 2011 — o primeiro contingente português, triangulado em três fontes: Cidadão de Corrida (Fernando Andrade), «Tor des Géants» (30/9/2011; primeira «armad… itra.rundossiês 45
Tor des Géants 2011 — o primeiro contingente português, triangulado em três fontes: Cidadão de Corrida (Fernando Andrade), «Tor des Géants» (30/9/2011; primeira «armad… itra.rundossiês 45
UTMB World / ITRA — OCC 2018 e 2019, resultados de Dário Moitoso itra.rundossiês 06
UTMB Mont-Blanc — «Official statement» (24/1/2024, após reunião com Kilian Jornet, Zach Miller e PTRA) · PTRA — posição de 24/1/2024 («diálogo, não boicote») · Run247 … montblanc.utmb.worlddossiês 22
Electric Cable Car — resultados do OMD 2026 · Hotéis de Campo — balanço da estreia. Números por cruzar com os resultados oficiais ( ohmeudeus.utmb.worlddossiês 22, 25
European Athletics / resultados oficiais — Europeu Off-Road 2024, equipa feminina de trail slovenska-atletika.sidossiês 07
DUV Statistik — Karnazes, Konstantine Dean (confirmação cruzada de resultados) statistik.d-u-v.orgdossiês 25
DUV Ultramarathon Statistics — resultados do UTMB por edição, contagem de nacionalidade POR (consulta de 5/7/2026): 2003 (0 PT em 67 finishers), 2004 (Hélder Lopes Fer… statistik.d-u-v.orgdossiês 45
DUV Ultramarathon Statistics — resultados do UTMB por edição, contagem de nacionalidade POR (consulta de 5/7/2026): 2003 (0 PT em 67 finishers), 2004 (Hélder Lopes Fer… statistik.d-u-v.orgdossiês 45
DUV Ultramarathon Statistics — resultados do UTMB por edição, contagem de nacionalidade POR (consulta de 5/7/2026): 2003 (0 PT em 67 finishers), 2004 (Hélder Lopes Fer… statistik.d-u-v.orgdossiês 45
DUV Ultramarathon Statistics — resultados do UTMB por edição, contagem de nacionalidade POR (consulta de 5/7/2026): 2003 (0 PT em 67 finishers), 2004 (Hélder Lopes Fer… statistik.d-u-v.orgdossiês 45
DUV — Atacama Crossing 2022 — resultado de Carla André statistik.d-u-v.orgdossiês 06
Tor des Géants 2011 — o primeiro contingente português, triangulado em três fontes: Cidadão de Corrida (Fernando Andrade), «Tor des Géants» (30/9/2011; primeira «armad… statistik.d-u-v.orgdossiês 45
Ficha ITRA/UTMB de Hélder Ferreira (ID 1048795): UTMB 2004 (195.º masc., 38:15:52) e 2006 (496.º masc., 38:46:37) — **duas 100 milhas do UTMB do mesmo atleta** —, TDS … utmb.worlddossiês 45
Madeira Island Magazine — «Madeira Ocean Trails e Machico Madeira Trail no UTMB» (marca promocional da AP-Madeira) · UTMB — «The Madeira Ocean Trail — GTWS Final 2022»… utmb.worlddossiês 22
UTMB Index — UTSM 100K (perfis de percurso, desnível, vencedores de 2023 e 2025; perfil de Nuno Paiva) utmb.worlddossiês 63
UTMB World / ITRA — OCC 2018 e 2019, resultados de Dário Moitoso utmb.worlddossiês 06
UTMB World — base de dados «AXtrail Ultra Trail Aldeias do Xisto TSL 2017»: prova de 50,6 km / 2170 m D+, realizada a 21 de Outubro de 2017, 318 finishers utmb.worlddossiês 17
UTMB World — perfil de Dean Karnazes (histórico de corridas, incl. UTSF) utmb.worlddossiês 25
UTMB World — perfil e resultados de Romeu Colaço utmb.worlddossiês 06
UTMB World — perfil público do autor (`46818.luismiguel.matosferreira`): corrobora tempos e classificações de provas de trail utmb.worlddossiês 44
UTMB — calendário final da temporada inaugural (25 provas, 16 países) e «Year in Review 2022» (56 097 corredores; 103 315 Running Stones) utmb.worlddossiês 22
UTMB — calendário final da temporada inaugural (25 provas, 16 países) e «Year in Review 2022» (56 097 corredores; 103 315 Running Stones) utmb.worlddossiês 22
UTMB — informação para organizadores sobre o UTMB Index (gratuito) utmb.worlddossiês 22
UTMB — MIUT 115 como «UTMB Index race» (edição de 2025) utmb.worlddossiês 22
UTMB — «New event: Oh Meu Deus – Ultra Trail Centro Portugal by UTMB» (12/10/2025; citação de Florian Lamblin) utmb.worlddossiês 22
UTMB — «New season 2026» (64 provas) utmb.worlddossiês 22
UTMB — «Sports system» (categorias 20K/50K/100K/100M; Running Stones exclusivas do circuito; UTMB Index universal) utmb.worlddossiês 22
Gary Robbins — «What really went down in Whistler» (Out 2023) · UTMB Whistler — «Open Letter to the Trail Running Community» (Paul Huddle) · Running Magazine (CA) — re… whistler.utmb.worlddossiês 22
Trail-Running.pt — participação portuguesa no WMTRC 2023 wmra.infodossiês 07
WMRA / European Athletics — Europeu Off-Road 2024, equipas de trail wmra.infodossiês 06
WMRA — WMMRC Madeira 2023 Long Distance wmra.infodossiês 06
WMRA — World Mountain Running Association (sítio oficial). Corrida em montanha mountain running sob World Athletics wmra.infodossiês 20
[F11] World Athletics — World Mountain and Trail Running Championships worldathletics.orgdossiês 05
World Athletics — comunicado do Congresso da IAAF, Pequim (19/8/2015; trail running acrescentado à definição de Atletismo) worldathletics.orgdossiês 22
World Athletics — parceria IAAF/ITRA/WMRA e criação dos World Mountain and Trail Running Championships (28/8/2018) worldathletics.orgdossiês 22
World Athletics — «French clean sweep at IAU Trail World Championships» (30/5/2015) worldathletics.orgdossiês 07
World Athletics — «outbreak-prevention guidelines» (11/06/2020): orientação internacional de contexto (estádio; não road/trail) worldathletics.orgdossiês 60
Imprensa (53)
Amigos da Montanha (Barcelinhos, Barcelos) — sítio oficial da associação (preservação ambiental, projecto BiodiverCidade, manutenção do Caminho de Santiago) e cobertur… altominho.com.ptdossiês 08
FPA / Associações Distritais — Regulamento de Homologação de Provas (Estrada/Montanha/Trail) e FAQ FPA-ATRP. Homologação dos regulamentos pelas associações distritais … asasetubal.ptdossiês 19, 20
FPA — Regulamentos dos Campeonatos Nacionais de Trail e de Trail Ultra Endurance 2026 (apuramento por ranking ATRP ou ITRA; ITRA ≥ 800 M / ≥ 630 F) asasetubal.ptdossiês 22
Campeão das Províncias — «Castanheira de Pera acolhe mítica prova Ultra Trail Aldeias do Xisto» (16/10/2025): AX Trail da Inclusão; joelette exige «dois ou mais acompa… campeaoprovincias.ptdossiês 08
[R2b-4] Discurso Direto — «No trilho da Superação | Ultra Trail Serra da Freita» (2021) discursodireto.ptdossiês 04, 09
[F17] Diário de Notícias — Sara de Brito no Gerês 2016 dn.ptdossiês 05
Diário de Notícias — «Sara de Brito: a rainha do trail que gatinhou por um lugar na história» (5/11/2016) dn.ptdossiês 07
FPA — Normas de Atuação Administrativa (filiação e taxas) e cobertura de imprensa (DN, Renascença) sobre a licença desportiva. Filiação anual ~25€ (2024/25); «filiação… dn.ptdossiês 19
Diário de Notícias da Madeira — MIUT 2024 com recorde de inscritos (24/4/2024) e MIUT 2025 com recorde de 67 países (16/4/2025) dnoticias.ptdossiês 22
Diário de Notícias da Madeira — «MIUT lança-se no World Trail Majors» (13/11/2023; citações de Sidónio Freitas) · Record — «MIUT é uma das provas fundadoras do World T… dnoticias.ptdossiês 22
DNotícias — «MIUT afirma Madeira como referência do trail e reforça promoção internacional do destino» (22/4/2026): ~10 toneladas de materiais transportados manualment… dnoticias.ptdossiês 08
DNotícias — «MIUT'2024 quer continuar a chegar aos quatro cantos do Mundo» (15/4/2024) e «Madeira Island Ultra Trail 2024 com recorde de inscritos» (24/4/2024): 850 vo… dnoticias.ptdossiês 08
DNotícias — «MIUT'2024 quer continuar a chegar aos quatro cantos do Mundo» (15/4/2024) e «Madeira Island Ultra Trail 2024 com recorde de inscritos» (24/4/2024): 850 vo… dnoticias.ptdossiês 08, 22
[F13] iRunFar — história dos Trail World Championships irunfar.comdossiês 05
iRunFar — Grand Trail des Templiers 2024 irunfar.comdossiês 06
iRunFar — Trail World Championships 2019 results irunfar.comdossiês 06
iRunFar — «2022 Madeira Island Ultra Trail Results: Event Records for Walmsley & Dauwalter» irunfar.comdossiês 14, 25
Federação Portuguesa de Atletismo — Campeonatos Nacionais de Trail e Trail Ultra 2026 jornaldeanadia.ptdossiês 07
Jornal de Sintra — Trilho das Lampas (11.ª ed. 2025, 12.ª ed. 2026) jornaldesintra.comdossiês 18
CM Condeixa / Jornal Terras de Sicó — Trail de S. Martinho, Ega (activo; alargado a 3 dias em 2024) jornalterrasdesico.ptdossiês 18
JPN / Universidade do Porto — «Atletas não federados vão ter de pagar taxa à federação para correr em provas» (30/03/2025). Licença obrigatória para não-federados em p… jpn.up.ptdossiês 19, 20
Notícias de Coimbra — «Inscrições esgotadas na décima edição do AXtrail» (2017): confirmação, em imprensa regional, da realização e adesão da 10.ª edição na Lousã noticiasdecoimbra.ptdossiês 17
Notícias de Coimbra — «Trilhos dos Abutres regressa a Miranda do Corvo com número recorde de atletas» (Janeiro de 2025): lema «Voluntários na missão, profissionais na … noticiasdecoimbra.ptdossiês 08
Observador — adiamentos sucessivos da Meia Maratona de Lisboa (de 22/03/2020 até 21/11/2021) observador.ptdossiês 60
Observador — «Oh Meu Deus vai integrar circuito do Ultra-Trail du Mont-Blanc em 2026» (14/10/2025) · NiT — «primeira prova portuguesa no UTMB» observador.ptdossiês 22
Norte | Cross da Laminha | Santo Tirso | em revisao | Imprensa local indica 20 anos de historia; falta fonte institucional com cronologia completa oportomosense.comdossiês 40
O Praticante — «Lagoa de Óbidos: de nocturno para diurno» (fim do formato nocturno, 2019) opraticante.ptdossiês 18
OPraticante — «Covão, um trail que fica no coração»: donativo de 564€ aos Bombeiros Voluntários de Cête; organização do FC Cête com «um grupo de amigos apaixonados pel… opraticante.ptdossiês 08
Running Magazine — «Cinco portugueses na edição deste ano da Marathon des Sables» (7/4/2017; via Arquivo.pt) · O Praticante — relato de Carlos Coelho (citação sobre a … opraticante.ptdossiês 45
Público — «As provas estão suspensas, mas os corredores querem voltar a competir» (23/07/2020) publico.ptdossiês 60
Público — «Miranda do Corvo volta a ser o epicentro do trail nacional» (28/01/2022; Araújo como responsável da organização) publico.ptdossiês 16, 27
Público, 29/05/2014 — «Trail running: a natureza como aliada e como obstáculo» publico.ptdossiês 09, 19
Revista Atletismo — «Inês Marques com um brilhante terceiro lugar na Transgrancanária com 129 km» (27/2/2021) publico.ptdossiês 06, 07
RTP / RDP Internacional — «Isto faz-se por cá: Girlstrailcamp» (24/1/2025) rdpinternacional.rtp.ptdossiês 07
Revista Atletismo — «Dário Moitoso e Inês Marques sagram-se bicampeões nacionais de trail em Penacova» (11/10/2020) revistaatletismo.comdossiês 07
Revista Atletismo — «Ester Alves é décima na Marathon des Sables, em Marrocos» (2023) revistaatletismo.comdossiês 06
Revista Atletismo — «Inês Marques com um brilhante terceiro lugar na Transgrancanária com 129 km» (27/2/2021) revistaatletismo.comdossiês 07
Revista Atletismo — «Júlia Conceição: Ultramaratonista que já representou Portugal num Mundial de Trail» (1/2/2023) revistaatletismo.comdossiês 07
Revista Atletismo — «Monsanto Running Team / Treinar diariamente à 'Hora do Esquilo'» revistaatletismo.comdossiês 09
Trail-Running.pt — participação portuguesa no WMTRC 2023 revistaatletismo.comdossiês 07
[F01] RTP, 22 Mai 2015 — Portugal com oito atletas no Campeonato do Mundo de Trail Running rtp.ptdossiês 05
[R1a] RTP Notícias — «Carlos Sá vence Ultramaratona de Badwater Basin, a mais dura corrida do mundo» (2013) rtp.ptdossiês 01, 02
UTMB Mont-Blanc — «Official statement» (24/1/2024, após reunião com Kilian Jornet, Zach Miller e PTRA) · PTRA — posição de 24/1/2024 («diálogo, não boicote») · Run247 … run247.comdossiês 22
SAPO — «Portugal entra na elite das provas de ultra trail…» (Oh Meu Deus by UTMB; estrangeiros inscritos) sapo.ptdossiês 25
[R1f] Sol/SAPO — «Carlos Sá: Senti na pele a fúria do Vale da Morte» (entrevista pós-prova, 2013). Identifica Dr. Pedro Amorim, Domitília dos Santos e refere a equipa … sol.sapo.ptdossiês 02
ATRA / Trailrunner — Taça do Mundo WMRA em Portugal (Montemuro / São Brás). Corrida em montanha via FPA trailrunner.comdossiês 20
Trail Runner / ATRA — «ITRA responds to U.S. ultra/trail race directors' open letter» (4/7/2017; debate «pay for points») trailrunner.comdossiês 22
Trail Runner / ATRA — «UTMB management takes control of Ultra-Trail World Tour» (2019) · SleepMonsters — encerramento do UTWT (2021; 8 edições, +62 000 corredores) trailrunner.comdossiês 22
Trail Runner Magazine / ATRA — perfil biográfico de José Carlos Santos (no anúncio da liderança da ITRA). Trail desde 1995; UTMB; membro fundador e managing director d… trailrunner.comdossiês 19, 22
Verdadeiro Olhar — Paula Barbosa campeã nacional de Trail Ultra Endurance 2019/20 e bicampeã em 2021 verdadeiroolhar.ptdossiês 07
Verdadeiro Olhar — Paula Barbosa campeã nacional de Trail Ultra Endurance 2019/20 e bicampeã em 2021 verdadeiroolhar.ptdossiês 07
Provas, clubes e organizações (53)
FPA / Associações Distritais — Regulamento de Homologação de Provas (Estrada/Montanha/Trail) e FAQ FPA-ATRP. Homologação dos regulamentos pelas associações distritais … aaaveiro.ptdossiês 19
Abutres.net — Abutres Trail Running School (ATRS, 2013; coordenador João Lamas; Quinta da Paiva) abutres.netdossiês 09, 16
Associação Abutrica — «Trilhos dos Abutres» (sítio oficial): «cerca de 300 voluntários»; associação «sinónimo de voluntariado» abutres.netdossiês 08
Aldeias do Xisto / Xistopedia — «Impacto dos incêndios de junho 2017 nas Aldeias do Xisto»: ~50 mil ha e 153 km de perímetro na área da rede; danos nos Caminhos do Xis… aldeiasdoxisto.comdossiês 17
Aldeias do Xisto — Xistopedia, AXtrail / UTAX (desenvolvimento territorial; AXtrail da Inclusão) aldeiasdoxisto.comdossiês 16
Aldeias do Xisto — Xistopedia, «Trilhos dos Abutres» aldeiasdoxisto.comdossiês 09
Aldeias do Xisto — Xistopedia, «Trilhos dos Abutres» (história: futsal 2003, Abútrica 2009, marca ABUTRES 2010, 1.ª edição 2011, sorteio, Mundial 2019) aldeiasdoxisto.comdossiês 16
Aldeias do Xisto — Xistopedia, «UTAX / Ultra Trail das Aldeias do Xisto» («Em 2008, a Go Outdoor criou o AXtrail, que depois se transformou no UTAX»; circuitos 2009–20… aldeiasdoxisto.comdossiês 51
Aldeias do Xisto — UTAX / AX Trail da Inclusão (referência pioneira das joelettes em Portugal) aldeiasdoxisto.ptdossiês 08, 17
Go Outdoor, Lda — registo comercial (NIPC 508227283, constituída em 2007, Penela, animação turística) e directório oficial de parceiros das Aldeias do Xisto aldeiasdoxisto.ptdossiês 51
Amigos da Montanha (Barcelinhos, Barcelos) — sítio oficial da associação (preservação ambiental, projecto BiodiverCidade, manutenção do Caminho de Santiago) e cobertur… amigosdamontanha.comdossiês 08, 09, 61
Amigos da Montanha (Barcelinhos, Barcelos) — «Amigos da Montanha ajudam a reflorestar o Souto dos Burros» (2023): associação de montanha/trail em acção de reflorestaçã… amigosdamontanha.comdossiês 17
Azores Trail Run — Whalers' Great Route Ultra-Trail no UTWT (categoria «Discovery»; ano de entrada por confirmar) azorestrailrun.comdossiês 22
Ilhas | Triangle Adventure (Azores Trail Run) | Pico / Sao Jorge / Faial | em revisao | Site oficial confirma prova ativa (edicao 2025) e selo 10 anos; ano inicial exa… azorestrailrun.comdossiês 40
Whalers' Great Route Ultra-Trail (Faial, ~118–125 km, ~5 000 m D+; herança baleeira; inaugural 2017; UTWT *Discovery Race* desde 2018) — Opção Turismo e página oficial… azorestrailrun.comdossiês 13, 22
carlossa.com — sítio oficial de Carlos Sá carlossa.comdossiês 10
Clube de Montanha do Funchal — MIUT (génese nas travessias da ilha desde 2004; 1.ª edição 2008; fundadores) clubedemontanha.comdossiês 01, 14, 27
Clube de Montanha do Funchal — «Our history»: fundação a 15/10/1992 (constituição em Março de 1993); montanhismo e orientação; posterior organização do MIUT clubedemontanha.comdossiês 61
Confraria Trotamontes — sítio oficial (Moutinho como Grão-Mestre; provas organizadas) confrariatrotamontes.comdossiês 27
EDV — Escola Desportiva de Viana, secção trail edv.ptdossiês 09
Fundação da Juventude — «Urban Trail Coimbra / Voluntariado»: contrapartidas (lunch box, seguro, t-shirt, certificado, desconto de transporte) e tarefas do voluntário fjuventude.ptdossiês 08
Centro | Louzantrail | Serra da Lousa | verificado | Pagina historica oficial indica primeira edicao em 23-09-2000 (Enduro Serra da Lousa) louzantrail.comdossiês 40
Ilhas | MIUT - Madeira Island Ultra Trail | Madeira | em revisao | Site oficial confirma atividade 2026; ano de inicio precisa de fonte primaria nesta ronda miutmadeira.comdossiês 40
MIUT / Clube de Montanha do Funchal — página histórica oficial («future race» do UTWT em 2015; 1 329 participantes de 36 países; inacessível por 404 à data, recuperada… miutmadeira.comdossiês 09, 14, 22, 27
MIUT / Clube de Montanha do Funchal — página histórica oficial («future race» do UTWT em 2015; 1 329 participantes de 36 países; indexada, inacessível por 404 à data) … miutmadeira.comdossiês 22
MIUT — Madeira Island Ultra Trail, resultados oficiais (palmarés 115 km, 2013–2025) miutmadeira.comdossiês 14, 25
World Trail Majors — «World Trail Majors is born» e calendário de 2026 · MIUT — página WTM miutmadeira.comdossiês 22
Montanha Clube / Louzantrail — «Louzantrail no trilho da sustentabilidade» (Pro Runners) e «Louzantrail 2024: foco na sustentabilidade» (Trail-Running.pt): reflorestaç… prorunners.ptdossiês 17
Perfil de Dário Moitoso — Pro Runners, «Dário Moitoso eleito Desportista do Ano 2020 nos Açores»; Tribuna das Ilhas; ficha ATRP #5098 (Faial, n. 1993; 1.ª prova num ev… prorunners.ptdossiês 13
Pro Runners Magazine — RUN 4 FUN: um grupo onde correr é divertido (Márcia Dores, 17/03/2022) | imprensa | B | **Imprensa externa**: 208 membros (76 mulheres, 132 home… prorunners.ptdossiês 42
Pro Runners Magazine — «RUN 4 FUN: um grupo onde correr é divertido» (Márcia Dores, 17 Mar 2022) prorunners.ptdossiês 42
Pro Runners — «Correr não é apenas físico» (15/05/2026), João Lameiras (psicólogo do desporto) prorunners.ptdossiês 58
Pro Runners — «Rui Pinho continua à frente da ATRP» (Dez. 2020). Reeleição entre três listas prorunners.ptdossiês 19, 20
Stop and Go — sítio oficial, eventos e política de privacidade (inscrições/resultados/live tracking/streaming; 2 500 eventos; aloja ALUT, Campeonato Nacional de Trail … stopandgo.netdossiês 48, 63
Stop and Go — sítio oficial, eventos e política de privacidade (inscrições/resultados/live tracking/streaming; 2 500 eventos; aloja ALUT, Campeonato Nacional de Trail … stopandgo.netdossiês 48
Sul | Algarviana Ultra Trail (ALUT) | Interior algarvio | em revisao | StopandGo confirma ALUT 2026 em Alcoutim; ano inaugural ainda por confirmar stopandgo.netdossiês 40
Sul | Trilhos dos Reis | Portalegre | em revisao | StopandGo confirma edicao 2025 e organizador DAP; ano inaugural ainda por confirmar stopandgo.netdossiês 40
Trilhos dos Abutres — Miranda do Corvo (regresso em 2024/2025) trilhos.abutres.netdossiês 18
Trilhos dos Abutres — página «Solidariedade» (sítio oficial): programa «Dorsal Solidário»; donativos anuais aos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo e a instituiç… trilhos.abutres.netdossiês 08
2020UTSF Ultra340ano bloqueado: em 2020 a UTSF Ultra não se realizou; registos atribuídos a outra prova ultra-endurance.natourtrail.ptdossiês 03
NatourTrail / Ultra-Endurance — cronologia do UTAX por edição (2012–2017: 82 a 112 km; 2018 cancelado; regresso em 2024 e 2025 na Serra da Lousã) ultra-endurance.natourtrail.ptdossiês 51
Centro | Trail de Conimbriga Terras de Sico | Condeixa / Sicó | verificado | Regulamento 2026 confirma evento ativo e XVII edicao; ano de inicio exacto continua por fe… ultrasico.comdossiês 40
Ultra Trail do Marão — página «Volunteering» (sítio oficial): perfil exigido ao voluntário («dedication, responsibility, passion for the sport, for nature, our land an… utmarao.ptdossiês 08
UTSM / Atletismo Clube de Portalegre — «A história do UTSM» (texto de João Carlos Correia, director de prova): antecedente de 1999, «24h a Correr» desde 2009, 1.ª ediç… utsm.ptdossiês 07, 09, 10, 63
Comunidade, blogues e arquivos digitais (288)
MyATRP (my.atrp.pt) e migração da filiação para a FPA (portal Lince) — sistema associativo de sócios/inscrições e a centralização federativa aabraga.ptdossiês 48
Correr na Cidade — entrevista a Mário Leal (Azores Trail Run / CIAIA); Açoriano Oriental — «Mário Leal reeleito membro da ITRA» (board desde 2017) acorianooriental.ptdossiês 13
Acorrer — sítio oficial («contigo desde 2014»; inscrições e pagamentos MB/MB Way/Bizum/cartão; cronometragem por código de barras e RFID; software ACronometrar; result… acorrer.ptdossiês 48
Acorrer — sítio oficial («contigo desde 2014»; inscrições e pagamentos MB/MB Way/Bizum/cartão; cronometragem por código de barras e RFID; software ACronometrar; result… acorrer.ptdossiês 48
Atletismo Clube de Portalegre — «Quem somos» (fundação em 1991; direcção; Vitorina Mourato tesoureira; «24h a Correr») acportalegre.comdossiês 63
Clube Nacional de Montanhismo (cnm.org.pt) e Rogério Morais, «Breve contributo para a história da escalada em Portugal» (blog Montanhismo Desnível, Dez. 2016): fundaçã… adesnivel.blogspot.comdossiês 61
Decreto-Lei n.º 82/2021 (Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais — SGIFR) e AGIF: reforma da política de fogos rurais assente nas Comissões Técnicas Independentes … agif.ptdossiês 17
Alfândega Imaterial (arquivo de património imaterial) — «Romaria da Senhora da Peneda»: maior romaria do Alto Minho, mais de 800 anos; travessia pedestre da serra pelo… alfandegaimaterial.eudossiês 61
All4Running — sítio oficial («desde 2013»; calendário estrada+trail, inscrições, cronometragem por chip, seguro de acidentes pessoais, directório de organizadores) all4running.ptdossiês 48
«Pedestrianismo e percursos pedestres» (documento de divulgação, Amigos dos Açores) e literatura académica associada: introdução do pedestrianismo organizado em Portug… amigosdosacores.ptdossiês 61
A Voz do Algarve — «Ultramaratonista Paul Giblin destrona armada portuguesa… ALUT» (2020; título verificado, conteúdo por confirmar; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
ATRP — «Prozis Campeonatos Nacionais 2017» e Taça de Portugal Lacatoni (atrp.pt/competicoes.php, via Arquivo.pt, captura de 1/8/2017) arquivo.ptdossiês 21
Bate Estradas — «Lavaredo» (29/6/2014; contingente português sem número; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
Corredores Anónimos (Pedro Alves) — «Armando Teixeira lidera armada portuguesa no Ultra Trail du Mont Blanc» (11/1/2018; 192 sorteados em 2018, 180 em 2017; via Arquiv… arquivo.ptdossiês 45
FbRank — página de Facebook «ARMADA Portuguesa do Trail» (registada em 22/5/2014; via Arquivo.pt; cf. Dossiê 24) arquivo.ptdossiês 45
Fórum CorridasDeAventura.PT — tópico «Balanço da Prova» (25/9/2006; «armada lusa» em corridas de aventura; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
Fórum CorridasDeAventura.PT — «Balanço da Prova» (25/9/2006; «armada lusa» em corridas de aventura) arquivo.ptdossiês 45
Fórum O Mundo da Corrida (compilações de Orlando Duarte) — «Ultra Trail Mont Blanc 2014» (Jul–Ago 2014; 88 portugueses inscritos em 8.648, listas por prova; via Arquiv… arquivo.ptdossiês 45
Fórum O Mundo da Corrida (Orlando Duarte) — «EHUNMILAK 2014» (11/7/2014; 16 portugueses em 295; 2013 idem, com Carmen Pires 81.ª; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
Imprensa desportiva de 2010 — «armada lusa» como idiomatismo geral (Jornal Ciclismo, Lisboa Downtown, via Arquivo.pt; capturas equivalentes do Correio da Manhã e Destak) arquivo.ptdossiês 45
NEL.pt — «Ultra-Trail du Mont-Blanc 2013» (31/8/2013; comentário «Grande armada portuguesa!!!» de 2/9/2013; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
O Praticante — «Armando Teixeira 14.º no Ultra-Trail du Mont-Blanc» (28/8/2016; 35 finishers portugueses; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
Quarenta e Dois (Filipe Torres) — «Armada Portuguesa do Trail. Agora percebo!» (23/2/2020; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
Running Magazine — «48 atletas vão representar Portugal na Transgrancanaria» (2018; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
Running Magazine — «Cinco portugueses na edição deste ano da Marathon des Sables» (7/4/2017; via Arquivo.pt) · O Praticante — relato de Carlos Coelho (citação sobre a … arquivo.ptdossiês 45
Sábado/Record — «Cerca de 100 portugueses na 10.ª edição do Andorra Ultra Trail VallNord» (14/6/2018; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
Tor des Géants 2011 — o primeiro contingente português, triangulado em três fontes: Cidadão de Corrida (Fernando Andrade), «Tor des Géants» (30/9/2011; primeira «armad… arquivo.ptdossiês 45
TSF (Barbara Baldaia) — «Heróis dos trilhos, nobres atletas. Nação valente em Andorra» (14/7/2017; via Arquivo.pt) arquivo.ptdossiês 45
atletismo.carlos-fonseca.com — arquivo de resultados nacionais de atletismo e trail running atletismo.carlos-fonseca.comdossiês 01, 10
Azores Trail Run — página oficial «The Azores Trail Run» (fundação em 2012; «Trilho dos 10 Vulcões», Faial, 22 km, 25 participantes; escala 2019: 5 eventos, 7 ilhas, +… azorestriangleadventure.comdossiês 13
Azores Triangle Adventure — sítio oficial, NiT e Record (3 etapas / 3 ilhas Pico–São Jorge–Faial, ~82 km; etapa 1 sobe ao Pico, 2 351 m; 2022: Haeuser 7h44 / Sara Pedr… azorestriangleadventure.comdossiês 13
Carlos Sá Nature Events — Grande Trail Serra d'Arga (empresa/marca organizadora) carlossanatureevents.comdossiês 27
Grande Trail Serra d'Arga (Carlos Sá Nature Events; formatos vertical/sunset descontinuados) carlossanatureevents.comdossiês 18
Clube Celtas do Minho (Vila Nova de Cerveira) — «Apresentação»: fundação em 1997; montanha, caminhada, orientação e escalada; Fórum Ibérico da Montanha e impulso à cri… celtasdominho.blogspot.comdossiês 61
Go Outdoor, Lda — registo comercial (NIPC 508227283, constituída em 2007, Penela, animação turística) e directório oficial de parceiros das Aldeias do Xisto codigopostal.ciberforma.ptdossiês 51
Com um chá me confesso — «Vi» (pseudónimo); blogue pessoal, crónica de primeiro trail nocturno (2015); autoria feminina comumchameconfesso.blogspot.comdossiês 10
Corre Contigo, 22/08/2013 — «Treinos lunares na Costa da Caparica» (65.ª edição, ~200 participantes) correcontigo.blogspot.comdossiês 09
Corremais (Paulo Pires) — página «Treinos Lunares»: lista integral de edições desde a 1.ª (19/01/2011) corremais.paulopires.netdossiês 09
Corremais (Paulo Pires), 06/01/2011 — «Treinos Lunares ao pé do mar... Aqui ao luar...» — anúncio fundador corremais.paulopires.netdossiês 09
Corremais (Paulo Pires), 24/01/2011 — «22 de Janeiro — 1.º Trilho dos Abutres» corremais.paulopires.netdossiês 09
Corremais (Paulo Pires), 28/03/2026 — «E se os Treinos Lunares voltassem?» — balanço (8 anos) e anúncio do regresso via Strava corremais.paulopires.netdossiês 09
Correr na Cidade — entrevista a Mário Leal (Azores Trail Run / CIAIA); Açoriano Oriental — «Mário Leal reeleito membro da ITRA» (board desde 2017) corrernacidade.comdossiês 13
Correr na Cidade — «Os 8 magníficos do trail running nacional competem este sábado no Campeonato do Mundo de Trail Running» (Maio de 2015) corrernacidade.comdossiês 07
Correr na Cidade, 13/12/2013 — «Salamandreando por Sintra» (27.ª edição do Trail da Salamandra; António Pedro Santos) corrernacidade.comdossiês 09
Correr na Cidade, 16/04/2014 — «Praia, lua cheia, muito convívio, ah e corrida, claro!» corrernacidade.comdossiês 09
[R1c] Correr por Prazer — «Carlos Sá quer terminar mais dura corrida do mundo em 24 horas» (pré-prova, 2013) correrporprazer.comdossiês 02
[R2b-5] Correr por Prazer — «As Voltas do Impossível» (2020) correrporprazer.comdossiês 04
Correr por Prazer — «Entrevista a Carlos Sá» (20/08/2013) correrporprazer.comdossiês 58
Correr Por Prazer — «Ester Alves: da superação pessoal aos maiores desafios do ultra trail mundial» (17/05/2026) correrporprazer.comdossiês 07, 58
Correr Por Prazer — «Flor Madureira: quatro décadas de amor pela corrida e pelas montanhas» (17/11/2025) correrporprazer.comdossiês 07
Correr por Prazer — «I Trilho dos Abutres: um sucesso do início ao fim» (2011; prova diferente da UTSF; citada como contexto de trail comunitário na Serra da Freita) correrporprazer.comdossiês 03, 04
Correr por Prazer — «José Moutinho, o homem por detrás de Frei Bento da Cruz» (Vítor Dias, 20/01/2009; feitos de ultrafundo e recordes nacionais) correrporprazer.comdossiês 27
Correr por Prazer — «Maratona das Areias: 5 portugueses à conquista do deserto» (27/3/2012) correrporprazer.comdossiês 45
Correr por Prazer — «Provas Carlos Sá Nature Events» (2020) correrporprazer.comdossiês 27
Correr por Prazer, 27/01/2013 — «Trilhos do Paleozóico» (1.ª Jornadas Técnicas do Trail: «Carlos Sá e Paulo Pires (treinador de ultra maratonistas)») correrporprazer.comdossiês 09
CorrerPorPrazer — entrevista a Carlos Sá (entrada de arquivo a confirmar) correrporprazer.comdossiês 01, 10
CorrerPorPrazer — «Portugal com oito atletas no mundial de Trail» (Maio 2015) correrporprazer.comdossiês 01
Crónicas das Corridas (2012–2014) — agregador de resultados com secção «Circuito Nacional de Montanha (FPME)» cronicasdascorridas-site.weebly.comdossiês 10
das mãos para os pés — Pedro Conde. Ultra-trail internacional (2013–2023): Marathon des Sables, UT Mt. Fuji, Tarawera, Hardrock dasmaosparaospes.blogspot.comdossiês 10
Decreto do Presidente da República 14-A/2020, de 18 de Março (1.º estado de emergência; vigência 18/03–02/05/2020, duas renovações) e Decreto do Governo 2-A/2020, de 2… diariodarepublica.ptdossiês 60
Decreto-Lei n.º 82/2021 (Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais — SGIFR) e AGIF: reforma da política de fogos rurais assente nas Comissões Técnicas Independentes … diariodarepublica.ptdossiês 17
Electric Cable Car — resultados do OMD 2026 · Hotéis de Campo — balanço da estreia. Números por cruzar com os resultados oficiais ( electriccablecar.comdossiês 22
Run Motion — «UTMB Index vs ITRA Performance Index» (papel de Didier Curdy) · Finishers — «The different types of points» (fim dos pontos ITRA na qualificação UTMB) en.run-motion.comdossiês 22
Wikipédia (en) — «UTMB World Series» · TrailRunMag — «UTMB and Ironman join forces» (Maio de 2021) · Running Magazine (CA) e Outside — recepção crítica da parceria en.wikipedia.orgdossiês 22
«2016 Portugal wildfires» / incêndio de Arouca (Agosto de 2016): ~26.821 ha ardidos em Arouca (e concelhos vizinhos), destruição dos Passadiços do Paiva — correcção de… en.wikipedia.orgdossiês 17
EPIC Trail Run Azores — «EPIC 60» (São Miguel; 63 km / 3 380 m D+, Furnas–Vila Franca do Campo; 5.ª edição 6–8 Dez 2019; participação do autor, cf. ITRA RunnerSpace `m… epictrailrunazores.comdossiês 13
Ex-Sedentário — crónica de DNF na 1.ª edição do UTSM (2012) exsedentario.ptdossiês 63
Ex-Sedentário — José Guimarães. Expansão do trail (c. 2011–2021) exsedentario.ptdossiês 10
Como enviar: Comentário abaixo, mensagem directa no Facebook ( facebook.comdossiês 02
Orlando Duarte — retrospecto estatístico «20 Anos da Freita» (2006–2026): compilação comunitária recebida em 22/06/2026; transcrição verbatim e verificação interna em … facebook.comdossiês 03, 12
Run Motion — «UTMB Index vs ITRA Performance Index» (papel de Didier Curdy) · Finishers — «The different types of points» (fim dos pontos ITRA na qualificação UTMB) finishers.comdossiês 22
Golden Trail Championship 2020 (Faial/Pico, 28 Out–1 Nov 2020; prólogo + 4 etapas, ~113 km/6 050 m D+; vencedores Przedwojewski/Mathys; Walmsley 2.º) — Wikipédia FR e … fr.wikipedia.orgdossiês 13
Wikipédia (fr) — «Ultra-Trail World Tour» (categorias UTWT 500–2000; MIUT membro pleno em 2016). Fonte terciária, usada apenas em triangulação com fr.wikipedia.orgdossiês 22
Fundação Galp / ANEFA — Movimento «Terra de Esperança» (lançado 23 de Novembro de 2017): reflorestação com árvores autóctones em concelhos afectados pelos fogos de 201… fundacaogalp.comdossiês 17
Gary Robbins — «What really went down in Whistler» (Out 2023) · UTMB Whistler — «Open Letter to the Trail Running Community» (Paul Huddle) · Running Magazine (CA) — re… garyrobbinsrun.comdossiês 22
Gazeta das Caldas — «Ultra trail relvense destaca-se na ilha da Reunião» (3/11/2022; 17 portugueses na Diagonale des Fous) gazetadascaldas.ptdossiês 45
UTMB Mont-Blanc — «Official statement» (24/1/2024, após reunião com Kilian Jornet, Zach Miller e PTRA) · PTRA — posição de 24/1/2024 («diálogo, não boicote») · Run247 … gooutside.com.brdossiês 22
Electric Cable Car — resultados do OMD 2026 · Hotéis de Campo — balanço da estreia. Números por cruzar com os resultados oficiais ( hoteisdecampo.ptdossiês 22
Ian Corless — «EcoTrail Funchal Madeira 2016» (vitória de Chorier; testemunho de Casey Morgan) iancorless.orgdossiês 25
Xistarca–Promoções e Publicações Desportivas, Lda — registo comercial (NIPC 501952012, constituída em 1987, Lisboa; veterana do desporto de eventos, anterior ao trail) iberinform.ptdossiês 51
IPDJ — «Federações Desportivas». A Utilidade Pública Desportiva confere poderes públicos exclusivos por modalidade (4 anos) ipdj.gov.ptdossiês 20
IPDJ — «Portugueses passaram a praticar mais exercício físico com o confinamento» (04/05/2020; estudo com cinco universidades, amostra de 679; 45% de novos praticantes) ipdj.gov.ptdossiês 60
Kondis — Oman Desert Marathon 2016 — classificação de Carla André kondis.nodossiês 06
Lap2Go — sítio oficial e política de privacidade («Lap2Go Timing Solution»; cronometragem + inscrições; resultados em directo; presença em trail; RGPD, «não partilha c… lap2go.comdossiês 48
Lap2Go — sítio oficial e política de privacidade («Lap2Go Timing Solution»; cronometragem + inscrições; resultados em directo; presença em trail; RGPD, «não partilha c… lap2go.comdossiês 48
Madeira Island Magazine — «Madeira Ocean Trails e Machico Madeira Trail no UTMB» (marca promocional da AP-Madeira) · UTMB — «The Madeira Ocean Trail — GTWS Final 2022»… madeiraislandmagazine.ptdossiês 22
Trail dos Morcegos (São Miguel, Morcegos Trail Clube) e Trail do Queijo da Fajãzinha (Flores, «trail mais ocidental da Europa», Atlético Clube da Fajã Grande) morcegostrail.comdossiês 13
My Planet — «As marcas humanas que nos guiam na natureza»: PR1 «Rota da Serra» (Grândola) como primeiro percurso pedestre homologado em Portugal, 1997 *(confiança B; f… myplanet.ptdossiês 61
Observador — «Oh Meu Deus vai integrar circuito do Ultra-Trail du Mont-Blanc em 2026» (14/10/2025) · NiT — «primeira prova portuguesa no UTMB» nit.ptdossiês 22
Federação Portuguesa de Orientação — «História da Orientação»: Associação Portuguesa de Orientação (1987); fundação da FPO a 19/12/1990; membro de pleno direito da IOF… old.fpo.ptdossiês 61
Whalers' Great Route Ultra-Trail (Faial, ~118–125 km, ~5 000 m D+; herança baleeira; inaugural 2017; UTWT *Discovery Race* desde 2018) — Opção Turismo e página oficial… opcaoturismo.ptdossiês 13
Wikipédia (en) — «UTMB World Series» · TrailRunMag — «UTMB and Ironman join forces» (Maio de 2021) · Running Magazine (CA) e Outside — recepção crítica da parceria outsideonline.comdossiês 22
Papa Kilómetros — Carlos Cardoso. Trail, ultra e estrada (2012–2026); organiza os «Trilhos dos Pernetas» papakilometros.blogspot.comdossiês 10
Petição Pública — «Pela delegação de competências da FPA na ATRP e pelo fim da dupla filiação» (23/03/2023). Documento de parte peticaopublica.comdossiês 19, 20
COM — Clube de Orientação do Minho pontocom.ptdossiês 09
Por trilhos e pseudotrilhos — «p18valentim» (pseudónimo); ultra-trail, Conímbriga–Sicó 111 km (2022), regresso após operação ao joelho portrilhos.wordpress.comdossiês 10
Trail de Conímbriga–Terras de Sicó (XVII edição, 2026) portugalrunning.comdossiês 18
Trail dos Morcegos (São Miguel, Morcegos Trail Clube) e Trail do Queijo da Fajãzinha (Flores, «trail mais ocidental da Europa», Atlético Clube da Fajã Grande) portugalrunning.comdossiês 13
Wikipédia — Parque Natural da Serra de São Mamede (criado em 1989; ~56 000 ha; Pico de São Mamede 1027 m, maior elevação a sul do Tejo; concelhos; geologia e vegetação) pt.wikipedia.orgdossiês 63
Wikipédia — UTSM (Ultra Trail de São Mamede): palmarés masculino e feminino da prova-rainha 2012–2019 e lista de edições pt.wikipedia.orgdossiês 63
Wikipédia — «Estância de Esqui da Serra da Estrela»: Ski Clube de Portugal como organizador do esqui em Portugal desde 1928 até 1953; surgimento do Clube Nacional de M… pt.wikipedia.orgdossiês 61
Publituris — «Turismo de natureza e aventura dos Açores vão estar em destaque no Ultra Blue Island by Azores Trail Run» (interesse público turístico; prémio «Turismo I… publituris.ptdossiês 13
RaceFinder — sítio oficial e termos de uso (RaceFinder, Lda, NIPC 519040163, Cascais; agregador + reservas directas; taxa de serviço documentada, cláusula 6.4, cobrada… racefinder.ptdossiês 10, 48
RaceFinder — sítio oficial e termos de uso (RaceFinder, Lda, NIPC 519040163, Cascais; agregador + reservas directas; taxa de serviço documentada, cláusula 6.4, cobrada… racefinder.ptdossiês 48
Azores Triangle Adventure — sítio oficial, NiT e Record (3 etapas / 3 ilhas Pico–São Jorge–Faial, ~82 km; etapa 1 sobe ao Pico, 2 351 m; 2022: Haeuser 7h44 / Sara Pedr… record.ptdossiês 13
Diário de Notícias da Madeira — «MIUT lança-se no World Trail Majors» (13/11/2023; citações de Sidónio Freitas) · Record — «MIUT é uma das provas fundadoras do World T… record.ptdossiês 22
Jornal Record — «Federação de Campismo e Montanhismo considera ilegal prova de escalada em Soure» (26/04/2019). Conflito FCMP↔FPME sobre escalada; «título enganador e … record.ptdossiês 20
Record Running (Jornal Record) — testemunho de Rui Sequeira sobre o UTSM de 2019 (regresso; vitória de Vítor Cordeiro; fair-play de Rui Luz) record.ptdossiês 63
Record — «Zach Miller vence oitava edição do Madeira Island Ultra Trail» (2016; entrada no UTWT) record.ptdossiês 14, 25
Região de Leiria — «João Colaço aventura-se no deserto de mochila cheia» (Abril de 2014; a «Comitiva Portuguesa» de 5 no MDS) regiaodeleiria.ptdossiês 45
Ramalhos ON TOUR — João Mota («Ramalhos»). Blogue 2010–2016; perspectiva interna da direcção da ATRP a partir de 2013 (na direcção 2013–2016) rontour.wordpress.comdossiês 10
Rui Faria — Licença para correr em provas de… (blogue RUN 4 FUN, 28/03/2025) | opinião | B | Crítica à licença obrigatória da FPA (~3€) em provas pagas acima de 5€: «t… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — blogue colectivo do clube (Dossiê 42); crónicas de membros (Marina Marques, José Magalhães, Luís Matos Ferreira — auto-citação): UTSM, Serra da Freita, Lag… run4f.blogspot.comdossiês 10, 63
RUN 4 FUN — blogue, arquivo por etiquetas (Maratona, 10 km, Meia Maratona, São Silvestre, Corrida do Tejo) run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Gamo-A-Ti: Quo Vadis A.C. (05/03/2021) | institucional | B | Campeonato virtual por equipas (8–28/02/2021): 9 equipas de 5 atletas, soma de km no Strava, r… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Lista B — Eleições 2026 (run4f.blogspot.com, 12/12/2025) | institucional | B | Manifesto da Lista B para a Direção de 2026 (cabeça de lista Ana Chocalheiro… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Novos Membros: Hugo Fernandes (Luís Matos Ferreira, 25/01/2021) | institucional | B | Superação: «Comecei por necessidade (112kg com 15 anos…), fiquei por … run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Núcleo Run 4 Fun de Seattle (run4f.blogspot.com, 12/08/2010) | institucional | B | Diáspora por **contágio à distância**: núcleo informal em Seattle (EUA),… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — O Livro do RUN 4 FUN (run4f.blogspot.com, 09/07/2018) | institucional / livro | B | Livro *Correr para o Bem-Estar: o Clube RUN 4 FUN* (Edições Sílabo, 201… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Parabéns pelo 5.º aniversário – Treino da Paz (04/02/2022) | institucional | B | Criação do «Treino da Paz» (núcleo de Almada) a 31/01/2017, por Fernando R… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Projeto Maratona #1 — Maratona de Atenas (run4f.blogspot.com, 19/11/2023) | institucional | B | Projeto Maratona #1, Atenas 11/11/2023 («Authentic», 40.ª e… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Projeto Maratona #2 — Maratona de Budapeste (run4f.blogspot.com, 21/10/2024) | institucional | B | Projeto Maratona #2, Budapeste 13/10/2024; 50 participan… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — relatos de estreias (género recorrente no blogue) | institucional | B | Celebração coletiva das estreias: «A minha primeira Maratona» (Luís Correia, Porto,… run4f.blogspot.comdossiês 42
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RUN 4 FUN — série Atleta em Destaque (run4f.blogspot.com); âncora: Manuela Cruz (Teodoro Trindade, 09/08/2018) | institucional | B | Perfis individuais do clube (~50 p… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — Trail Transgrancanaria 123 km (João Ralha, 22/03/2012) | institucional | B | Paulo Jorge Rodrigues, 107.º/214, 22:45:36, +11.000 m; anúncio da intenção de … run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — «A primeira (maratona) é para acabar!» (Pedro Santos Vicente, 09/10/2013) | institucional | B | Reboques em cadeia sobre um estreante (Maratona de Lisboa, … run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — «ALUT 419» (Pedro Ribeiro, 06/12/2021) + «ALUT 2022 a grande aventura» (Carmen Ferreira, 09/12/2022) | institucional | B | Entreajuda em ultra XL: ALUT 202… run4f.blogspot.comdossiês 42
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RUN 4 FUN — «Corrrida das Lezírias - durante e após a corrida» (João Ralha, 15/03/2009) + «Meia do Centenário, Lisboa 26 Setembro» (João Ralha, 26/09/2010) | instituci… run4f.blogspot.comdossiês 42
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RUN 4 FUN — «Equipamento Running for Fun....!» (paulo alexandre, 26/12/2008) + «A minha primeira maratona» (autor anónimo, 14/10/2013) + «Um sonho com 101 km» (20/05/2… run4f.blogspot.comdossiês 42
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RUN 4 FUN — «Maratona Carlos Lopes: o final!» e «…nunca é tarde» (11 Mai 2009) run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — «O nosso maratonista» (8 Dez 2008) run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — «Os Jedi da lama» (Pedro Ribeiro, 27/03/2018) + «EstrelAçor 2020 - A Aprendizagem» (Sandra Simões, 28/10/2020) + «É incrível - MIUT» (Rui Faria, 25/04/2023… run4f.blogspot.comdossiês 42
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RUN 4 FUN — «PT281+ Ultramarathon 2023…» (João Silva Antunes, 25/07/2023) + resultados ITRA | institucional / registo oficial | B / A | Três atletas do clube na PT281+… run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — «Run 4 Fun na Corrida do Tejo 2021» run4f.blogspot.comdossiês 42
RUN 4 FUN — «Um dia especial...» (Tiago Ribeiro, 05/12/2011) + «A minha 1ª Maratona» (autor anónimo no Blogger, 05/12/2011) | institucional | B | Estreias na Maratona … run4f.blogspot.comdossiês 42
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RUN.BABY.RUN — trail/ultra de autoria feminina (pseudónimo; 2013–2023): Serra d'Arga, UTMB, Tor des Géants runbabyrun-becomeagoddess.blogspot.comdossiês 10
Gary Robbins — «What really went down in Whistler» (Out 2023) · UTMB Whistler — «Open Letter to the Trail Running Community» (Paul Huddle) · Running Magazine (CA) — re… runningmagazine.cadossiês 22
Wikipédia (en) — «UTMB World Series» · TrailRunMag — «UTMB and Ironman join forces» (Maio de 2021) · Running Magazine (CA) e Outside — recepção crítica da parceria runningmagazine.cadossiês 22
Run Portugal — «ATRP: 1 ano de existência» e perfil da associação runportugal.comdossiês 19
RunRepeat — _The State of Trail Running 2022_ (análise não académica; usar como fonte B) runrepeat.comdossiês 07
Trail Running Spain — demissão de Michel Poletti da presidência da ITRA (7/4/2020) · SCMP — eleição de Janet Ng (11/9/2021) scmp.comdossiês 22
Seia Digital — anúncio da entrada no circuito (14/10/2025; citação de Paulo Garcia) e inscrições esgotadas em menos de quatro horas (21/11/2025) seiadigital.ptdossiês 22
Seia Digital — anúncio da entrada no circuito (14/10/2025; citação de Paulo Garcia) e inscrições esgotadas em menos de quatro horas (21/11/2025) seiadigital.ptdossiês 22
Trail Runner / ATRA — «UTMB management takes control of Ultra-Trail World Tour» (2019) · SleepMonsters — encerramento do UTWT (2021; 8 edições, +62 000 corredores) sleepmonsters.comdossiês 22
DGS — Orientação 036/2020, de 25/08/2020, «Desporto e Competições Desportivas» (estratificação de risco, plano de contingência, testagem, competições à porta fechada) sns.gov.ptdossiês 60
SNS / Governo — 2.º estado de emergência (09/11/2020) e confinamento geral desde 15/01/2021 (dever de recolhimento) sns.gov.ptdossiês 60
SNS / Governo — calendário do desconfinamento de 2020 (estado de calamidade desde 03/05; fases a 04 e 18 de Maio e 1 de Junho) sns.gov.ptdossiês 60
SNS — plano de desconfinamento de 2021 (anúncio 11/03; fases 15/03, 05/04, 19/04, 03/05) e IPDJ — regras do levantamento aplicadas à actividade física e desportiva (05… sns.gov.ptdossiês 60
Taxas de inscrição ao nível do regulamento (transferência +2 a +3,50 €; inscrição «fora da plataforma» +4 €; alteração +5 €) e nota de arquivo sobre a comissão de plat… talentos-objetivos.ptdossiês 48
(Per)correr Castro Daire — calendário (Terras de Aventura, activo desde 2016) terrasdeaventura.netdossiês 18
Terras de Aventura / joaolima.net — Corrida do Monge, Serra de Sintra (viva) terrasdeaventura.netdossiês 18
Terras de Aventura — Circuito Nacional de Montanha, regulamentos 2006/2008 (registos DESAFIO/CNM) terrasdeaventura.netdossiês 18
Terras de Aventura — sítio do organizador (webmaster Ricardo Cruz). Capturas no Wayback desde 2004; Circuito Nacional de Montanha 2003–2017; Desafio 1995–2003; crónica… terrasdeaventura.netdossiês 10
Terras de Aventura — «5.ª Corrida do Guincho» (relançamento, 2021) terrasdeaventura.netdossiês 18
Terras de Aventura — «About Us» (fundação Jun/1996; portfólio pioneiro) terrasdeaventura.netdossiês 18
Montanha Clube / Louzantrail — «Louzantrail no trilho da sustentabilidade» (Pro Runners) e «Louzantrail 2024: foco na sustentabilidade» (Trail-Running.pt): reflorestaç… trail-running.ptdossiês 17, 18
Revista Atletismo — «Dário Moitoso e Inês Marques sagram-se bicampeões nacionais de trail em Penacova» (11/10/2020) trail-running.ptdossiês 07
Trail-Running.pt — participação portuguesa no WMTRC 2023 trail-running.ptdossiês 07
Trail-Running.pt — UTMB 2019 (175 portugueses; 12.º país) e «Sorteio das provas do UTMB contemplou 182 portugueses» (9/1/2020; o slug diz «190», o texto 182) trail-running.ptdossiês 45
trail-running.pt — «ATRP: circuitos suspensos e campeonatos em Setembro e Outubro» (19/06/2020): retoma das provas a partir de 1 de Julho de 2020 trail-running.ptdossiês 60
Trail-Running.pt — «ATRP: Rui Pedras sucede a Rui Pinho» (Fev. 2025). Eleição de 8/2/2025; 228–223 trail-running.ptdossiês 19, 20
Trail-Running.pt — «AXtrail comemorou 10 anos, reuniu 1800 atletas e plantou 4000 árvores» (Outubro de 2017): reflorestação da Serra da Lousã na sequência dos incêndio… trail-running.ptdossiês 17
Trail-Running.pt — «Entrevista: A Última Dança Abútrica» (Rita Vicente entrevista Tiago Araújo, 26/02/2025; 13 edições, ~350 mil €, «ciclo de 15 anos») trail-running.ptdossiês 09, 16, 27
Trail-Running.pt — «GTSA: Dário Moitoso e Inês Marques conquistam Campeonato Nacional de Trail» (2019) trail-running.ptdossiês 07
Trail-Running.pt — «Prozis e ATRP terminam parceria» (29/01/2020); ATRP — «ATRP e Prozis de novo juntas em 2017» e «Parceria com a Prozis para a época 2018/2019 renova… trail-running.ptdossiês 19
Trail do Porto Moniz — Clube de Montanha do Funchal (continuação/renomeação; ed. 08/02/2026) trailportomoniz.comdossiês 18
Wikipédia (en) — «UTMB World Series» · TrailRunMag — «UTMB and Ironman join forces» (Maio de 2021) · Running Magazine (CA) e Outside — recepção crítica da parceria trailrunmag.comdossiês 22
UTMB Mont-Blanc — «Official statement» (24/1/2024, após reunião com Kilian Jornet, Zach Miller e PTRA) · PTRA — posição de 24/1/2024 («diálogo, não boicote») · Run247 … trailrunners.rundossiês 22
Trail Running Spain — demissão de Michel Poletti da presidência da ITRA (7/4/2020) · SCMP — eleição de Janet Ng (11/9/2021) trailrunningspain.comdossiês 22
Trails Endurance — «Madeira Island Ultra Trail: Z. Miller et C. Chaverot impériaux» (2016) trails-endurance.comdossiês 25
Treeline Journal — «2020 Golden Trail Championship Preview» (~112 atletas de ~20 países; 174 no prólogo; 17 excluídos por testes COVID) treelinejournal.comdossiês 13, 60
Perfil de Dário Moitoso — Pro Runners, «Dário Moitoso eleito Desportista do Ano 2020 nos Açores»; Tribuna das Ilhas; ficha ATRP #5098 (Faial, n. 1993; 1.ª prova num ev… tribunadasilhas.ptdossiês 13
Trilhos Míticos — «Zen». Trail/aventura (2007–2015; regresso 2025); dos mais antigos trilhosmiticos.blogspot.comdossiês 10
Tripas e Nortadas — Rui Pinho. Provas do Norte (activo desde 2009; post isolado em 2006) tripasenortadas.blogspot.comdossiês 10
Turismo Centro de Portugal — «Centro de Portugal afirma-se como destino mundial de turismo ativo com a prova de ultra trail Oh Meu Deus» (Out 2025) turismodocentro.ptdossiês 22
Uivos de Lobo — Luis F. M. Ricardo. Ultra-trail (2010–2019): UTSM, Conímbriga–Sicó, Piódão, EstrelAçor, MIUT uivosdelobo.blogspot.comdossiês 10
última a correr — Eduarda Sousa (Braga, desde 2013). Estrada com trail à mistura (MEO Urban Trail Lisboa); autoria feminina ultimaacorrer.wordpress.comdossiês 10
Último KM (blogue) — «Cross da Serra do Açor: memórias da montanha» (TransEstrela) ultkm.blogspot.comdossiês 18
Último KM — Jorge Branco, «Para a história da corrida em montanha em Portugal» (2011). Génese da corrida de montanha ultkm.blogspot.comdossiês 10, 40
Diários de corrida (blog de lourencobray) — «UTMB 2017 – a picada do escorpião» (5/9/2017; voz crítica portuguesa) ultramaratona.wordpress.comdossiês 22
ATRP — calendário e circuitos de 2019, com campeões de Trail Ultra 2018 (via Wayback, captura de 19/3/2019) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — notícia da época 2015 («mais de 500 finishers»; 7/3/2016, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Abertura de inscrições para o UTAX, 4.ª prova do Circuito Nacional de Trail Ultra Endurance» (16/7/2015, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «André Rodrigues e Inês Jordão vencem Campeonato Nacional de Trail Ultra» (2/2/2023, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Circuitos Nacionais de Trail e Ultra Trail 2013» — encerramento e vencedores (7/10/2013, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Circuitos Nacionais de Trail e Ultra Trail 2013» — encerramento e vencedores (7/10/2013, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Circuitos Nacionais de Trail e Ultra Trail 2014» (12/10/2013, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Classificações Época 2015», com PDFs acumulados por circuito (via Wayback, captura de 31/3/2016) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Critérios de integração de provas nos Circuitos Nacionais em 2014» (12/3/2013, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Os Circuitos Nacionais ATRP 2013» (sítio oficial, via Wayback Machine, captura de 5/1/2013) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Os Circuitos Nacionais» (composição de 2014; via Wayback, captura de 24/9/2014) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Regulamento dos Campeonatos de Trail 2016» (via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Regulamento dos Circuitos Nacionais de Trail/UltraTrail» (2015, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
ATRP — «Época de 2015 com muitas novidades» (18/9/2014, via Wayback) web.archive.orgdossiês 21
Corredores Anónimos — entrevista «ATRP: Prometemos continuar a defender os associados, Rui Pinho» (23/12/2020). Motivações e desgaste de Rui Pinho: «quatro anos intens… web.archive.orgdossiês 19
Internet Archive — Wayback Machine. Verificação de acessibilidade e datas de captura (Junho 2026) web.archive.orgdossiês 10
ITRA — Estatutos (PDF oficial, via Wayback; acto constitutivo de 1/8/2013, sede em Paudex, Suíça) web.archive.orgdossiês 22
ITRA — FAQ do Performance Index (5 melhores resultados em 36 meses) e FAQ arquivada de 2019 (mountain level 1–12) web.archive.orgdossiês 22
ITRA — página «Historical» (via Wayback Machine, captura de 9/5/2019; fundação em Julho de 2013 e lista nominal dos 14 fundadores) web.archive.orgdossiês 22
ITRA — página «Organization» (via Wayback, 9/5/2019: José Carlos Santos vice-presidente e Steering Committee) e página actual (Rui Pinho vice-presidente, consulta de 5… web.archive.orgdossiês 22
ITRA — «Race evaluation» (via Wayback, captura de 16/12/2016; km-esforço, tabela de pontos 0–6, serviço desde 17/4/2014, 100 € para não-membros) web.archive.orgdossiês 22
Regulamento da Ultra Trail Serra da Freita / Confraria Trotamontes (snapshot Wayback Machine, 9/2/2023): manuseio dos abastecimentos exclusivo do staff; enfermeiros e … web.archive.orgdossiês 08
Regulamento do Madeira Island Ultra Trail 2018, versão inglesa (snapshot Wayback Machine, 2/9/2017): «first aid positioned in all aid stations», «medical assistance in… web.archive.orgdossiês 08
World Trail Majors — «World Trail Majors is born» e calendário de 2026 · MIUT — página WTM worldtrailmajors.comdossiês 22
World Trail Majors — «World Trail Majors is born» e calendário de 2026 · MIUT — página WTM worldtrailmajors.comdossiês 22
Western States Endurance Run — «Ultra-Trail World Tour» (2/11/2013; anúncio e critérios do circuito) wser.orgdossiês 22
Audiovisual (vídeo e documentário) (16)
[R1d] YouTube — vídeo com depoimentos e reportagem sobre a Badwater 2013 (transcrição automática usada apenas como apoio editorial) youtube.comdossiês 02
YouTube — canal «Carlos Sá Ultrarunner» youtube.comdossiês 01
Fontes audiovisuais e memória visual
Os vídeos abaixo não são apenas decoração do artigo. Foram seleccionados porque ajudam a documentar uma fase, uma prova, um território ou uma voz da história do trail running em Portugal. Alguns aproximam-se do testemunho documental, como Os Filhos da Freita; outros são vídeos oficiais ou promocionais das próprias organizações, úteis pela sua força visual mas condicionados pelo seu objectivo comunicacional.
Por isso, devem ser lidos como fontes de valor desigual: ajudam a compreender a cultura visual, a escala dos eventos, a relação com o território e a memória interna da modalidade, mas não substituem resultados oficiais, entrevistas, arquivos e fontes independentes.
Núcleo documental principal
Vídeo documental — Ultra Trail Serra da Freita Os Filhos da Freita é uma das fontes audiovisuais mais importantes para compreender a génese simbólica da Ultra Trail Serra da Freita e, por extensão, uma fase pioneira do trail running em Portugal. O documentário liga José Moutinho, a Confraria Trotamontes, Arouca, as aldeias, os voluntários, a dureza dos percursos e a construção de uma mística própria em torno da prova.
Vídeo histórico — TransPeneda-Gerês 2016 / Trail World Championships
O Mundial de Trail de 2016 no Gerês é um dos grandes marcos internacionais da modalidade em Portugal. O vídeo deve ser visto como registo de contexto e promoção de um momento em que Portugal recebeu a elite mundial num cenário de montanha protegido, com forte carga simbólica para o trail nacional.
Vídeo oficial — MIUT / Madeira Island Ultra Trail
O MIUT 2016 Official Video representa a afirmação internacional da Madeira como território de trail. A travessia da ilha tornou-se uma das imagens mais fortes do trail português: montanha vulcânica, levadas, escadarias, costa atlântica e uma prova capaz de projectar Portugal no calendário internacional.
Vídeo oficial — Trilhos dos Abutres / Abutres 2019 Trail World Championships Trilhos dos Abutres 2019 — You make it EPIC! é uma peça oficial de activação do Campeonato do Mundo de Trail de 2019. Não é um documentário histórico no mesmo sentido da Freita, mas é um registo visual importante da afirmação de Portugal como organizador de grandes eventos mundiais de trail running.
Vídeo documental — Golden Trail Championship 2020 / Açores
O Golden Trail Championship 2020, no Faial, representa a entrada dos Açores no imaginário global do trail de elite. Num ano marcado pela pandemia e pela interrupção de grande parte do calendário internacional, o arquipélago tornou-se palco de uma competição mundial, mostrando uma gramática atlântica do trail português: vulcões, lama, vento, mar, fajãs e ilhas como território de corrida.
Registos complementares
Registo histórico — AXtrail Series / Aldeias do Xisto
Os registos da AXtrail Series 2010 mostram uma fase inicial em que o trail português começou a cruzar desporto, aldeias, trilhos marcados, turismo de natureza e desenvolvimento territorial. Nas Aldeias do Xisto, o trail deixou de ser apenas corrida em montanha e passou a funcionar também como narrativa do interior.
Vídeo oficial — Oh Meu Deus / Ultra Trail Serra da Estrela
O Oh Meu Deus ocupa um lugar especial na história do trail português de longa distância. Nascido na Serra da Estrela, ajudou a afirmar a ideia de ultra trail como travessia dura, instável e profundamente marcada pela montanha, pelo clima e pela resistência mental.
Vídeo oficial — UTSM / Ultra Trail da Serra de São Mamede
O Ultra Trail da Serra de São Mamede mostra uma geografia diferente do trail português: o Alentejo de altitude, a fronteira, os castelos, as vilas históricas e a dureza discreta da Serra de São Mamede.
Videoteca complementar
Estes canais e vídeos complementam o artigo, mas foram deixados como links para não transformar a página principal numa lista demasiado longa de embeds.
Carlos Sá Ultrarunner — arquivo pessoal de um dos protagonistas maiores da modalidade.
UTMB World Series — contexto internacional e linguagem visual global do trail moderno.
Eis o meu histórico competitivo reconhecido pela ITRA. Fica como ilustração de algumas das mais belas provas que se realizam em solo nacional e internacional. Os últimos anos foram marcados por muitas lesões, até que o joelho me impediu de correr em 2025. É um ciclo de 15 anos que se fecha.
Data
Prova
País
Dist. / D+
Pos.
Tempo
2024
2024-09-15
STE - Sintra Trail X'treme – 33km
Portugal
31 km / +1570 m
167/172
6:18:41
2024-06-08
Oh Meu Deus – K50+
Portugal
58 km / +3330 m
104/119
12:46:20
2023
2023-09-17
STE - Sintra Trail X'treme, 6ed – 30k
Portugal
31 km / +1590 m
215/222
5:25:08
2023-07-07
GRAN TRAIL COURMAYEUR – GTC 100 Km
Itália
104 km / +7030 m
DNF
DNF
2023-05-05
Ultra Trail de São Mamede – UTSM 100 K+
Portugal
108 km / +5230 m
118/124
25:02:18
2023-04-23
Ultra Trail Geira Romana – Ultra Geira Romana
Portugal
52 km / +2210 m
53/55
10:37:20
2023-04-01
Piodão Trail Running – 50 km
Portugal
52 km / +2950 m
124/124
11:36:43
2022
2022-10-22
DURATRAIL – DURATRAIL 48Km
Portugal
49 km / +2190 m
72/77
9:28:02
2022-09-18
STE - Montepio Sintra Trail X'treme, 5ed – 31k
Portugal
30 km / +1590 m
152/172
5:15:29
2021
2021-06-03
TransPenedaGerês – TPG 168k Race of the 4 Castles
Portugal
166 km / +8420 m
56/126
37:43:06
2020
2020-10-23
EstrelAçor Ultra Endurance – EA_Penhas_Torre
Portugal
141 km / +6850 m
19/20
31:51:09
2020-02-29
Trail De Conimbriga Terras De Sico – 57 Km
Portugal
57 km / +2190 m
220/299
9:32:41
2020-01-12
ULTRA TRILHOS DOS REIS / Delta Cafés – 46K
Portugal
46 km / +2170 m
299/422
7:27:30
2019
2019-12-07
EPIC Trail Run Azores – EPIC60
Portugal
61 km / +3060 m
80/111
10:34:57
2019-11-10
Penacova Trail do Centro – 42km
Portugal
40 km / +2100 m
69/79
7:56:52
2019-10-13
Trail Costa Vicentina – Trail Longo
Portugal
58 km / +970 m
89/93
8:17:34
2019-09-21
Grande Trail Serra d'Arga – GTSA 55 km
Portugal
55 km / +2770 m
195/415
8:37:44
2019-07-19
Andorra Ultra Trail Vallnord – Ronda dels cims
Andorra
170 km / +13500 m
156/408
57:00:34
2016
2016-10-29
Trans Peneda Gerês – 55 Km
Portugal
56 km / +3010 m
116/216
8:59:32
2016-10-01
ultra trail atlas toubkal – UTAT - 105K
Marrocos
95 km / +6270 m
17/57
24:17:15
2016-05-21
Estrela Grande Trail®
Portugal
90 km / +4550 m
131/240
16:12:47
2015
2015-08-28
Ultra-Trail Du Mont-Blanc® – UTMB®
França
170 km / +10060 m
624/1630
39:24:46
2015-04-11
Madeira Island Ultra Trail – MIUT
Portugal
110 km / +6970 m
95/284
22:19:07
2014
2014-10-18
AXtrail Ultra Trail Aldeias Do Xisto – UTAX
Portugal
105 km / +5720 m
82/160
20:41:02
2014-06-06
VOLTA CERDANYA ULTRAFONS
Espanha
213 km / +10000 m
13/42
40:50:18
2014-04-12
Madeira Island Ultra Trail – MIUT
Portugal
116 km / +7144 m
64/128
26:11:09
2014-01-25
Trilhos dos Abutres® – U T A 45
Portugal
46 km / +2800 m
128/509
7:16:10
2013
2013-10-19
AXtrail Ultra Trail Aldeias Do Xisto – TSL
Portugal
42 km / +2500 m
21/207
5:16:05
2013-08-23
Le Grand Raid Des Pyrénées – GRP160 Ultra
França
161 km / +9766 m
103/434
36:42:46
2013-06-29
Ultra-Trail® Serra Da Freita – Ultra
Portugal
70 km / +4000 m
30/138
12:56:18
2013-05-18
UTSM - Ultra Trail da Serra de São Mamede – 100 Km
Portugal
100 km / +3400 m
21/229
13:11:02
2012
2012-11-10
AXtrail Ultra Trail Aldeias Do Xisto – UTAX
Portugal
82 km / +5000 m
52/109
14:58:55
2012-07-13
Ehunmilak Ultra-Trail®
Espanha
168 km / +11000 m
55/112
39:42:47
2012-05-19
UTSM - Ultra Trail da Serra de São Mamede – 100 Km
Gostava muito de ouvir a tua opinião.
Se leste até aqui, obrigado. Este texto deu trabalho — e melhora com quem conhece esta história. Correcções, memórias ou impressões são bem-vindas nos comentários abaixo.
Série · Dossiês publicados
A série funciona como roteiro de investigação amador — preparação para um eventual estudo mais formal sobre a história do trail em Portugal.
Grande Luís (LMF), Parabéns por mais um "trabalho" e contributo à história do Trail em Portugal.
Primeiro dizer que não era fácil ou simples fazer este levantamento. Parabéns por teres conseguido fazer o enquadramento de forma eficaz.
Queria também deixar a nota que apesar de por vezes longos, fizeste bem em fazer o preâmbulo sobre a forma do leitor se posicionar. E as referências que espaços que deixas em aberto também ajudam a perceber o contexto dos capítulos.
Olhando para os teus teus pontos finais e a abordagem sobre vários temas diria que há muito para ser escrito ou documentado de alguma forma
Pessoalmente gosto da parte mais prática. Por exemplo o treino para as provas de trail.
Mas para a história o trail o tema da introdução ou tentativa de introdução do doping, segurança e os aspetos económicos e impactos do Trail nas localidades parecem-me serem interessantes para explorar.
Muito obrigado pelas tuas palavras. Vindas de alguém que conhece bem este meio, têm para mim um valor especial.
Tens toda a razão: este levantamento não era simples e ficou, inevitavelmente, incompleto. A ideia foi mesmo tentar criar um primeiro enquadramento, abrir pistas e deixar espaço para que outras memórias, testemunhos e contributos possam completar a história.
Também concordo contigo nos temas que referes. A parte do treino para trail merece, por si só, um texto mais prático e aprofundado. E temas como segurança, doping, economia local e impacto das provas nas comunidades são fundamentais para compreender a evolução da modalidade para lá dos resultados e das provas em si.
Este texto foi sobretudo um ponto de partida. Comentários como o teu ajudam-me a perceber que há ainda muito por escrever — e talvez esse seja precisamente o melhor sinal.
The International Trail Running Association (ITRA) Performance Index is a ranking system designed to evaluate and compare trail runners globally. It provides a standardized measure of an athlete's performance based on their results in official trail running events recognized by ITRA. This system helps runners, coaches, and race organizers assess an athlete's skill level and is also used for entry qualifications in prestigious races like the UTMB® (Ultra-Trail du Mont-Blanc).
Como se ultrapassa a adversidade? Onde vamos buscar as forças para persistir quando todas as fibras do nosso corpo nos ordenam que é altura de desistir? Dizem que a fadiga é uma ficção que o cérebro engendra para ordenar ao corpo que é altura de parar, antes que algo irreparável o pare definitivamente. Talvez a realidade seja toda ela uma ficção criada pela nossa mente. Ou então é um enredo que o nosso cérebro constroi, dinâmica e interactivamente, para se conseguir orientar num mundo complexo e desprovido de um propósito independente da nossa vontade. Há investigadores que dizem que temos um cérebro “social” composto por módulos, com diferentes funções. A comandar esses módulos (ou ser comandado por eles) poderá, ou não, existir uma identidade denominada o “eu”, o “self”, a “consciência”, ou o que lhe queiramos chamar. A razão porque construimos percursos e prosseguimos objectivos é porque necessitamos de um ou vários propósitos que nos orientem nesta vida. Como não so...
Bénéteau First 24, La Licorne Bénéteau First 24, La Licorne. Horta, Faial A sanidade mental é uma defesa orquestrada pela mente para sobreviver à condição humana
“Todos os dias têm a sua história, um só minuto levaria anos a contar, o mínimo gesto, o descasque miudinho duma palavra, duma sílaba, dum som, para já não falar dos pensamentos, que é coisa de muito estofo, pensar no que se pensa, ou pensou, ou está pensando, e que pensamento é esse que pensa o outro pensamento, não acabaríamos nunca mais.” - José Saramago, Levantado do Chão E a magia voltou a acontecer. Ao fim de dois anos de travessia no deserto, levei um dorsal de Trail do início até ao fim de uma prova. Acordar… o barulho distante do despertador… o lento retorno à vida… Ainda é noite. Abro os olhos para a escuridão. Estou deitado no sofá, meio destapado por um cobertor exíguo… Ergo-me devagarinho. É necessário envergar a couraça de Cavaleiro Templário desta fé que move as montanhas debaixo dos meus pés: calções de licra; camisola térmica de manga curta, justa ao corpo para evitar assaduras; perneiras; manguitos; l...
In a world drowning in contradictions, doubt has become the only constant. Verena Solis, a journalist searching for truth, stumbles into a system designed not to silence, but to smother. Here, certainty is never banned — it is buried beneath noise, questions, and endless multiplication of versions. As protests collapse into paradox, as science is reframed into spectacle, she must decide whether truth can still survive when every fact is met with a thousand doubts. Atmospheric, unsettling, and urgently relevant, The Ministry of Doubt asks: what if ignorance wasn’t an accident, but the most powerful weapon of all?
Imagem do Blogue de Maria Tadeu Esta rúbrica é dirigida aos Trail Runners que se estão a iniciar na modalidade e que ainda não têm prática de uma vertente muito interessante das corridas em trilhos: o "solo duro". O que é o solo duro? "Solo duro" é a expressão que indica o pavilhão gimnodesportivo, ou outras instalações semelhantes, disponibilizado pela organização, para que os atletas possam ter um local onde pernoitar antes e depois de uma prova. É solo duro, porque não inclui camas. Na melhor das hipóteses conseguem-se umas esteiras usadas na prática da ginástica e que se encontram disponíveis no pavilhão. Quanto a mim, trata-se de uma excelente opção para pernoitar, por várias razões. A saber: é gratuito; conveniente; normalmente encontra-se perto da linha de partida; e propicia o convívio. Claro que tem inconvenientes, sobretudo para os mais sensíveis. São locais agitados e barulhentos: há malta (como eu, por exemplo) que, ao ressonar, debit...
As armas e os barões assinalados “As armas e os barões assinalados, Que da ocidental praia Lusitana, Por mares nunca de antes navegados, Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram;” - Lusíadas, Canto I. Só vários dias mais tarde é que viria a saber que o resultado oficial da minha prova tinha sido 39:42:47, e que tinha ficado classificado em 55º lugar num total de 112 finalistas. Dos 187 atletas que alinharam à partida, 75 tiveram que desistir por variadas circunstâncias. A minha sentida homenagem para todos esses valorosos atletas que empreenderam “em perigos e guerras esforçados, mais do que prometia a força humana” Terminada a prova fui tomar o banho retemperador no polidesportivo de Beasain, seguido de uma nova refeição de massa e queijo derretido (é este o sinal concludente de que devo ser mes...
- What’s your secret? - I am just gonna keep running… Cliff Young I will write this post in English. Actually, I will mostly just re-print information from several sources, but I will show all references, in order not to incur in plagiarism. This is the story of an ordinary man who performs extraordinary feats. His name was Cliff Young, and he was the least likely hero that any Nation could come up with. "Albert Ernest Clifford "Cliff" Young , OAM (8 February 1922 [1] – 2 November 2003 [2] ) was an Australian potato farmer [2] and athlete from Beech Forest, Victoria . Born the eldest son and the third of seven children of Mary and Albert Ernest Young on 8 February 1922, Albert Ernest Clifford Young grew up on a farm in Beech Forest in southwestern Victoria. [1] " https://en.wikipedia.org/wiki/Cliff_Young_(athlete) ...
Grande Luís (LMF),
ResponderEliminarParabéns por mais um "trabalho" e contributo à história do Trail em Portugal.
Primeiro dizer que não era fácil ou simples fazer este levantamento. Parabéns por teres conseguido fazer o enquadramento de forma eficaz.
Queria também deixar a nota que apesar de por vezes longos, fizeste bem em fazer o preâmbulo sobre a forma do leitor se posicionar. E as referências que espaços que deixas em aberto também ajudam a perceber o contexto dos capítulos.
Olhando para os teus teus pontos finais e a abordagem sobre vários temas diria que há muito para ser escrito ou documentado de alguma forma
Pessoalmente gosto da parte mais prática. Por exemplo o treino para as provas de trail.
Mas para a história o trail o tema da introdução ou tentativa de introdução do doping, segurança e os aspetos económicos e impactos do Trail nas localidades parecem-me serem interessantes para explorar.
Mais uma vez parabéns!
Rui
Grande Rui,
EliminarMuito obrigado pelas tuas palavras. Vindas de alguém que conhece bem este meio, têm para mim um valor especial.
Tens toda a razão: este levantamento não era simples e ficou, inevitavelmente, incompleto. A ideia foi mesmo tentar criar um primeiro enquadramento, abrir pistas e deixar espaço para que outras memórias, testemunhos e contributos possam completar a história.
Também concordo contigo nos temas que referes. A parte do treino para trail merece, por si só, um texto mais prático e aprofundado. E temas como segurança, doping, economia local e impacto das provas nas comunidades são fundamentais para compreender a evolução da modalidade para lá dos resultados e das provas em si.
Este texto foi sobretudo um ponto de partida. Comentários como o teu ajudam-me a perceber que há ainda muito por escrever — e talvez esse seja precisamente o melhor sinal.
Um grande abraço e obrigado pelo contributo!